Para criar um personagem novo para a campanha, algumas regras devem ser seguidas.
Mas o mais importante é. Náo é necessário jogar um único dado.
Com estas regras, cada um pode criar seus personagens em casa sem perder tempo que poderia ser de jogo!
Atributos
Os atributos devem ser selecionados seguindo a planilha abaixo. Podem sobrar pontos, mas nunca gastar mais do que 100. A pontuação é o suficiente para montar qualquer classe de personagem, permitindo possuir de 3 a 8 pontos de bônus, dependendo da forma que distribuir.
Planilha de Atributos
História
Todos os personagens devem ter uma história. Esta história deve explicar o nível do personagem, itens mágicos que tenha comprado, classes de prestígio, como chegou até onde os personagens estão, data de nascimento, etc..
Raça
Pode ser selecionada qualquer raça de Faerun, exceto meio-orc, Elementais e plane touched. Porém qualquer outra raça que não seja uma das básicas deve ser autorizada préviamente.
Humanos receberão 10% de xp a mais e iniciarão com um feat extra, além das demais características descritas no livro do jogador.
Classe
Pode ser selecionada qualquer clase de Faerun, exceto monge. Porém qualquer outra que não seja uma das básicas deve ser autorizada préviamente.
Classe de Prestígio
É permitido um personagem começar com uma classe de restigio, mas deve ser bem justificada e autorizada préviamente.
Dinheiro Inicial
Cada personagem começa com uma quantidade de dinheiro igual a seu inicial mais 200 vezes seu nível, . Se a classe comessa com 50 po no primeiro nível, um novo personagem de sexto nível iniciaria com (50+200)x6 peças de ouro, ou seja 1500 peças de ouro .
Itens Mágicos
Pode-se comprar qualquer item mágico que consta no livro do mestre na criação do personagem.
Nível
O nível do personagem é sempre um a menos do que o personagem de nível mais baixo do grupo. Caso o jogador tenha deixado seu personagem morrer de propósito, sofrerá as penalidades definidas pelo mestre, como voltar com nível ainda mais baixo.
03 janeiro 2005
Regras para Criar um personagem Novo
Errata Talentos
Power Attack
Quando usado com arma de duas mãos o dano é aumentado em x1.5 arredondando para baixo ao invés de x2.
01 janeiro 2005
Lothar Mordretch - Ativo
Atualmente - Garra da Tempestade - 1383 – Ano Guerreiro Vingado
Humano
Paladino
Nível: 13
For:20 Dex:13 Con:16 Int: 13 Wis:15 Cha:18
HP126
Terra Natal: Floresta do Hermitão, Melinir, Cormyr
Nacimento: 1355
A cidade de Melinir foi criada em torno do portal central, para facilitar o controle do mesmo e tambem o guardar. Desde sua criação, pela família Obarskyr, a cidade de Melinir foi uma cidade não muito grande, apenas algumas familias de nobres, escolhidos pelo patriarca da familia e uma seita de clerigos de Helm, que seria o Deus protetor da cidade, foram levados e incumbidos dos deveres e organização da cidade. Durante mais de cem anos a cidade cresceu e se tornou próspera e apesar de um pouco afastada de Suzail, era relativamente bem movimentada. Tudo ia bem, até o dia em que o avatar de Helm apareceu nos arredores da cidade, e com seu poder escondeu a cidade tornando-a impossivel de ser localizada. Nessa mesmo dia o sacerdote mais velho, após receber instruções do avatar, reuniu os clerigos e disse que apartir daquele dia seria criada uma ordem de cavaleiros a serviço de Helm, e que sempre haveria um Clerigo ou paladino no comando da ordem. Esse foi o primeiro e o ultimo sacerdote comandante da ordem, todos os seguintes eram paladinos de Helm. Essa seria a Ordem Dos Guardiões.
Na cidade perdida de Melinir, desde o Ano do Destino Real, a ordem dos cavaleiros era responsavel pela proteção do portal, e consequentemente da cidade. A Ordem dos Guardiões, era composta por membros de todas as famílias da cidade, que eram muitas em sua fundação, mas com o passar dos anos elas foram diminuindo, mas mesmo assim a ordem se mantinha, sempre seguindo as ordens de um paladino de Helm, que era o Lorde da cidade e chefe da Ordem dos Guardiões.
Todos os cavaleiros sabiam de seu destino, sabiam que quando a hora chegasse, um deles seria escolhido e enviado em uma missão para achar os escolhidos e leva-los de volta a cidade, junto com o Bracelete do Gelo Eterno, para que a profecia fosse cumpriada e o mal fosse destruido. Quando receberam o sinal, que foi o inico do desaparecimento dos religiosos no mundo, que começou em melinir, um enviado de Helm apareceu e escolheu entre os cavaleiros o mais justo e com espirito mais forte, e o tornou um paldino de Helm, o unico paladino de Helm que ficaria em Faerûn e ele seria o responsavel por achar os escolhidos e traze-los de volta junto com o bracelete, que era a chave para os portais. O nome do cavaleiro escolhido era Lothar Mordretch, filho de Lothiel e de Laila, de uma das familias primeiras e mais importantes familias da cidade, ficando abaixo somente do Lorde Guardião.
Lothar nasceu no Ano do Arco, e foi criado apenas pelo seu pai, pois sua mãe havia morrido logo quando ele nasceu. Ele praticamente nao teve infância, pois seu pai, que era também um dos cavaleiros, o treinava com pulso de ferro sempre exigindo mais de seu filho. O treinamento era tanto fisico quanto mental, ele deveria saber manejar a espada da mesma forma que deveria saber dos ensinamentos de Helm, e como único herdeiro da familia, a responsabilidade de continuar a tradição como um dos cavaleiros era um fardo quase pesado demais para o pequeno Lothar. Ele sempre se dedicou ao máximo, mesmo não sabendo ao certo contra o que deveria lutar se um dia fosse chegada a hora, mas ele teria tempo e estaria preparado, disso ele tinha certeza.
O tempo passou e Lothar, agora com 17 anos, se tornou um espadachim ágil e era particularmente aplicado no estilo espada e escudo, onde conseguia uma postura de defesa quase impenetravel, chegando mesmo a espantar os cavaleiros mais velhos da ordem. Ele se orgulhava do seu talento nato no manejo da espada, e sentia que poderia derrotar qualquer um que sua missão o levasse a enfrentar.
Mais alguns anos se passaram até que os cavaleiros sentiram um grande mal se aproximando da cidade, alguns cavaleiros, os de alma mais nobre, podiam sentir quando algo maligno se aproximava da cidade, um dom deixado por Helm, O Vigilante. Os cavaleiros mesmo sabendo que o poder de Helm protegia a cidade, designaram uma patrulha para averiguar o real perigo da situação e agir de acordo com a ameaça. Lothar com então 20 anos foi escolhido como o lider da patrulha, que tinha mais 4 jovens cavaleiros e 4 escudeiros.
Depois de andar pouco mais de meio dia e entraram no pantano que rodeava a cidade, avistaram alguma coisa no meio do caminho, uma criatura feita de sombras, um mal que quase podiam sentir em suas almas. Mas eles tinham um missão, e avaçaram diante da ameaça sem medo em seus corações. A criatura porém, era muito forte, e os escudeiros mais despreparados para combater tamanho mal tombaram com poucos golpes, restando apenas os cavaleiros que com muita dificuldade conseguiram derrotar a criatura que se desfez, como se nunca tivesse aparecido. Lothar e os cavaleiros foram entao cuidar de seus companheiros mortos e descançar. Foi quando Lothar, pela primeira vez, conseguiu pressentir o mal ao seu redor, como os cavaleiros mais velhos, e quase tarde demais ele percebeu que o mal vinha de seus amigos, os outros cavaleiros, que pareciam ter se corrompido com a luta contra a criatura. Lothar lutou com pesar, fazendo só o suficiente para se defender, pois não queria machucar seus aliados, nesse momento ele percebeu que estava errado, ele nao estava preparado para esta luta e desfecho dela já estava ficando claro para ele, quando ele viu sua espada ficar pesada, e seu escudo lento demais. Nesse momento ele teve uma visão, nela ele viu o mal se apoderando de seu corpo e o destruindo, com isso, ele percebeu que deveria vencer, custe o que custasse, pois ele nao estava lutando só pela sua vida, mas também pela sua alma e de deus amigos. Nesse momento, ele fez um prece a Helm, e lutou, como nunca tinha lutado antes, e apesar dos ferimentos se saiu vitoriso.
Depois desse acontecimento, Lothar foi considerado apto e justo, e foi lhe dado o titulo efetivo de cavaleiro da Ordem Dos Guardiões, uma grande honra para ele e em especial seu pai, que já estava muito velho. Com o tempo as feridas cicatrizaram, e o mal foi detido, mas Lothar nunca esqueceu a batalha, e a morte de seus companheiros. Dois anos após a batalha, Lothar ainda via os rostos de seus amigos mortos em seus sonhos e a morte de seu pai, pela velhice, só o deixou mais solitário. Ele se dedicou exclusivamente aos ensinamentos que recebia na Ordem, não havia mais nada para ele, apenas seu dever com Helm.
Quando ele foi escolhido pelo mensageiro de Helm, ele poderia ter se lembrado de sua vida toda, de seu treinamento e de seu pai, mas a unica coisa que veio em seu pensamento naquele momento foi a batalha nos arredores da cidade alguns anos antes, e o sentimento de impotencia que ele sentiu naquele dia sombrio, mas agora as coisas seriam diferente, ele já sentia a chama do poder de Helm dentro dele, e parecia que nenhum mal no mundo poderia apagar essa chama. E assim ele partiu da cidade que ele a muito tempo deixou de considerar como sua casa, sem nem mesmo poder se despedir de seu mestre, que já tinha ido lutar na Casa da Tríade, ao lado de Helm.
Em pouco tempo ele chegou em Suzail, onde quase por acaso encontrou com os aventureiros da profecia, os reconheceu rapidamente apartir de uma descrição de seus feitos. Desde aquele momento, ele sabia o que deveria ser feito, e fez uma prece a Helm, e decidiu que faria o tudo que estivesse ao seu alcance para completar sua missão, e proteger os escolhidos e assegurar que o bracelete voltasse para Melinir em segurança.
A princesa Alusair é morta e Pedro, seu futuro herdeiro é preso acusado de sua morte. Junto ao aventureiros liberta Pedro e ele o ajuda a obter a chave para chegar ao Bracelete do Gelo Eterno. Juntos fogem para Melinir guiados por Lothar e por pouco escapam da fúria do Cavaleiro Negro montado em seu negro Dragão.
De Melinir é levado ao Vale do Vento Gélido onde precisa enfrentar um gigantesco Verme do Gelo que engoliu um dos Braceletes. Infelizmente este bracelete acabou destruído, sobrando apenas um pequeno pedaço.
De volta a Melinir, os guardiões dos portais os envia a uma missão sem volta ao Sul Brilhante para esconder os braceletes. De lá não podem voltar sem o bracelete reforjado. O Portal foi selado atrás deles e só será novamente aberto por um dia em dez anos, isto é em 01-10-1389.
Em Haluahh buscam uma fazenda para comprar e estabelecer, mas em uma confusão, Kage entra em sua fúria e mata Lothar. Com o coração apertado de remorso, joga fora seu machado personalizado e abandona o grupo com objetivo de minerar ouro e ressuscitar o paladino.
O restante do grupo segue para o nordeste do reino em busca dos templos e encontram o último sacerdote de Lathander. Ele acolhe os aventureiros e ressucita Lothar em troca do cumprimento de uma missão. Precisam recuperar os livros perdidos no Castelo do Equinox. Este aparece apenas durante o dia do meio do ano e do fim do ano.
Conhece Laiandra, uma jovem e bela mulher filha de aristocratas com quem se casa.
Ali os aventureiros se aventuram e atravessam seis meses como se houvesse passado um dia. Com os livros em mãos, o Clérigo treina Tord Mor sobre as artes da vida e este recupera seu posto junto a Lathander se tornando um Discípulo Divino. Tendo sua missão cumprida, o Clérigo desaparece como ocorreu com todos os demais clérigos do mundo, dizendo que irá se juntar a Lathander em uma importante missão.
Recuperado volta a Halarahh, onde reencontra Kage. Juntos acabam enfrentando bandidos que estavam fugindo do presídio e passam a trabalhar para a Casa Medani. Entre as missões que realizou para eles inclue-se, recuperar a estátua do Ídolo Radiante, salvamento de Zelina Medani dos bandidos, sumiço do Basilisco de Prata, Tentativa de assassinato do Barão.
Nascem Kyamus e Elestir filhos de Lothar que prontamente compra uma boa casa na parte mais nobre da cidade para junto com sua esposa e filhos viver.
Depois de algumas aventuras e com algum dinheiro em sua algibeira, Lothar assume o templo de Helm nos Cogs. Muitos mendigos se afeiçoam ao paladino que os ajuda com curas e boas palavras.
Contratado para proteger o grande navio Dragão Dourado em sua viagem, se vêem vítima de seqüestro e Kage acaba morto por um golem de ferro. Neste dia Tord Mor faz um grande feito para um clérigo de sua experiência, ressuscita Kage. Com o fracasso da missão, a viagem é adiada.
Algum tempo depois, como efeito colateral do retorno do Ídolo Radiante completo para a casa dos Medani, o mesmo voltou a vida e atacou a cidade, mas os aventureiros o derrotaram e por isso, a casa dos Medani os concedeu o título de heróis 'Mãos de Halarahh'. Segundo maior título que pode ser conferido a um aventureiro.
Tord Mor, triste por ressuscitar um ser maligno, revela toda a história de seu grupo a um bardo. Todos agora sabem do passado de Drift e de sua natureza Lincantropa.
Retornando a viagem no Dragão Dourado, para a distante Selva de Chulk. Muitas intrigas na viagem culminaram na morte de Kelivorn Garra de Prata líder da Casa Vadalis.
Seguindo adentro nas selvas de Chult, Lhorr Bronze partido o guia até os picos de fogo onde Tordalin e Bronks tombam mortos ante os golpes poderosos do gigante da tempestade duardião dos portões dos Templos dos Dragões. Dali seguem até os 12 templos dos dragões. Completados so duelos, retornam a Ishau.
Salvam Ishau do ataque de Valraxaxath porém deixa a escola de magia e Haluahh destruidos pelo ataque do Dragão, que leva os filhos de Lothar como punição pelo roubo de seu ovo.
Junto com Lhorr, invadem o templo do Mestre da Ordem do Dragão e o Matam, liberando o poder das esferas. Este é o fim da Ordem do Dragão, cujos templos vão às ruínas sem as 13 esferas do dragão.
Em busca do cristal elemental ajudam o povo de Havenfast. Enfrentando um Beholder Fantasma, Lothar morre pela segunda vez, mas dada a importância de sua missão, Helm o ressucita e também a Tord Mor e assim revela sua influência junto aos mortais e chama atenção do Mal para suas ações.
Conseguem recuperar o cristal e permanecem na cidade para ajudar Elevorn. Drift desaparece ao pular em um portal para o Inferno. O portal é fechado por Tord e o Bracelete do Gelo Eterno é perdido.
Enganado por Kiarana, Lothar convence Tauros a entregar o bracelete para o Dragão Negro conhecido como Valraxaxath. Enviam o Dragão e os dois filhos de Lothar pelo portal, não se sabe para onde e quando e são enviados um ano no futuro e encontram o mundo em Caos ao retornarem.
Morre Helm por razões desconhecidas por Lothar, que perde todas suas habilidades e se revolta.
Drift retorna dos mortos pelas mãos de Zalathorn que põe as mão no Bracelete do Gelo Eterno com o objetivo de tornar-se um deus e enfrentar o Cavaleiro Negro que agora tem o outro Bracelete.
Volta a Melinir e encontra Pedro Obarskyr como Líder da cidade. Tord Mor restaura a ordem religiosa da cidade agora como seguidores de Lathander e Lothar se torna paladino do Sol Nascente.
Humano
Paladino
Nível: 13
For:20 Dex:13 Con:16 Int: 13 Wis:15 Cha:18
HP126
Terra Natal: Floresta do Hermitão, Melinir, Cormyr
Nacimento: 1355
A cidade de Melinir foi criada em torno do portal central, para facilitar o controle do mesmo e tambem o guardar. Desde sua criação, pela família Obarskyr, a cidade de Melinir foi uma cidade não muito grande, apenas algumas familias de nobres, escolhidos pelo patriarca da familia e uma seita de clerigos de Helm, que seria o Deus protetor da cidade, foram levados e incumbidos dos deveres e organização da cidade. Durante mais de cem anos a cidade cresceu e se tornou próspera e apesar de um pouco afastada de Suzail, era relativamente bem movimentada. Tudo ia bem, até o dia em que o avatar de Helm apareceu nos arredores da cidade, e com seu poder escondeu a cidade tornando-a impossivel de ser localizada. Nessa mesmo dia o sacerdote mais velho, após receber instruções do avatar, reuniu os clerigos e disse que apartir daquele dia seria criada uma ordem de cavaleiros a serviço de Helm, e que sempre haveria um Clerigo ou paladino no comando da ordem. Esse foi o primeiro e o ultimo sacerdote comandante da ordem, todos os seguintes eram paladinos de Helm. Essa seria a Ordem Dos Guardiões.
Na cidade perdida de Melinir, desde o Ano do Destino Real, a ordem dos cavaleiros era responsavel pela proteção do portal, e consequentemente da cidade. A Ordem dos Guardiões, era composta por membros de todas as famílias da cidade, que eram muitas em sua fundação, mas com o passar dos anos elas foram diminuindo, mas mesmo assim a ordem se mantinha, sempre seguindo as ordens de um paladino de Helm, que era o Lorde da cidade e chefe da Ordem dos Guardiões.
Todos os cavaleiros sabiam de seu destino, sabiam que quando a hora chegasse, um deles seria escolhido e enviado em uma missão para achar os escolhidos e leva-los de volta a cidade, junto com o Bracelete do Gelo Eterno, para que a profecia fosse cumpriada e o mal fosse destruido. Quando receberam o sinal, que foi o inico do desaparecimento dos religiosos no mundo, que começou em melinir, um enviado de Helm apareceu e escolheu entre os cavaleiros o mais justo e com espirito mais forte, e o tornou um paldino de Helm, o unico paladino de Helm que ficaria em Faerûn e ele seria o responsavel por achar os escolhidos e traze-los de volta junto com o bracelete, que era a chave para os portais. O nome do cavaleiro escolhido era Lothar Mordretch, filho de Lothiel e de Laila, de uma das familias primeiras e mais importantes familias da cidade, ficando abaixo somente do Lorde Guardião.
Lothar nasceu no Ano do Arco, e foi criado apenas pelo seu pai, pois sua mãe havia morrido logo quando ele nasceu. Ele praticamente nao teve infância, pois seu pai, que era também um dos cavaleiros, o treinava com pulso de ferro sempre exigindo mais de seu filho. O treinamento era tanto fisico quanto mental, ele deveria saber manejar a espada da mesma forma que deveria saber dos ensinamentos de Helm, e como único herdeiro da familia, a responsabilidade de continuar a tradição como um dos cavaleiros era um fardo quase pesado demais para o pequeno Lothar. Ele sempre se dedicou ao máximo, mesmo não sabendo ao certo contra o que deveria lutar se um dia fosse chegada a hora, mas ele teria tempo e estaria preparado, disso ele tinha certeza.
O tempo passou e Lothar, agora com 17 anos, se tornou um espadachim ágil e era particularmente aplicado no estilo espada e escudo, onde conseguia uma postura de defesa quase impenetravel, chegando mesmo a espantar os cavaleiros mais velhos da ordem. Ele se orgulhava do seu talento nato no manejo da espada, e sentia que poderia derrotar qualquer um que sua missão o levasse a enfrentar.
Mais alguns anos se passaram até que os cavaleiros sentiram um grande mal se aproximando da cidade, alguns cavaleiros, os de alma mais nobre, podiam sentir quando algo maligno se aproximava da cidade, um dom deixado por Helm, O Vigilante. Os cavaleiros mesmo sabendo que o poder de Helm protegia a cidade, designaram uma patrulha para averiguar o real perigo da situação e agir de acordo com a ameaça. Lothar com então 20 anos foi escolhido como o lider da patrulha, que tinha mais 4 jovens cavaleiros e 4 escudeiros.
Depois de andar pouco mais de meio dia e entraram no pantano que rodeava a cidade, avistaram alguma coisa no meio do caminho, uma criatura feita de sombras, um mal que quase podiam sentir em suas almas. Mas eles tinham um missão, e avaçaram diante da ameaça sem medo em seus corações. A criatura porém, era muito forte, e os escudeiros mais despreparados para combater tamanho mal tombaram com poucos golpes, restando apenas os cavaleiros que com muita dificuldade conseguiram derrotar a criatura que se desfez, como se nunca tivesse aparecido. Lothar e os cavaleiros foram entao cuidar de seus companheiros mortos e descançar. Foi quando Lothar, pela primeira vez, conseguiu pressentir o mal ao seu redor, como os cavaleiros mais velhos, e quase tarde demais ele percebeu que o mal vinha de seus amigos, os outros cavaleiros, que pareciam ter se corrompido com a luta contra a criatura. Lothar lutou com pesar, fazendo só o suficiente para se defender, pois não queria machucar seus aliados, nesse momento ele percebeu que estava errado, ele nao estava preparado para esta luta e desfecho dela já estava ficando claro para ele, quando ele viu sua espada ficar pesada, e seu escudo lento demais. Nesse momento ele teve uma visão, nela ele viu o mal se apoderando de seu corpo e o destruindo, com isso, ele percebeu que deveria vencer, custe o que custasse, pois ele nao estava lutando só pela sua vida, mas também pela sua alma e de deus amigos. Nesse momento, ele fez um prece a Helm, e lutou, como nunca tinha lutado antes, e apesar dos ferimentos se saiu vitoriso.
Depois desse acontecimento, Lothar foi considerado apto e justo, e foi lhe dado o titulo efetivo de cavaleiro da Ordem Dos Guardiões, uma grande honra para ele e em especial seu pai, que já estava muito velho. Com o tempo as feridas cicatrizaram, e o mal foi detido, mas Lothar nunca esqueceu a batalha, e a morte de seus companheiros. Dois anos após a batalha, Lothar ainda via os rostos de seus amigos mortos em seus sonhos e a morte de seu pai, pela velhice, só o deixou mais solitário. Ele se dedicou exclusivamente aos ensinamentos que recebia na Ordem, não havia mais nada para ele, apenas seu dever com Helm.
Quando ele foi escolhido pelo mensageiro de Helm, ele poderia ter se lembrado de sua vida toda, de seu treinamento e de seu pai, mas a unica coisa que veio em seu pensamento naquele momento foi a batalha nos arredores da cidade alguns anos antes, e o sentimento de impotencia que ele sentiu naquele dia sombrio, mas agora as coisas seriam diferente, ele já sentia a chama do poder de Helm dentro dele, e parecia que nenhum mal no mundo poderia apagar essa chama. E assim ele partiu da cidade que ele a muito tempo deixou de considerar como sua casa, sem nem mesmo poder se despedir de seu mestre, que já tinha ido lutar na Casa da Tríade, ao lado de Helm.
Em pouco tempo ele chegou em Suzail, onde quase por acaso encontrou com os aventureiros da profecia, os reconheceu rapidamente apartir de uma descrição de seus feitos. Desde aquele momento, ele sabia o que deveria ser feito, e fez uma prece a Helm, e decidiu que faria o tudo que estivesse ao seu alcance para completar sua missão, e proteger os escolhidos e assegurar que o bracelete voltasse para Melinir em segurança.
A princesa Alusair é morta e Pedro, seu futuro herdeiro é preso acusado de sua morte. Junto ao aventureiros liberta Pedro e ele o ajuda a obter a chave para chegar ao Bracelete do Gelo Eterno. Juntos fogem para Melinir guiados por Lothar e por pouco escapam da fúria do Cavaleiro Negro montado em seu negro Dragão.
De Melinir é levado ao Vale do Vento Gélido onde precisa enfrentar um gigantesco Verme do Gelo que engoliu um dos Braceletes. Infelizmente este bracelete acabou destruído, sobrando apenas um pequeno pedaço.
De volta a Melinir, os guardiões dos portais os envia a uma missão sem volta ao Sul Brilhante para esconder os braceletes. De lá não podem voltar sem o bracelete reforjado. O Portal foi selado atrás deles e só será novamente aberto por um dia em dez anos, isto é em 01-10-1389.
Em Haluahh buscam uma fazenda para comprar e estabelecer, mas em uma confusão, Kage entra em sua fúria e mata Lothar. Com o coração apertado de remorso, joga fora seu machado personalizado e abandona o grupo com objetivo de minerar ouro e ressuscitar o paladino.
O restante do grupo segue para o nordeste do reino em busca dos templos e encontram o último sacerdote de Lathander. Ele acolhe os aventureiros e ressucita Lothar em troca do cumprimento de uma missão. Precisam recuperar os livros perdidos no Castelo do Equinox. Este aparece apenas durante o dia do meio do ano e do fim do ano.
Conhece Laiandra, uma jovem e bela mulher filha de aristocratas com quem se casa.
Ali os aventureiros se aventuram e atravessam seis meses como se houvesse passado um dia. Com os livros em mãos, o Clérigo treina Tord Mor sobre as artes da vida e este recupera seu posto junto a Lathander se tornando um Discípulo Divino. Tendo sua missão cumprida, o Clérigo desaparece como ocorreu com todos os demais clérigos do mundo, dizendo que irá se juntar a Lathander em uma importante missão.
Recuperado volta a Halarahh, onde reencontra Kage. Juntos acabam enfrentando bandidos que estavam fugindo do presídio e passam a trabalhar para a Casa Medani. Entre as missões que realizou para eles inclue-se, recuperar a estátua do Ídolo Radiante, salvamento de Zelina Medani dos bandidos, sumiço do Basilisco de Prata, Tentativa de assassinato do Barão.
Nascem Kyamus e Elestir filhos de Lothar que prontamente compra uma boa casa na parte mais nobre da cidade para junto com sua esposa e filhos viver.
Depois de algumas aventuras e com algum dinheiro em sua algibeira, Lothar assume o templo de Helm nos Cogs. Muitos mendigos se afeiçoam ao paladino que os ajuda com curas e boas palavras.
Contratado para proteger o grande navio Dragão Dourado em sua viagem, se vêem vítima de seqüestro e Kage acaba morto por um golem de ferro. Neste dia Tord Mor faz um grande feito para um clérigo de sua experiência, ressuscita Kage. Com o fracasso da missão, a viagem é adiada.
Algum tempo depois, como efeito colateral do retorno do Ídolo Radiante completo para a casa dos Medani, o mesmo voltou a vida e atacou a cidade, mas os aventureiros o derrotaram e por isso, a casa dos Medani os concedeu o título de heróis 'Mãos de Halarahh'. Segundo maior título que pode ser conferido a um aventureiro.
Tord Mor, triste por ressuscitar um ser maligno, revela toda a história de seu grupo a um bardo. Todos agora sabem do passado de Drift e de sua natureza Lincantropa.
Retornando a viagem no Dragão Dourado, para a distante Selva de Chulk. Muitas intrigas na viagem culminaram na morte de Kelivorn Garra de Prata líder da Casa Vadalis.
Seguindo adentro nas selvas de Chult, Lhorr Bronze partido o guia até os picos de fogo onde Tordalin e Bronks tombam mortos ante os golpes poderosos do gigante da tempestade duardião dos portões dos Templos dos Dragões. Dali seguem até os 12 templos dos dragões. Completados so duelos, retornam a Ishau.
Salvam Ishau do ataque de Valraxaxath porém deixa a escola de magia e Haluahh destruidos pelo ataque do Dragão, que leva os filhos de Lothar como punição pelo roubo de seu ovo.
Junto com Lhorr, invadem o templo do Mestre da Ordem do Dragão e o Matam, liberando o poder das esferas. Este é o fim da Ordem do Dragão, cujos templos vão às ruínas sem as 13 esferas do dragão.
Em busca do cristal elemental ajudam o povo de Havenfast. Enfrentando um Beholder Fantasma, Lothar morre pela segunda vez, mas dada a importância de sua missão, Helm o ressucita e também a Tord Mor e assim revela sua influência junto aos mortais e chama atenção do Mal para suas ações.
Conseguem recuperar o cristal e permanecem na cidade para ajudar Elevorn. Drift desaparece ao pular em um portal para o Inferno. O portal é fechado por Tord e o Bracelete do Gelo Eterno é perdido.
Enganado por Kiarana, Lothar convence Tauros a entregar o bracelete para o Dragão Negro conhecido como Valraxaxath. Enviam o Dragão e os dois filhos de Lothar pelo portal, não se sabe para onde e quando e são enviados um ano no futuro e encontram o mundo em Caos ao retornarem.
Morre Helm por razões desconhecidas por Lothar, que perde todas suas habilidades e se revolta.
Drift retorna dos mortos pelas mãos de Zalathorn que põe as mão no Bracelete do Gelo Eterno com o objetivo de tornar-se um deus e enfrentar o Cavaleiro Negro que agora tem o outro Bracelete.
Volta a Melinir e encontra Pedro Obarskyr como Líder da cidade. Tord Mor restaura a ordem religiosa da cidade agora como seguidores de Lathander e Lothar se torna paladino do Sol Nascente.
Drift o guerreiro - Ativo
Atualmente - Garra da Tempestade - 1383 – Ano Guerreiro Vingado
Humano
Guerreiro 8 / Cavaleiro 5
Bondoso
Nível: 13
Terra Natal: Poço da Montanha / Cormyr
Nacimento: 1855
Nascido ao norte do Vale das Sombras e ao sul do Vale da Adaga, Drift nasceu entre as colinas, colinas as quais abrigam a cidade Poço da Montanha que por sua vez abriga um povo muito teimoso porém honrado. Os anões do escudo e os gnomos das profundezas. Foram estes dois povos que abrigaram a recém família que vagava pela as trilhas entre as colinas a procura de um lugar para se abrigar contras o inverno, que queima com seu frio e rasgava com seus ventos gelados.
Josh O ferreiro e sua esposa Marilha passaram vários meses junto aos anões e os gnomos. Josh trabalhava como ferreiro, utilizado de sua boa educação e trato para comercializar as fabulosas maravilhas inventadas pelos gnomes e os poderosos trabalhos de ferro construído pelos anões, entre os humanos e elfos das terras dos vales. Marilha cuidava de seu filho Drifty e ensinava ao povo a arte do bordado e costura. O inverso passou assim como muitas primaveras e verões. Josh e Marilha haviam se apegado a esse povo como se fosse o seu próprio povo, eles se acostumaram a viver sobre a terra e a escuridão. Não costumavam conversar muito sobre sua história passada e tão pouco viajava para sul, alem das terras dos vales. Diziam não existe nada no passado que valesse a penas relembrar e o importante é o que o futuro lhes trará.
Durante todos os invernos Drift passava a maior parte do tempo com seu pai. Que lhe ensinou o ofício de ferreiro, permitindo a Drift adquirir sua força e o interesse por uma outra arte, a arte de construir e manejar armas. Drift aproveitava que a casa onde morava ficava a poucos salões da academia dos anões defensores para espiar e oferecer os seus serviços como escudeiro e armeiro, caso alguma armadura ou arma precisasse ser ajustada ou afiada.
Durante o tempo que passou dentro da academia, Drifty recebeu um convite de um dos mestres da academia, para estudar os segredos das artes da guerra. Mestre Tordrum havia observado o jovem humano, que apreciava as lutas e torneios tão entusiasmados como se estivesse nascido de uma família de guerreiros. Tordrum havia ensinado muitos anões a ser tornar guerreiros poderosos, mas nunca tive a chance ou desafio de tornar um humano em algo que pudesse ser chamado de Guerreiro. Tordrum destinado a tornar esse jovem humano de ombros largos a se tornar um guerreiro convidou Drift para entrar e estudar na academia, mas para isso ele teria de estudar a língua, escrita e os costumes do povo anão, de seu povo Drift, havia dito Tordrum. Drift espantado com o convite mais alegre por poder fazer algo que no fundo ele sabia que era o seu destino, iniciou os estudos na língua anã Dethek e com isso acabou por cultuar o grande rei anão, Morandim o Forjador de Almas.
Após vários invernos Drift se tornou Drift do Poço da Montanha. Nome dado a ele por seu Mestre Tordrum, Bigorna Dourada, no dia de sua consagração como guerreiro formado na academia dos anões defensores. Tordrum como presente de formatura e pelo belo trabalho desempenhado por Drift, tanto na parte da luta como nos estudos da cultura anã, deu-lhe sua primeira arma verdadeira, uma espada de duas mãos. Tordrum costumava dizer que como Drift era grande, deveria usar algo apropriado pelo seu tamanho, nada de usar uma espada curta ou uma machadinha, uma montante, uma espada com 2 metros de tamanho com título “Poço da Montanha” gravado em Dethek na lamina da espada seria o seu presente.
Após seu treinamento, Drift iniciou sua vida de guerreiro, tendo seu primeiro combate no mesmo solo onde ele havia derramado seu suor e com a mesma raça que havia ensinado a balançar sua espada. Drift participou da defesa da cidade em uma das tentativas dos Duergas de tomar o terceiro nível na cidade, mas graças a seu treinamento e seus companheiros, o povo do Poço da Montanha saiu vitorioso. Com essa guerra Drift aprendeu muito mais do que esperava, morte, sofrimento e amizade. Drift conhecera um de seus melhores amigos que até hoje, quando lhes conto minha história caminha comigo. Kage Fan´Guard, um dos anões do mesmo pelotão que junto com Drift ajudou a proteger a parte sul da cidade contra a invasão. Kage e Drift se tornaram grandes amigos, eles costumavam trabalhar juntos, nas patrulhas ao redor da montanha e quando alguns dos comerciantes precisavam de escolta até as terras dos vales.
Com suas viagens até outras terras fora da terra, Drifty viu crescer em seu peito algo que estava adormecido e que me deixa até hoje inquieto. Comecei a me questionar sobre meu nascimento e sobre a vida de meus pais antes do inverno de nossa chegada até a cidade. Como um ferreiro teria aprendido bons modos e ter o conhecimento que ele tem sobre a nobreza? Onde minha mãe havia aprendido a bordar roupas de nobres tão bem? Foi em uma destas discussões que Josh O ferreiro me contou à história que está no passado.
Drift era filho de Trindala escudo púrpura, um senhor de terras e membro da alta sociedade de Cormyr. Trindala era um senhor feudal seu feudo era próximo da cidade Arabeu. Suas terras eram cultivadas por famílias de camponeses, que viviam em armonia até Drifty nascer. Com seu nascimento Dirtos Spiazzi, o vassalo de seu pai Trindala iniciou seu golpe para tirar Trindala do controle do feudo. Tomado pelo ódio e medo de perder as terras dadas por Trindala a Drifty, Dirtos iniciou a revoltas entre os camponeses. Dirtos havia envenenado o poço do feudo, contratado saqueadores Goblins, enfeitiçado e acusado Trindala de ser um bruxo amaldiçoado, que estaria se organizando com os Goblins para acabar com todos que ali viviam. Os camponeses encantados por uma fúria nunca antes vistas, invadiram furiosos a casa gritando e balançando suas tochas para levar o bruxo amaldiçoada a fogueira. Trindala ao perceber ordenou ao criado Josh e a sua esposa bordadeira Marilha que pegasse seu filho recém nascido fugisse para o norte, alem das terras dos vales.
Após sua fuga Josh e Marilha ficaram instalados em Tilverton, onde foram perseguidos pelos Goblins a mando de Dirtos e mais uma vez foram obrigados a fugirem, mas não antes de escrever uma carta avisando os amigos de Trindala sobres os últimos acontecimentos. Os Cavaleiros Púrpura, amigos de Trindala, sabendo do acontecido juntaram um pequeno grupo que atacaram o feudo, obrigando os goblins a fugirem, mas com eles Dirtos também fugiu, levando com sigo os tesouros e o escudo púrpura de Trindala, sua marca entre os cavaleiro púrpura.
Após o episódio da invasão algumas cartas foram trocadas entre Josh e os Cavaleiros Púrpura. Josh não deseja voltar a ver o feudo que acabou com a vida de seu senhor, e teme que Dirtos volte e tente, mais uma vez acabar com eles. Então, até hoje Josh e Marilha vivem no poço da montanha enquanto Drift, vaga pelo mundo atrás daquele que acabou com a vida de seus dois pais e a sua. Ele procura pelo escudo púrpura, símbolo de sua família, para voltar a Cormyr e reivindicar o que é seu por direito. Seu feudo e um lugar entre os Cavaleiros Púrpuro, deixado por seu pai Trindala.
Um dos fundadores originais dos Gladiadores da Colina Distante, Drift e seu grupo foram contratados por Telenor, chefe da guarda do Vale das Sombras para escoltar uma carruagem até Quaterdeck, onde conheceu Felestar, chefe da guarda de Quaterdeck.
Ali foram muito bem recebidos pelos moradores locais.
Mais tarde, foi com Felestar em uma viagem de reconhecimento a oeste do Vale das Sombras, onde enfrentaram um Gigante e quase foram mortos tendo de voltar fugidos.
De volta ao Vale das Sombras, foi contratado por Aurin, Manto Roxo para explorar as Colinas sobre o Poço da Montanha em busca de um Templo Oculto que guardava uma poderosa bola de cristal desejada por Aurin.
Durante a missão, resgatou Kyamus, Paladino de Torm de sua prisão imposta por seu terrível irmão Elestir, morto a mais de mil anos.
Voltou mais tarde ao templo para recuperar as Duas Espadas de Kyamus e Elestir.
Partiu para a Árvore Élfica levando escondido um amuleto de Lord Mongry para Jessail, Cabelos de Fogo.
Forjou um amuleto falso para ajudar no disfarce que se provou muito útil enganando os Drows.
Na Árvore Élfica ajudou a proteger a cidade contra os goblins da Mão Vermelha que invadiam os depósitos e tumbas subterrâneos.
Logo depois seguiu para o norte, onde ocorreria um acordo de união de forças entre os goblins, hobgoblins e orks.
Deixando pra trás desprotegidos os habitantes da região, vítimas de ataques dos goblins das Minas de Prata, acreditando que John, o amigo dos elfos, seria avisado a tempo.
Atacado pelos Mercenários das Garras de Ferro, acabou capturado e vendido como escravo na arena da Colina Distante.
Na Arena recebeu a marca de um triangulo em seu braço direito, marca de gladiador.
Venceu ileso os combates na arena sendo, assim, selecionado para enfrentar a nova criatura da arena, um Lobsomem. Neste combate, ferido, se tornou um Lyncantropo, condição que permitiu que fugisse da arena matando mais de 50 homens, a maioria escravos da arena.
Fora da arena reencontrou com o grupo e chegando voltando a Árvore Élfica, descobriu que havia falhado na tentativa de impedir a Aliança Negra e por isso, a cidade élfica foi destruída com seus 500 habitante. John, o amigo dos elfos, sobrevivente do massacre, o acusou, amaldiçoou seu nome e o expulsou de Cormanthor, o abandonando no meio da floresta.
Voltou a Ashabenfort escoltando Bertra para que pudesse entregar um bilhete de Jessail à senhora da Abadia do Fardo Dourado.
A viagem foi longa e tortuosa, pois o caminho teve de ser desviado passando por Harrowdale e Scardale.
Na viagem, um cavaleiro chamado Sir. Greenhilt, Espada de Fogo tentou prende-los pelas mortes na Colina Distante e foi brutalmente assassinado pelo grupo, o tornando infame e sendo finalmente associado aos demais membros dos Gladiadores da Colina Distante.
Descobriu através de Alena, senhora da Abadia do Fardo Dourado, que é um dos Mensageiros do Caos, um mero instrumento do poderoso e misterioso Cavaleiro Negro em seu jogo de destruição e conquista.
Sendo assim, por onde passa, Drift leva consigo a Destruição e o Caos, a Morte e o Sofrimento.
De volta ao Vale das Sombras, tentando pedir ajuda ao inacessível Elminter, o Sábio, foi obrigado a fugir novamente, mas desta vez em busca de um Bracelete do Gelo Eterno, único item capaz de salvar Aurin Manto Roxo que se encontra sobre efeito de uma aparente terrível magia causada provavelmente por sua bola de cristal.
Segue com o grupo para Cormyr, mas acabam tendo de enfrentar os Homens da Colina Gritante causando a morte de seu clérigo de Tyr Eric e enfrenta também Grund, o Ogro Mago antes de chegar a Arabel.
A pedido de Sir William segue até Nimroc mas cansado por causa de suas transformações dorme na tavenra enquanto os amigos resgatam trinta e cinco prisioneiros das mãos de um monstro chamado Xrirtraks. Uma grande festa em Nimroc comemora o resgate.
Em Suzail, tenta obter seus documentos e acaba preso. Livre da pena de morte, se junta ao exército e participa dos jogos da arena para classificação.
A princesa Alusair é morta e Pedro, seu futuro herdeiro é preso acusado de sua morte. Junto ao aventureiros liberta Pedro e ele o ajuda a obter a chave para chegar ao Bracelete do Gelo Eterno. Juntos fogem para Melinir guiados por Lothar e por pouco escapam da fúria do Cavaleiro Negro montado em seu negro Dragão.
De Melinir é levado ao Vale do Vento Gélido onde precisa enfrentar um gigantesco Verme do Gelo que engoliu um dos Braceletes. Infelizmente este bracelete acabou destruído, sobrando apenas um pequeno pedaço.
De volta a Melinir, os guardiões dos portais os envia a uma missão sem volta ao Sul Brilhante para esconder os braceletes. De lá não podem voltar sem o bracelete reforjado. O Portal foi selado atrás deles e só será novamente aberto por um dia em dez anos, isto é em 01-10-1389.
Em Haluahh buscam uma fazenda para comprar e estabelecer, mas em uma confusão, Kage entra em sua fúria e mata Lothar. Com o coração apertado de remorso, joga fora seu machado personalizado e abandona o grupo com objetivo de minerar ouro e ressuscitar o paladino.
O restante do grupo segue para o nordeste do reino em busca dos templos e encontram o último sacerdote de Lathander. Ele acolhe os aventureiros e ressucita Lothar em troca do cumprimento de uma missão. Precisam recuperar os livros perdidos no Castelo do Equinox. Este aparece apenas durante o dia do meio do ano e do fim do ano. Nesta viagem leva Daniele, uma humana que lhe ensina a língua local. Por ela Drift se apaixona.
Ali os aventureiros se aventuram e atravessam seis meses como se houvesse passado um dia. Com os livros em mãos, o Clérigo treina Tord Mor sobre as artes da vida e este recupera seu posto junto a Lathander se tornando um Discípulo Divino. Tendo sua missão cumprida, o Clérigo desaparece como ocorreu com todos os demais clérigos do mundo, dizendo que irá se juntar a Lathander em uma importante missão.
Recuperado volta a Halarahh, onde reencontra Kage. Juntos acabam enfrentando bandidos que estavam fugindo do presídio e passam a trabalhar para a Casa Medani. Entre as missões que realizou para eles inclue-se, recuperar a estátua do Ídolo Radiante, salvamento de Zelina Medani dos bandidos, sumiço do Basilisco de Prata, Tentativa de assassinato do Barão.
Depois de algumas aventuras e com algum dinheiro em sua algibeira, Drift se casa com Daniela e compram uma pequena casa próxima a torre de seus amigos. Na casa monta uma pequena academia, sem muito sucesso.
Contratado para proteger o grande navio Dragão Dourado em sua viagem, se vêem vítima de seqüestro e Kage acaba morto por um golem de ferro. Neste dia Tord Mor faz um grande feito para um clérigo de sua experiência, ressuscita Kage. Com o fracasso da missão, a viagem é adiada.
Algum tempo depois, como efeito colateral do retorno do Ídolo Radiante completo para a casa dos Medani, o mesmo voltou a vida e atacou a cidade, mas os aventureiros o derrotaram e por isso, a casa dos Medani os concedeu o título de heróis 'Mãos de Halarahh'. Segundo maior título que pode ser conferido a um aventureiro.
Tord Mor, triste por ressuscitar um ser maligno, revela toda a história de seu grupo a um bardo. Todos agora sabem do passado de Drift e de sua natureza Lincantropa.
Retornando a viagem no Dragão Dourado, para a distante Selva de Chulk. Muitas intrigas na viagem culminaram na morte de Kelivorn Garra de Prata líder da Casa Vadalis.
Seguindo adentro nas selvas de Chult, Lhorr Bronze partido o guia até os picos de fogo onde Tordalin e Bronks tombam mortos ante os golpes poderosos do gigante da tempestade duardião dos portões dos Templos dos Dragões. Dali seguem até os 12 templos dos dragões. Completados so duelos, retornam a Ishau.
Salvam Ishau do ataque de Valraxaxath porém deixa a escola de magia e Haluahh destruidos pelo ataque do Dragão, que leva os filhos de Lothar como punição pelo roubo de seu ovo.
Junto com Lhorr, invadem o templo do Mestre da Ordem do Dragão e o Matam, liberando o poder das esferas. Este é o fim da Ordem do Dragão, cujos templos vão às ruínas sem as 13 esferas do dragão.
Em busca do cristal elemental ajudam o povo de Havenfast. Conseguem recuperar o cristal e permanecem na cidade para ajudar Elevorn. Drift desaparece ao pular em um portal para o Inferno. O portal é fechado por Tord e o Bracelete do Gelo Eterno é perdido.
Nada se sabe sobre os negros dias de Drift além do portal para o inferno, apenas que lá ele sucumbiu.
Drift retorna dos mortos pelas mãos de Zalathorn que põe as mão no Bracelete do Gelo Eterno com o objetivo de tornar-se um deus e enfrentar o Cavaleiro Negro que agora tem o outro Bracelete.
Volta a Melinir e encontra Pedro Obarskyr como Líder da cidade. Tord Mor restaura a ordem religiosa da cidade agora como seguidores de Lathande.
Humano
Guerreiro 8 / Cavaleiro 5
Bondoso
Nível: 13
Terra Natal: Poço da Montanha / Cormyr
Nacimento: 1855
Nascido ao norte do Vale das Sombras e ao sul do Vale da Adaga, Drift nasceu entre as colinas, colinas as quais abrigam a cidade Poço da Montanha que por sua vez abriga um povo muito teimoso porém honrado. Os anões do escudo e os gnomos das profundezas. Foram estes dois povos que abrigaram a recém família que vagava pela as trilhas entre as colinas a procura de um lugar para se abrigar contras o inverno, que queima com seu frio e rasgava com seus ventos gelados.
Josh O ferreiro e sua esposa Marilha passaram vários meses junto aos anões e os gnomos. Josh trabalhava como ferreiro, utilizado de sua boa educação e trato para comercializar as fabulosas maravilhas inventadas pelos gnomes e os poderosos trabalhos de ferro construído pelos anões, entre os humanos e elfos das terras dos vales. Marilha cuidava de seu filho Drifty e ensinava ao povo a arte do bordado e costura. O inverso passou assim como muitas primaveras e verões. Josh e Marilha haviam se apegado a esse povo como se fosse o seu próprio povo, eles se acostumaram a viver sobre a terra e a escuridão. Não costumavam conversar muito sobre sua história passada e tão pouco viajava para sul, alem das terras dos vales. Diziam não existe nada no passado que valesse a penas relembrar e o importante é o que o futuro lhes trará.
Durante todos os invernos Drift passava a maior parte do tempo com seu pai. Que lhe ensinou o ofício de ferreiro, permitindo a Drift adquirir sua força e o interesse por uma outra arte, a arte de construir e manejar armas. Drift aproveitava que a casa onde morava ficava a poucos salões da academia dos anões defensores para espiar e oferecer os seus serviços como escudeiro e armeiro, caso alguma armadura ou arma precisasse ser ajustada ou afiada.
Durante o tempo que passou dentro da academia, Drifty recebeu um convite de um dos mestres da academia, para estudar os segredos das artes da guerra. Mestre Tordrum havia observado o jovem humano, que apreciava as lutas e torneios tão entusiasmados como se estivesse nascido de uma família de guerreiros. Tordrum havia ensinado muitos anões a ser tornar guerreiros poderosos, mas nunca tive a chance ou desafio de tornar um humano em algo que pudesse ser chamado de Guerreiro. Tordrum destinado a tornar esse jovem humano de ombros largos a se tornar um guerreiro convidou Drift para entrar e estudar na academia, mas para isso ele teria de estudar a língua, escrita e os costumes do povo anão, de seu povo Drift, havia dito Tordrum. Drift espantado com o convite mais alegre por poder fazer algo que no fundo ele sabia que era o seu destino, iniciou os estudos na língua anã Dethek e com isso acabou por cultuar o grande rei anão, Morandim o Forjador de Almas.
Após vários invernos Drift se tornou Drift do Poço da Montanha. Nome dado a ele por seu Mestre Tordrum, Bigorna Dourada, no dia de sua consagração como guerreiro formado na academia dos anões defensores. Tordrum como presente de formatura e pelo belo trabalho desempenhado por Drift, tanto na parte da luta como nos estudos da cultura anã, deu-lhe sua primeira arma verdadeira, uma espada de duas mãos. Tordrum costumava dizer que como Drift era grande, deveria usar algo apropriado pelo seu tamanho, nada de usar uma espada curta ou uma machadinha, uma montante, uma espada com 2 metros de tamanho com título “Poço da Montanha” gravado em Dethek na lamina da espada seria o seu presente.
Após seu treinamento, Drift iniciou sua vida de guerreiro, tendo seu primeiro combate no mesmo solo onde ele havia derramado seu suor e com a mesma raça que havia ensinado a balançar sua espada. Drift participou da defesa da cidade em uma das tentativas dos Duergas de tomar o terceiro nível na cidade, mas graças a seu treinamento e seus companheiros, o povo do Poço da Montanha saiu vitorioso. Com essa guerra Drift aprendeu muito mais do que esperava, morte, sofrimento e amizade. Drift conhecera um de seus melhores amigos que até hoje, quando lhes conto minha história caminha comigo. Kage Fan´Guard, um dos anões do mesmo pelotão que junto com Drift ajudou a proteger a parte sul da cidade contra a invasão. Kage e Drift se tornaram grandes amigos, eles costumavam trabalhar juntos, nas patrulhas ao redor da montanha e quando alguns dos comerciantes precisavam de escolta até as terras dos vales.
Com suas viagens até outras terras fora da terra, Drifty viu crescer em seu peito algo que estava adormecido e que me deixa até hoje inquieto. Comecei a me questionar sobre meu nascimento e sobre a vida de meus pais antes do inverno de nossa chegada até a cidade. Como um ferreiro teria aprendido bons modos e ter o conhecimento que ele tem sobre a nobreza? Onde minha mãe havia aprendido a bordar roupas de nobres tão bem? Foi em uma destas discussões que Josh O ferreiro me contou à história que está no passado.
Drift era filho de Trindala escudo púrpura, um senhor de terras e membro da alta sociedade de Cormyr. Trindala era um senhor feudal seu feudo era próximo da cidade Arabeu. Suas terras eram cultivadas por famílias de camponeses, que viviam em armonia até Drifty nascer. Com seu nascimento Dirtos Spiazzi, o vassalo de seu pai Trindala iniciou seu golpe para tirar Trindala do controle do feudo. Tomado pelo ódio e medo de perder as terras dadas por Trindala a Drifty, Dirtos iniciou a revoltas entre os camponeses. Dirtos havia envenenado o poço do feudo, contratado saqueadores Goblins, enfeitiçado e acusado Trindala de ser um bruxo amaldiçoado, que estaria se organizando com os Goblins para acabar com todos que ali viviam. Os camponeses encantados por uma fúria nunca antes vistas, invadiram furiosos a casa gritando e balançando suas tochas para levar o bruxo amaldiçoada a fogueira. Trindala ao perceber ordenou ao criado Josh e a sua esposa bordadeira Marilha que pegasse seu filho recém nascido fugisse para o norte, alem das terras dos vales.
Após sua fuga Josh e Marilha ficaram instalados em Tilverton, onde foram perseguidos pelos Goblins a mando de Dirtos e mais uma vez foram obrigados a fugirem, mas não antes de escrever uma carta avisando os amigos de Trindala sobres os últimos acontecimentos. Os Cavaleiros Púrpura, amigos de Trindala, sabendo do acontecido juntaram um pequeno grupo que atacaram o feudo, obrigando os goblins a fugirem, mas com eles Dirtos também fugiu, levando com sigo os tesouros e o escudo púrpura de Trindala, sua marca entre os cavaleiro púrpura.
Após o episódio da invasão algumas cartas foram trocadas entre Josh e os Cavaleiros Púrpura. Josh não deseja voltar a ver o feudo que acabou com a vida de seu senhor, e teme que Dirtos volte e tente, mais uma vez acabar com eles. Então, até hoje Josh e Marilha vivem no poço da montanha enquanto Drift, vaga pelo mundo atrás daquele que acabou com a vida de seus dois pais e a sua. Ele procura pelo escudo púrpura, símbolo de sua família, para voltar a Cormyr e reivindicar o que é seu por direito. Seu feudo e um lugar entre os Cavaleiros Púrpuro, deixado por seu pai Trindala.
Um dos fundadores originais dos Gladiadores da Colina Distante, Drift e seu grupo foram contratados por Telenor, chefe da guarda do Vale das Sombras para escoltar uma carruagem até Quaterdeck, onde conheceu Felestar, chefe da guarda de Quaterdeck.
Ali foram muito bem recebidos pelos moradores locais.
Mais tarde, foi com Felestar em uma viagem de reconhecimento a oeste do Vale das Sombras, onde enfrentaram um Gigante e quase foram mortos tendo de voltar fugidos.
De volta ao Vale das Sombras, foi contratado por Aurin, Manto Roxo para explorar as Colinas sobre o Poço da Montanha em busca de um Templo Oculto que guardava uma poderosa bola de cristal desejada por Aurin.
Durante a missão, resgatou Kyamus, Paladino de Torm de sua prisão imposta por seu terrível irmão Elestir, morto a mais de mil anos.
Voltou mais tarde ao templo para recuperar as Duas Espadas de Kyamus e Elestir.
Partiu para a Árvore Élfica levando escondido um amuleto de Lord Mongry para Jessail, Cabelos de Fogo.
Forjou um amuleto falso para ajudar no disfarce que se provou muito útil enganando os Drows.
Na Árvore Élfica ajudou a proteger a cidade contra os goblins da Mão Vermelha que invadiam os depósitos e tumbas subterrâneos.
Logo depois seguiu para o norte, onde ocorreria um acordo de união de forças entre os goblins, hobgoblins e orks.
Deixando pra trás desprotegidos os habitantes da região, vítimas de ataques dos goblins das Minas de Prata, acreditando que John, o amigo dos elfos, seria avisado a tempo.
Atacado pelos Mercenários das Garras de Ferro, acabou capturado e vendido como escravo na arena da Colina Distante.
Na Arena recebeu a marca de um triangulo em seu braço direito, marca de gladiador.
Venceu ileso os combates na arena sendo, assim, selecionado para enfrentar a nova criatura da arena, um Lobsomem. Neste combate, ferido, se tornou um Lyncantropo, condição que permitiu que fugisse da arena matando mais de 50 homens, a maioria escravos da arena.
Fora da arena reencontrou com o grupo e chegando voltando a Árvore Élfica, descobriu que havia falhado na tentativa de impedir a Aliança Negra e por isso, a cidade élfica foi destruída com seus 500 habitante. John, o amigo dos elfos, sobrevivente do massacre, o acusou, amaldiçoou seu nome e o expulsou de Cormanthor, o abandonando no meio da floresta.
Voltou a Ashabenfort escoltando Bertra para que pudesse entregar um bilhete de Jessail à senhora da Abadia do Fardo Dourado.
A viagem foi longa e tortuosa, pois o caminho teve de ser desviado passando por Harrowdale e Scardale.
Na viagem, um cavaleiro chamado Sir. Greenhilt, Espada de Fogo tentou prende-los pelas mortes na Colina Distante e foi brutalmente assassinado pelo grupo, o tornando infame e sendo finalmente associado aos demais membros dos Gladiadores da Colina Distante.
Descobriu através de Alena, senhora da Abadia do Fardo Dourado, que é um dos Mensageiros do Caos, um mero instrumento do poderoso e misterioso Cavaleiro Negro em seu jogo de destruição e conquista.
Sendo assim, por onde passa, Drift leva consigo a Destruição e o Caos, a Morte e o Sofrimento.
De volta ao Vale das Sombras, tentando pedir ajuda ao inacessível Elminter, o Sábio, foi obrigado a fugir novamente, mas desta vez em busca de um Bracelete do Gelo Eterno, único item capaz de salvar Aurin Manto Roxo que se encontra sobre efeito de uma aparente terrível magia causada provavelmente por sua bola de cristal.
Segue com o grupo para Cormyr, mas acabam tendo de enfrentar os Homens da Colina Gritante causando a morte de seu clérigo de Tyr Eric e enfrenta também Grund, o Ogro Mago antes de chegar a Arabel.
A pedido de Sir William segue até Nimroc mas cansado por causa de suas transformações dorme na tavenra enquanto os amigos resgatam trinta e cinco prisioneiros das mãos de um monstro chamado Xrirtraks. Uma grande festa em Nimroc comemora o resgate.
Em Suzail, tenta obter seus documentos e acaba preso. Livre da pena de morte, se junta ao exército e participa dos jogos da arena para classificação.
A princesa Alusair é morta e Pedro, seu futuro herdeiro é preso acusado de sua morte. Junto ao aventureiros liberta Pedro e ele o ajuda a obter a chave para chegar ao Bracelete do Gelo Eterno. Juntos fogem para Melinir guiados por Lothar e por pouco escapam da fúria do Cavaleiro Negro montado em seu negro Dragão.
De Melinir é levado ao Vale do Vento Gélido onde precisa enfrentar um gigantesco Verme do Gelo que engoliu um dos Braceletes. Infelizmente este bracelete acabou destruído, sobrando apenas um pequeno pedaço.
De volta a Melinir, os guardiões dos portais os envia a uma missão sem volta ao Sul Brilhante para esconder os braceletes. De lá não podem voltar sem o bracelete reforjado. O Portal foi selado atrás deles e só será novamente aberto por um dia em dez anos, isto é em 01-10-1389.
Em Haluahh buscam uma fazenda para comprar e estabelecer, mas em uma confusão, Kage entra em sua fúria e mata Lothar. Com o coração apertado de remorso, joga fora seu machado personalizado e abandona o grupo com objetivo de minerar ouro e ressuscitar o paladino.
O restante do grupo segue para o nordeste do reino em busca dos templos e encontram o último sacerdote de Lathander. Ele acolhe os aventureiros e ressucita Lothar em troca do cumprimento de uma missão. Precisam recuperar os livros perdidos no Castelo do Equinox. Este aparece apenas durante o dia do meio do ano e do fim do ano. Nesta viagem leva Daniele, uma humana que lhe ensina a língua local. Por ela Drift se apaixona.
Ali os aventureiros se aventuram e atravessam seis meses como se houvesse passado um dia. Com os livros em mãos, o Clérigo treina Tord Mor sobre as artes da vida e este recupera seu posto junto a Lathander se tornando um Discípulo Divino. Tendo sua missão cumprida, o Clérigo desaparece como ocorreu com todos os demais clérigos do mundo, dizendo que irá se juntar a Lathander em uma importante missão.
Recuperado volta a Halarahh, onde reencontra Kage. Juntos acabam enfrentando bandidos que estavam fugindo do presídio e passam a trabalhar para a Casa Medani. Entre as missões que realizou para eles inclue-se, recuperar a estátua do Ídolo Radiante, salvamento de Zelina Medani dos bandidos, sumiço do Basilisco de Prata, Tentativa de assassinato do Barão.
Depois de algumas aventuras e com algum dinheiro em sua algibeira, Drift se casa com Daniela e compram uma pequena casa próxima a torre de seus amigos. Na casa monta uma pequena academia, sem muito sucesso.
Contratado para proteger o grande navio Dragão Dourado em sua viagem, se vêem vítima de seqüestro e Kage acaba morto por um golem de ferro. Neste dia Tord Mor faz um grande feito para um clérigo de sua experiência, ressuscita Kage. Com o fracasso da missão, a viagem é adiada.
Algum tempo depois, como efeito colateral do retorno do Ídolo Radiante completo para a casa dos Medani, o mesmo voltou a vida e atacou a cidade, mas os aventureiros o derrotaram e por isso, a casa dos Medani os concedeu o título de heróis 'Mãos de Halarahh'. Segundo maior título que pode ser conferido a um aventureiro.
Tord Mor, triste por ressuscitar um ser maligno, revela toda a história de seu grupo a um bardo. Todos agora sabem do passado de Drift e de sua natureza Lincantropa.
Retornando a viagem no Dragão Dourado, para a distante Selva de Chulk. Muitas intrigas na viagem culminaram na morte de Kelivorn Garra de Prata líder da Casa Vadalis.
Seguindo adentro nas selvas de Chult, Lhorr Bronze partido o guia até os picos de fogo onde Tordalin e Bronks tombam mortos ante os golpes poderosos do gigante da tempestade duardião dos portões dos Templos dos Dragões. Dali seguem até os 12 templos dos dragões. Completados so duelos, retornam a Ishau.
Salvam Ishau do ataque de Valraxaxath porém deixa a escola de magia e Haluahh destruidos pelo ataque do Dragão, que leva os filhos de Lothar como punição pelo roubo de seu ovo.
Junto com Lhorr, invadem o templo do Mestre da Ordem do Dragão e o Matam, liberando o poder das esferas. Este é o fim da Ordem do Dragão, cujos templos vão às ruínas sem as 13 esferas do dragão.
Em busca do cristal elemental ajudam o povo de Havenfast. Conseguem recuperar o cristal e permanecem na cidade para ajudar Elevorn. Drift desaparece ao pular em um portal para o Inferno. O portal é fechado por Tord e o Bracelete do Gelo Eterno é perdido.
Nada se sabe sobre os negros dias de Drift além do portal para o inferno, apenas que lá ele sucumbiu.
Drift retorna dos mortos pelas mãos de Zalathorn que põe as mão no Bracelete do Gelo Eterno com o objetivo de tornar-se um deus e enfrentar o Cavaleiro Negro que agora tem o outro Bracelete.
Volta a Melinir e encontra Pedro Obarskyr como Líder da cidade. Tord Mor restaura a ordem religiosa da cidade agora como seguidores de Lathande.
Kage Fan’Guard - Ativo
Anão do Escudo
Guerreiro 13 / Bárbaro 1
Caótico e Neutro
Nível: 14
Ficha: Download
For:18 Dex:14 Con:24 Int: 12 Wis:13 Cha:9
HP: 206 (faltam rolar 2 dados)
Terra Natal: Poço da Montanha
Nacimento: O Inverno Profundo - 1317 - O Ano da Serpente Vagante
Dizem por ai que os Anões do Escudo não se importam com os acontecimentos do mundo, que se abrigam em suas escuras e profundas cavernas, e esquecem que existe muito mais coisa alem de pedras e minérios, não podemos dizer que isso não seja verdade, realmente, os Anões não são vistos fazendo parte de seitas ou clãs que tenham um propósito de combater, evitar ou intervir, são do tipo que vivem para seu povo não para os outros, mas a um passo de se rebelarem contra aqueles que os importunam.
Essas Pequenas criaturas são conhecidos por sua habilidade militar, sua capacidade de resistir a castigos físicos e mágicos, seu conhecimento sobre os segredos da terra e sua capacidade de beber cerveja. Seus reinos misteriosos, escavados no interior das montanhas, são famosos pêlos maravilhosos tesouros que produzem para servirem como presentes ou para o comércio.
Os Anões demoram a sorrir ou a brincar e suspeitam muito de estranhos, mas são generosos com os poucos que ganham sua confiança. Valorizam o ouro, as gemas, as jóias e os objetos de artes feito com esses materiais e alguns se sucumbem a ambição.
Anões se dão bem com os gnomos e entre esses gnomos é comum dizer o seguinte juramento: 'Se eu estou mentindo, que eu enraiveça um anão'
Ao norte do vale das sombras existe entre as colinas um lugar chamado Poço da Montanha, entre as profundas escavações vivem o povo dos Anões e dos Gnomos.
Muitas famílias de Anões ali crescem e ali morrem, poucas saem para se aventurarem neste mundo fora das montanhas. Em uma dessas famílias nasceu um Anão que perdeu sua mãe ao lhe dar a luz. Urik Ungart Machado Dourado, ao ver sua mulher morrer ao dar a luz a seu filho, se descontrola ao ponto de cometer um massacre matando mulheres e crianças. Coisa muito anormal dentro de uma comunidade anã, mas todos já sabiam da fúria que acompanhava a família de Urik, uma fúria inexplicável de gelar a alma. Dizem que vem de alguma antiga raça de Anão que hoje não se vê mais, talvez apenas em seu corpo esse sangue corre.
Com isso Urik foge com seu filho frágil e indefeso tendo seu nome retirado pelos Anões. A maior dignidade de um Anão é nome de seu clã.
Sabendo que seu filho precisava de cuidados que apenas uma mãe poderia oferecer, procurou por ajuda pois suas preces a Moradim 'O Forjador de Almas' de nada adiantavam.
Já longe do poço da montanha avistou um acampamento e ao se aproximar, viu um casal de humanos e a eles foi pedir por ajuda. Ao ver o Anão com um bebê no colo, o casal não a nega. Deixando seu filho sobre os cuidados do casal, Elizabett Moar e Kage Fan’Guard, Urik passou a morar em uma cabana próxima.
Com o passar de sete longos anos, Urik se tornou muito amigo do casal, mas este período termina com a morte de Kage Fan’Guard, que ah muito havia pego uma doença e só esperava sua hora chegar. Durante todo este tempo, o filho de Urik não tinha recebido um nome, pois não poder usar mais o nome de seu pai. Urik então em homenagem a Elizabett Moar e seu falecido marido que o ajudou ao longo desses anos decide colocar o nome de seu filho de Kage Fan’Guard.
Decidido a levar seu filho devolta ao poço da montanha, Urik se despede de Kage, lhe dando um forte abraço entrega em suas mãos um anel e uma carta. A última imagem fica de seu pai é de um brilho dourado entrando por entre a neblina.
Ao chegar dentro do poço da montanha, Kage agora estava sozinho e assustado, abordado por um dos guardas do poço da montanha, lhe entrega a carta que seu paia havia lhe dado que dizia:
'Este é Kage Fan’Guard, filho de Urik, que teve o nome retirado e amaldiçoado, sangue de meu sangue. Nele deposito toda minha força e minha coragem. Para ele deixo meu anel que representa tudo de bom que já fiz para meu povo. Nele esta a minha alma e minha e minha vida. Guardei para min toda minha fúria para que ele um dia não venha a ser aquilo que eu fui.
Espero que meu filho seja treinado por Tordum, que ele lhe ensine bem como me ensinou, para que um dia possa retomar a dignidade de nossa família e de nosso nome.
Entrego meu filho a meu amigo Tarklim 'Martelo de Ouro', peço que cuide bem dele e que o ensine a ser um verdadeiro Anão, para que um dia, se eu ainda estiver andando sobre essas terras, eu poça o rever e assim descansar meus ombros em paz.
Diga a meu filho que reze por Elizabett Moar e que honre seu nome.'
Com o passar dos anos Kage Fan’Guard foi treinando, assim como seu pai havia pedido, se tornando um anão forte e bom lutador, costas largas, cabelos longos e escuros, pele marrom, barbas bem feitas e com pequenas jóias, fazendo com que ela se destaca-se.
Sempre perguntando por seu pai e por sua mãe, Tarklim 'Martelo de Ouro' evitava que ele ficasse sabendo dos acontecimentos que levou seu pai a ser expulso e contava que sua mãe deu-lhe a vida para que pude-se estar aqui hoje, tentativas frustadas, pois todos sabiam que Kage Fan’Guard era Filho de Urik, o qual não tinha o nome pronunciado.
Subjugado por não gostar de Moradim e não acreditar nos deuses, não fizera muitos amigos, apenas alguns, dentre eles seu mestre Tordum, Tarklim, os Gnomos Dimble 'tranca Dupla' o inventor e Namfoodle 'Gema em Chamas' o mago.
Um de seus primeiros combates foi em sua terra, dentro das colina, onde havia uma resistência de Duergas, que já haviam tomado o primeiro e o segundo nível do poço da montanha e tentavam invadir o terceiro. A batalha durou alguns dias.
Em meio a muitos anões, Kage sem perceber lutava ao lado de um humano que carregava em suas mãos uma espada tão grande quanto o portador, seus ataques vinham de cima, seus braços compridos e a lamina de sua espada prolongada mantinha os Duergas afastados, enquanto combatia gritava em Dethek, ( Linguagem Anã ) dando ordens e usando táticas de combate anã. Aquilo intrigou Kage, que mais tarde se lembrou dele treinando com Tordum. Seu nome era Drift o Guerreiro.
Com o tempo Drift e Kage foram se tornando amigos.
Após a contenção, poucos Duergas continuaram vivendo no segundo nível.
Os anões ficaram reclusos no terceiro nível atrás de seus grandes portões de ferro que não eram abertos por muito tempo.
Certa vez andando pela rua Kage ouviu o ranger dos dentes de uma engrenagem vindo do lado do portão, logo pegou seu machado e se apreçou para chegar até lá.
Chegando avistou um grupo de aventureiros entrando pelo grande portão, eram cinco pessoas, todos bem armados.
Três humanos vinham caminhando na frente, um deles estava usando um peitoral de aço e uma espada de duas mãos em suas costas. Parecia ser o líder do grupo e caminhava com uma certa elegância que atraia o olhar de Kage.
Ao seu lado estava outro humano tão forte que parecia não combinar com suas duas armas pequenas e frágeis, usava uma armadura de couro e uma capa azul que envolvia todo seu corpo.
Saindo de trás da capa azul de seu companheiro, outro humano surge portando uma armadura de metal e um grande escudo que parecia ser tão rígido quanto uma grande rocha. Carregava um símbolo de algum deus, devido a vida não religiosa de Kage ele não sabia de que deus se tratava.
Logo atrás vinham um Elfo e um Halfling. O Elfo usava uma armadura feita de couro detalhada com alguns pedaços de madeira e folhas de árvore e usava um escudo esquisito de madeira.
Distraído vinha o Halfling com sua mochila estufada de tanta coisa que devia haver ali dentro. Usava um arco curto e em suas mãos uma singela luz azul escapava por entre seus dedos, algo muito intrigante.
Ouvindo então a conversa do grupo com um dos guardas Kage ficou sabendo que eles vinham do Vale das Sombras. - mas como eles passaram pelo elevador do poço da montanha? e como eles passaram pelos Duergas? E por qual motivo o portão foi aberto para eles?
Perguntas que ele não sabia responder.
Nesse momento Kage percebeu que era isso que ele queria, montar um grupo como o desses aventureiros e assim, andar pelo mundo, ganhar dinheiro e encontrar os itens mais raros e cobiçados.
Não apenas pela aventura, mas queria seguir as pistas de seu pai, mesmo sem muita esperança. Sabia que seu paia tinha como os bens mais valiosos da família seu machado anão dourado forjado por Tarklim e seu conjunto de jóias.
Heranças que queria reaver.
Depois de completar seu treinamento, Kage chamou Drift, que havia se tornado um grande amigo, para se unir em uma viagem ao Vale das Sombras, onde já haviam passado rapidamente escoltando algumas mercadorias.
Kage não sabia nada sobre o paradeiro de seu pai, possuia apenas a carta e o anel que eram seus bens mais importantes.
Com eles, partiu para a vida de aventuras onde sonha encontrar tudo aquilo que nunca teve em sua antiga cidade.
Um dos fundadores originais dos Gladiadores da Colina Distante, Kage e seu grupo foram contratados por Telenor, chefe da guarda do Vale das Sombras para escoltar uma carruagem até Quaterdeck.
Ali foram muito bem recebidos pelos moradores locais.
Com o sucesso da missão de escolta, foi contratado por Aurin, Manto Roxo para buscar reagentes para seus experimentos.
Com um mapa escrito por Glorfindel, Swordtaker, um nobre paladino de Torm, membro dos Guardiõs dos Vales.
Conseguiu com sucesso recolher as Flores de Fogo para Aurim e conquistar assim sua confiança e uma vaga entre os vários grupos de aventureiros contratados por ele para muitas aventuras.
Aurim mais uma vez o contratou, mas desta vez para localizar um Templo Oculto nas montanhas sobre o Poço da Montanha.
Ali, a busca foi muito difícil e Kage chegou a nadar em rios subterrâneos a longas distâncias, quase se afogando.
Durante a missão, resgatou Kyamus, Paladino de Torm de sua prisão imposta por seu terrível irmão Elestir, morto a mais de mil anos.
Voltou mais tarde ao templo para recuperar as Duas Espadas de Kyamus e Elestir.
Partiu para a Árvore Élfica levando escondido um amuleto de Lord Mongry para Jessail, Cabelos de Fogo.
Ajudou a proteger a cidade contra os goblins da Mão Vermelha que invadiam os depósitos e tumbas subterrâneos.
Logo depois seguiu para o norte, onde ocorreria um acordo de união de forças entre os goblins, hobgoblins e orks.
Deixando pra trás desprotegidos os habitantes da região, vítimas de ataques dos goblins das Minas de Prata, acreditando que John, o amigo dos elfos, seria avisado a tempo.
Atacado pelos Mercenários das Garras de Ferro, acabou capturado e vendido como escravo na arena da Colina Distante.
Teve todos seus itens roubados e assim perdeu o anel herdado de seu pai.
Na Arena recebeu a marca de um quadrado em seu braço direito, marca de gladiador rebelde e forte, gladiador usado em batalhas até a morte.
O processo de fuga da arena deixou muitos, muitos mortos na cidade e sua cabeça foi posta a prêmio. 100 leões de ouro.
Falhou na tentativa de impedir a Aliança Negra e por isso, a cidade élfica foi destruída com seus 500 habitante.
John, o amigo dos elfos, sobrevivente do massacre, o acusou, amaldiçoou seu nome e o expulsou de Cormanthor, o abandonando no meio da floresta.
Voltou a Ashabenfort escoltando Bertra para que pudesse entregar um bilhete de Jessail à senhora da Abadia do Fardo Dourado.
A viagem foi longa e tortuosa, pois o caminho teve de ser desviado passando por Harrowdale e Scardale.
Na viagem, um cavaleiro chamado Sir. Greenhilt, Espada de Fogo tentou prende-los pelas mortes na Colina Distante e foi brutalmente assassinado pelo grupo, o tornando ainda mais infame.
Descobriu através de Alena, senhora da Abadia do Fardo Dourado, que é um dos Mensageiros do Caos, um mero instrumento do poderoso e misterioso Cavaleiro Negro em seu jogo de destruição e conquista.
Sendo assim, por onde passa, Kage leva consigo a Destruição e o Caos, a Morte e o Sofrimento.
De volta ao Vale das Sombras, tentando pedir ajuda ao inacessível Elminter, o Sábio, foi obrigado a fugir novamente, mas desta vez em busca de um Bracelete do Gelo Eterno, único item capaz de salvar Aurin Manto Roxo que se encontra sobre efeito de uma aparente terrível magia causada provavelmente por sua bola de cristal.
Segue com o grupo para Cormyr, mas acabam tendo de enfrentar os Homens da Colina Gritante causando a morte de seu clérigo de Tyr Eric e enfrenta também Grund, o Ogro Mago antes de chegar a Arabel.
A pedido de Sir William segue até Nimroc onde enfrenta a criatura chamada Xrirtraks e resgata trinta e cinco prisioneiros. Uma grande festa em Nimroc comemora o resgate.
Em Suzail, tenta obter seus documentos e acaba preso. Livre da pena de morte, se junta ao exército e participa dos jogos da arena para classificação.
A princesa Alusair é morta e Pedro, seu futuro herdeiro é preso acusado de sua morte. Junto ao aventureiros liberta Pedro e ele o ajuda a obter a chave para chegar ao Bracelete do Gelo Eterno. Juntos fogem para Melinir guiados por Lothar e por pouco escapam da fúria do Cavaleiro Negro montado em seu negro Dragão.
De Melinir é levado ao Vale do Vento Gélido onde precisa enfrentar um gigantesco Verme do Gelo que engoliu um dos Braceletes. Infelizmente este bracelete acabou destruído, sobrando apenas um pequeno pedaço.
De volta a Melinir, os guardiões dos portais os envia a uma missão sem volta ao Sul Brilhante para esconder os braceletes. De lá não podem voltar sem o bracelete reforjado. O Portal foi selado atrás deles e só será novamente aberto por um dia em dez anos, isto é em 01-10-1389.
Em Haluahh buscam uma fazenda para comprar e estabelecer, mas em uma confusão, Kage entra em sua fúria e mata Lothar. Com o coração apertado de remorso, joga fora seu machado personalizado e abandona o grupo com objetivo de minerar ouro e ressuscitar o paladino.
No caminho para as minas acaba por salvar Lhorr Bronze Partido um Artificer chefe da Casa Cannith que estava sendo seqüestrado. Na casa de Lhorr conhece sua filha Mariarth e acabam ficando juntos, mas Lhorr, em gratidão envia Kage para os pântanos onde com uma tribo de Luxos bárbaros passa um ano treinando e aprendendo a canalizar sua fúria assassina na fúria dos Bárbaros.
O restante do grupo segue para o nordeste do reino em busca dos templos e encontram o último sacerdote de Lathander. Ele acolhe os aventureiros e ressucita Lothar em troca do cumprimento de uma missão. Precisam recuperar os livros perdidos no Castelo do Equinox. Este aparece apenas durante o dia do meio do ano e do fim do ano. Nesta viagem leva Daniele, uma humana que lhe ensina a língua local. Por ela Drift se apaixona.
Ali os aventureiros se aventuram e atravessam seis meses como se houvesse passado um dia. Com os livros em mãos, o Clérigo treina Tord Mor sobre as artes da vida e este recupera seu posto junto a Lathander se tornando um Discípulo Divino. Tendo sua missão cumprida, o Clérigo desaparece como ocorreu com todos os demais clérigos do mundo, dizendo que irá se juntar a Lathander em uma importante missão.
Recuperado volta a Halarahh, onde reencontra Kage. Juntos acabam enfrentando bandidos que estavam fugindo do presídio e passam a trabalhar para a Casa Medani. Entre as missões que realizou para eles inclue-se, recuperar a estátua do Ídolo Radiante, salvamento de Zelina Medani dos bandidos, sumiço do Basilisco de Prata, Tentativa de assassinato do Barão.
Contratado para proteger o grande navio Dragão Dourado em sua viagem, se vêem vítima de seqüestro e Kage acaba morto por um golem de ferro. Neste dia Tord Mor faz um grande feito para um clérigo de sua experiência, ressuscita Kage. Com o fracasso da missão, a viagem é adiada.
Algum tempo depois, como efeito colateral do retorno do Ídolo Radiante completo para a casa dos Medani, o mesmo voltou a vida e atacou a cidade, mas os aventureiros o derrotaram e por isso, a casa dos Medani os concedeu o título de heróis 'Mãos de Halarahh'. Segundo maior título que pode ser conferido a um aventureiro.
Durante a Festa Kage reencontra Mariarth. Ela revela ter dado a luz a um filho. Ela o nomeou Drift em homenagem ao melhor amigo de Kage, pai da criança. Kage conta a Drift e Mariarth convida Drift a ser o padrinho da criança.
Retornando a viagem no Dragão Dourado, para a distante Selva de Chulk. Muitas intrigas na viagem culminaram na morte de Kelivorn Garra de Prata líder da Casa Vadalis.
Seguindo adentro nas selvas de Chult, Lhorr Bronze partido o guia até os picos de fogo onde Tordalin e Bronks tombam mortos ante os golpes poderosos do gigante da tempestade duardião dos portões dos Templos dos Dragões. Dali seguem até os 12 templos dos dragões. Completados so duelos, retornam a Ishau.
Salvam Ishau do ataque de Valraxaxath porém deixa a escola de magia e Haluahh destruidos pelo ataque do Dragão, que leva os filhos de Lothar como punição pelo roubo de seu ovo.
Junto com Lhorr, invadem o templo do Mestre da Ordem do Dragão e o Matam, liberando o poder das esferas. Este é o fim da Ordem do Dragão, cujos templos vão às ruínas sem as 13 esferas do dragão.
Em busca do cristal elemental ajudam o povo de Havenfast, porém Lothar perece ante o Fantasma do Beholder Mago.
Lothar e Tord não recussitados pelo Avatar de Helm e juntos Conseguem recuperar o cristal e permanecem na cidade para ajudar Elevorn. Depois de algumas confusões Kage e Tauros retornam a Halruaa com o crital e deixam os demais ajudando a cidade. Drift desaparece ao pular em um portal para o Inferno. O portal é fechado por Tord e o Bracelete do Gelo Eterno é perdido.
Obrigado a Fugir de Halarahh devido a invasões e ataques para proteger o bracelete, se esconde nas montanhas dos anões ainda em Halruaa. Recebe de herança de Lhorr uma Armadura Anão de adamatine.
Tordalin Morther - Ativo
1259
Elfo do Sol
Clérigo de Lathander
Neutro e Bom
Nível:13
For:14 Dex:18 Con:12 Int: 12 Wis:20 Cha:16
HP: 107
Terra Natal: Cormanthor
Ficha: Download
Nacimento: 1259 - Ano do Punho Vigilante
Tordalin Morther é um elfo que dês de pequeno não se encaixava em sua vila elfica, todos tinham muitos afazeres, mas ele achava aquilo tudo muito recheado de falta de objetivos, a única coisa que ele gostava de fazer era ficar andando pela floresta em busca de aventuras e coisas que ele pude-se realmente se interessar. Ele procurava por algo que realmente significaria para as pessoas, não só de sua vila, mas para todas as outras.
Chegando a sua adolescência ele foi, como todos de sua vila, conversar com o sábio. Este indicava qual caminho eles deveriam seguir. Neste momento, o sábio o mandou para a floresta aonde todos também iam para poder meditar e pensar mais um pouco em suas escolhas só voltando com a escolha feita.
Na floresta ele ficou cerca de três anos ate se deparar com um bando de homens vestidos com um manto preto que seguiram-no aparentemente com objetivos ruins. Ele já estava sem forças para correr quando caiu em um buraco e ficou preso. Neste buraco ele ficou por cerca de dois meses comendo coisas que caíram das arvores, entre elas frutas, pinhas e alguns insetos. Foram os dois meses mais tristes e desesperadores que Tordalin Morther havia vivido, a partir daí ele jurou que preferiria à morte que ficar preso em um buraco, então ele começou bolar um jeito de acabar com sua vida e sair daquela agonia que lhe matava o corpo a mente e a alma pouco a pouco.
Para sua sorte, um viajante avistou o buraco em que ele estava, tirando Tordalin do buraco e ao velo sujo e muito magro, o viajante deu-lhe comida e então curou suas feridas, doenças e sua fraqueza com apenas um toque. Foi então que Tordalin se sentiu muito interessado por aquilo que lhe curou e lhe livrou da morte que o consumia. Tordalin Morther seguiu o homem, ajudando-o a carregar suas coisa por sua jornada através da floresta. Durante a semana que se seguiu, eles iam conversando e cada um falava de sua pessoa, o homem falava bonito como Tordalin Morther nunca tinha escutado antes, nem mesmo o sábio da cidade falava coisas tão bonitas, sensatas e cheias de propósitos.
O viajante lhe falou de muitas coisa como a cidade, aventuras, monstros, amigos e inimigos. Mas uma coisa que chamou muito a atenção de Tordalin Morther foi quando ele falou sobre um tal Lathander, este realmente podia tudo, fazia tudo, e sabia tudo. Então Tordalin Morther quis saber como poderia se tornar um discípulo deste tal Lathander que parecia tão sábio e cheio de propósitos. Então o viajante riu e disse que ele poderia ir para cidade que o apresentaria para Lahander. Este veria se o ajudaria com sua busca e sua vontade de ajudar todas as pessoas deste mundo.
Saindo da floresta Tordalin Morther resolveu perguntar ao viajante, que viajava com ele ha mais de uma semana, seu nome. Então o viajante pensou e pediu que ele o chamasse de 'Bla', assim como todos seus amigos o faziam.
No final deste dia, o ultimo que seguiriam juntos, 'Bla' deu-lhe uma carta escrita em elfico, a qual ele pedia aos pais de Tordalin para que ele pudesse ir para cidade estudar e se tornar um discípulo de Lathander.
Tordalin Morther ficou muito feliz porque 'Bla', tinha lhe dito que Lathander o aceitaria como discípulo e agora ele já tinha uma escolha para comunicar ao sábio. Ele procurou o caminho para sua vila por cerca de um ano entre aquela floresta densa e desafiadora, até avistar entre as arvores uma fumaça negra que saia do meio da floresta, ele a seguiu e avistou seu vilarejo em chamas.
Havia homens de manto preto com um desenho que parecia uma tocha de chamas prateadas, e outros homens com espadas e tochas nas mãos ateando fogo em tudo que viam. Quando Tordalin Morther se preparava para atacar aqueles que queimavam sua vila, ele se sentiu pisando em uma coisa que fazia um som crocante, então ele se viu pisando em um corpo já carbonizado. Neste momento ele sentiu sua mente rodando e tudo ficou escuro.
Quando acordou olhando para cima, ele pensava ter sonhado um sonho ruim, mas isso logo saiu de sua cabeça quando ele viu fumaça no céu e sentiu um cheiro repugnante de corpos carbonizados no ar, então se levantando rapidamente, olhou para aquilo que antes era sua vila e que agora era somente uma mancha escura no chão de sua amada floresta.
O único pensamento que ele tinha e que mais o incomodava naquele momento era que não tinha chegado a tempo para ajudar a combater os invasores, e de declarar ao sábio sua escolha, isto que era um fato vital na vida das pessoas do vilarejo. Andando pela vila e procurado a antiga casa e seus pais, ou o que teria sobrado dela e deles, ele viu entre a fuligem um medalhão que marcava os compromissos do sábio. Recitando as palavras que estavam incrustadas no medalhão ele viu este dizendo:
_Mais uma primavera que Tordalin Morther esta longe da vila e todos estão preocupados com ele, já mandamos patrulhas através da floresta e nada encontramos, estamos certos de que ele não mais esta conosco.
_Nesta primavera irei viajar para encontrar um novo sentido para minha vida, eu levarei a família Morther que já não mais aquenta ficar aqui e ver as lembranças de seu filho que foi engolido pela floresta. Neste momento o peito de Tordalin Morther se encheu de esperança e de felicidade o que durou apenas um único momento. De relance ele viu uma sombra passar por através de umas arvores, ele observou e viu ali um homem falando palavras estranhas em uma língua que ele desconhecia, foi então que ele sentiu sua mente confusa e seu corpo parou. Ele observou o homem sorrindo e se aproximando lentamente, ele então avistou um rosto de pele negra com uma cicatriz de corte em um lado da bochecha, agora ele ficou realmente aterrorizado.
Quando o homem o tocou, o terror fez com que sua mente restabeleceu o controle de seu corpo, e com o medalhão que ele tinha em mãos, ele bateu no homem e viu sangue jorrando e suas pernas saírem em disparada pela mata afora. Ele correu por cerca de quatro horas sem parar ouvindo barulho de apitos atrás dele, até que ele se viu na estrada. Ali ele se lembrou de 'Bla' que tinha seguido na direção norte da estrada. Então começou a correr pela estrada e o fez por cerda de quatro dias, até encontrar uma fazenda onde ele pediu informações a um fazendeiro que parecia não saber falar sua língua. O fazendeiro desistiu de conversa com o elfo e com gesto lhe disse para comer e esperar. Sentindo-se seguro naquele lugar Tordalin Morther esperou, se lavou e se alimentou.
O fazendeiro era de aparecia imponente e chamava-se 'Turder Cerveja de Ouro', ele era casado com Xênia, que também era muito bonita, e tinha duas filhas pequenas Lincite e Laila. Estas ficaram acanhadas com o novato, mas logo depois começaram a mexer e zombar dele, ele fazia o possível para manter o rosto serio apesar das brincadeiras. Na fazenda ele ficou ajudando o fazendeiro, o trabalho era pesado, mas ele se via feliz por ver que o trabalho lhe dava a oportunidade de esquecer o que havia ocorrido.
A fazenda era bonita e ficava em uma descida de pequena inclinação, esta levava ate um pequeno riacho que acabava em um lago. Turder dizia que tinha construído a casa no ponto mais alto para poder vigiar todas suas terras da varanda de casa, a visão era magnífica alem de se poder ver todas as terras dali mesmo, assim como o Turder havia planejado.
Os afazeres de Tordalin eram muito fáceis e pesados, uma hora ele se via cortando trigo, outra fermentando uma mistura esquisita, Turder não gostava que ninguém alem dele e Xênia visse como era feito aquele processo e então ele viu no elfo que não fala sua língua uma pessoa confiável para o ajudar. Outro afazer era cuidar das filhas de Turder, esse trabalho era muito mais pesado que os outros, apesar de novas elas eram muito inquietas e constantemente corriam para fora da propriedade fazendo com que ele sai-se em um busca desesperada por entre as outras fazendas. Os vizinhos no começo acharam estranho um elfo ajudar Turder, este que muitos anos atrás havia matado centenas destes humanóides em uma guerra pela defesas das terras de seu pai, mas logo se acostumaram e também começaram a pedir Tordalin para ajuda-os em alguns afazeres em suas fazendas. Motir Cerveja Quente, Alem Cerveja Escura e Gorte Cerveja Branca se sentiam felizes por ver que o elfo trabalhava sem reclamar, como ele podia se nem sua língua ele falava.
Com o passar do tempo Turder via em Tordalin um amigo de longa data e não mais abusava de sua ajuda, assim como os outros também não mais o faziam. Turder e sua família começaram a ensina-lo sua língua e alguns costumes de seu povo. Turder um dia teve a idéia de ensinar a arte da luta para Tordalin, neste momento Turder se revelou um grande lutador, mas Tordalin o surpreendeu empunhando uma vassoura com se fosse uma espada longa e o desarmou facilmente. Turder ficou muito irritado e disse a Tordalin que aquele tipo de arma não era para homens e sim para nobres metido, assim zangado, ele começou a ensinar como se manuseava sua maça de guerra e um pedaço de madeira que ele dizia ser seu escudo.
Em uma manha o fazendeiro teve a idéia de levar o elfo até o Clérigo da cidade, e porque não aproveitar para rezar e fazer umas compras. De carroça os dois foram até a cidade, e lá o elfo se viu deslumbrado com tantas pessoas e belas construções. Ao parar ele se deparou com a mais bela das construções, lá havia uma construção que era sustentada por um pássaro belíssimo e enorme, ele segurava a construção com suas assas e corpo. Seguindo o fazendeiro por dentro da construção ele se viu tomado em lagrimas quando avistou 'Bla', com um manto e olhando para ele com um ar de vitória, então ele se aproximou e lhe falou:
_ Lathander o espera. Siga-me.
Seguindo 'Bla' ele se viu entrando em uma sala bem bonita, em frente dele havia um disco rosado cortado em quartzo que emitia um brilho ofuscante também rosado. Lá 'Bla' sussurrou palavras estranhas e o elfo se sentiu varrido de toda sua dor e sofrimento, então ele olhou para 'Bla' sorrindo e disse:
_Agora eu conheço Lathander.
'Bla' pegou um manto que estava debruçado em um baú nesta mesma sala, e então entregou pra Tordalin, ele o vestiu e se sentiu parte de uma coisa maior do que ele mesmo um dia esperava se sentir. 'Bla' lhe disse coisas a respeito do templo, Lathander e das provações que Lathander havia feio a Tordalin ate que ele chega-se a aquele lugar, então com se tudo aquilo que ele tive-se passado fizesse sentido ele suplicou para 'bla' para que ele ficasse e aprendesse mais sobre aquele Lathander. 'Bla' gesticulou em sentido de desaprovação das suplicas e levantou o elfo do chão dizendo: _Lathander o quer aqui e você só não ficara se assim você não o quiser. O elfo sorriu e aprovou com a cabeça. Então após mais duas horas de conversa eles foram para o salão principal da construção.
Neste salão 'Turder Cerveja de Ouro' o esperava com ansiedade, então ao ver o elfo com uma veste de Latander ele se aproximou e disse para Tordalin: _ Amigo, os deuses te chamaram para uma tarefa maior que aquela de fermentar minha cerveja, esta era realmente uma tarefa muito importante pra Turder, me faça orgulhoso de seu trabalho assim como você tem me feito por todo esse tempo de amizade. Então os dois se despediram com lagrimas nos olhos e se abraçaram por um longo e comovente momento. Ao sair Turder gritou : _ Vá me visitar elfo sujo!!! Então ele ouviu pela primeira vez uma resposta: _ Irei sim e diga a Xênia e as garrotas que as amo, e voltarei para vê-las.
Com o passar do tempo estudando Lathander, Tordalin Morther se viu sendo chamado de Tord Mor, pelos seus amigos Clérigos e então ninguém mais o chamou por seu nome elfico. Três anos depois, ele teve noticias de Turder, que lhe convidava para uma festa em sua casa. Ele foi e ali viu o nascer de um garroto grande, forte com os olhos e imponência do pai, a festa foi uma coisa inesquecível para 'Tord', uma vez que ele reviu sua segunda família e mais uma vez se sentiu em casa. As meninas haviam crescido e agora estavam uma com 5 e 8 anos de idade, elas haviam ficado bonitas como a mãe, ele pensou, Laila a mas nova não tirou os olhos dele durante toda a noite. Turder e Xênia não tinham ficado mais velhos, eles pareciam estar do mesmo jeito que ele os tinha deixado. Após conversar e beber muita cerveja fabricada por Turder, Motir Alem e Gorte eles se viram felizes falando sobre o futuro de suas famílias. Foi então que Tord sentiu uma flecha em seu coração e se sentiu perdido no mundo outra vez. Naquela noite ele mais uma vez se viu fazendo um juramento, o de que acharia sua família custe o que custar.
A partir daí o elfo se viu estudando no templo por doze primaveras, aprendendo sobre Lathander, e os demais ensinamentos que o templo passava. Então ele foi proclamado Clérigo de Lathander, no mesmo dia em que foi feita a cerimônia de casamento Lincite, filha mais velha de Turder. Na cerimônia ele teve a chance mais uma vez de rever seus antigos amigos, Laila que agora com seus dezessete anos estava realmente reluzente e encantadora, todos do recinto a olhavam como que por necessidade, mas ela se via concentrada na cerimônia que Tord ajudava a conduzir.
Ao termino da cerimônia, 'Turder Cerveja de Ouro, outra vez deu uma gigantesca festa em sua fazenda para mais de duzentos convidados. Com muita cerveja, é claro, e muita musica, a festa se seguiu animada pela noite toda, Tord se manteve quieto ate ser chamado para dançar pela dona da festa, Lincite, os dois dançaram muito e ela disse em seus ouvidos: _Alguém o espera lá fora. Tord esperou a dança acabar e saiu para o lado de fora da casa. Lá ele viu Laila que o olhava vermelha e andava em sua direção. Neste momento ele se sentiu queimar por dentro, mas duas coisas passavam em sua cabeça, Laila era filha de Turder e ela era realmente bonita. Então como que se envolvido outra vez pelas palavras do homem que queimava sua vila, ele ficou imóvel e se sentiu beijar por Laila. Neste momento ele a olhou nos olhos e sentiu uma coisa brotar em seu peito. Vendo a sena por uma janela, estava 'Bla', ele não indeferiu e cuidou para que ninguém visse o que estava acontecendo lá fora. Eles conversaram muito e Tord chegou a conclusão que embora quisesse ficar com aquela que parecia uma deusa na terra, aquilo não daria certo uma vez que ele era um elfo e como clérigo de Lathander ele teria muitas coisas para resolver antes de poder viver sua própria vida. Os dois se despediram com um sentimento de separação e Tord voltou para dentro, rapidamente ele se despediu de todos e se retirou da festa.
Ao chegar no templo, ele não conseguia dormir rolando de um lado para outro na cama. Amanhecendo ele começou como todos os dias a tratar de seus afazeres no templo quando um Clérigo veio a seu encontro lhe dizendo que 'Bla' queria falar com ele. Ao chegar na sala de 'Bla' ele viu que seu amigo e mestre estava pensativo. 'Bla' que também não dormiu a noite, tentava encontrar um jeito de afastar os dois pombinhos e evitar que ocorresse alguma coisa mais seria entre eles, então ele se viu esperançoso quando recebeu um comunicado de seu amigo 'Aurim Manto Roxo' pedido a ele que o enviasse um clérigo para acompanha um grupo jovem de aventureiros, 'Bla' sorriu e se sentiu matando dois coelhos com uma cajadada só. Tord perguntou a 'Bla' qual o propósito da conversa temendo que seu mestre e os outros tivessem visto o ocorrido na noite passada. Então 'Bla' começou a fala:
_Bem Tord, você me disse que gostaria de encontrar sua família certo?
_Sim 'Bla', mas eu gostaria de ficar aqui mais um tempo estudando.
'Bla' sorriu irônico e disse:
_Estudando, ou conversando com uma garrota, filha de camponeses?
Foi então que Tord sentiu se ficando vermelho e sem jeito. 'Bla' completou, Tord meu amigo de tanto tempo, você no momento é o clérigo com mais experiência que tenho sobre meus cuidados, hoje de manha me chegou através de um mensageiro um pedido de meu amigo 'Aurim', você deve se lembrar dele, ele sempre usa uma roupa de cor roxa.
_Sim me lembro mestre. Falando com tom de desapontamento.
_ Pois então, ele me pediu que enviasse um de meus clérigos para acompanhar um grupo de aventureiros que estavam a seu serviço, e como você no momento esta me tirando o sono e é o melhor entre os de meus cuidados, decido envia-lo para 'Aurim'. Arrume suas coisas você partira amanha.
_Mas...
Então 'Bla' disse com uma cara de compreensão:
_ Você e eu sabemos que aquilo não daria certo, muito me impressiona você, o melhor entre os meu entrar em uma trama sem saída. Por ser seu tutor e amigo, tenho o dever de te livras de mais uma armadilha da vida. Pense pelo lado bom, você poderá encontrar com seus pais por entre as vilas que passar.
Isso não animou muito Tord, que se lembrou imediatamente dos homens de preto e da bela Laila, mas sem relutância ele se retirou para arrumar suas vestes de viajem e sua sacola de suprimentos. Após arrumadas as coisas, ele então foi conversas com 'Aurim', que pediu a ele que se apresentasse ao grupo de aventureiros, que estavam sentados em uma mesa na taverna do velho crânio. Ele desanimado desceu para a taverna e avistou um grupo de Bárbaros em uma mesa. Entre eles havia um homem alto de ombros largos que bebia e falava de sua espada, que realmente era grande e bonita, seu nome era Drift, ao lado dele havia uma criatura pequena e bastante larga com um machado e uma barba que quase tocava o chão, seu nome era Kage, e também um homem magro de aparência ladina, seu nome era Eldor Lonnor. Apresentando-se ao grupo, parece que com relutância eles o aceitaram. Mais tarde ele veio a conhecer um outro membro dos bárbaros, um tal de Helge que ele já conhecia de vista, ele ficava perambulando pelos templos a procura de afazerem relacionados a mortos, ele também, pelo que se lembrava Tord, morava no cemitério da cidade. Isso sim causou em Tord uma idéia de busca insensata, se não fosse por seu mestre e por 'Aurim' ele nunca teria acatado a idéia de partir na manha seguinte.
O dia partida começou muito triste para Tord, ele foi ate o templo, onde há essa hora havia começado o culto para Lathander, para pedir proteção e então ele se viu frente a frente com Laila que também entrava no templo, ele olho para ela e disse:
_Laila, estou partindo para uma missão sem precedentes, e gostaria de pedir para que você me tira-se da cabeça, assim como tentarei fazer a seu respeito.
_ Mas você... Então ela se calou e entrou no templo chorando em silencio.
Tord entrou e ficou olhando para ela se perguntando se aquilo tudo mesmo valia a pena. Então como que se interrompendo seu pensamento, 'Bla' tocou seu ombro e lhe disse:
_ Sei o que esta passando, mas será melhor assim. Você ainda confia em min não e?
_ Claro 'Bla', eu só não entendo minha vida, a única coisa que sempre acaba me restando é Lathander. Então ele começou a chorar, e saiu pela porta dos fundos do templo.
Naquela manha em diante ninguém mais viu Tord.
Entrou no grupo durante a aventura da busca pelo Templo Oculto, a pedido de seu mestre Blander Olhos de Fênix 'Bla'.
Durante a missão, resgatou Kyamus, Paladino de Torm de sua prisão imposta por seu terrível irmão Elestir, morto a mais de mil anos.
Muito eficiente e de grande bondade, Tord Mor, como é conhecido, se integrou no grupo mostrando grandes habilidades.
Voltou mais tarde ao templo para recuperar as Duas Espadas de Kyamus e Elestir.
Partiu para a Árvore Élfica levando escondido um amuleto de Lord Mongry para Jessail, Cabelos de Fogo.
Ajudou a proteger a cidade contra os goblins da Mão Vermelha que invadiam os depósitos e tumbas subterrâneos.
Logo depois seguiu para o norte, onde ocorreria um acordo de união de forças entre os goblins, hobgoblins e orks.
Deixando pra trás desprotegidos os habitantes da região, vítimas de ataques dos goblins das Minas de Prata, acreditando que John, o amigo dos elfos, seria avisado a tempo.
Atacado pelos Mercenários das Garras de Ferro, acabou capturado e vendido como escravo na arena da Colina Distante.
Na Arena recebeu a marca de um triangulo em seu braço direito, marca de gladiador.
O processo de fuga da arena deixou muitos, muitos mortos na cidade e sua cabeça foi posta a prêmio. 100 leões de ouro. Por sorte, Tord Mor usou um nome diferente quando escravizado e agora é procurado sobre o nome de Zamur, o Gladiador da Colina Distante.
Falhou na tentativa de impedir a Aliança Negra e por isso, a cidade élfica foi destruída com seus 500 habitante. John, o amigo dos elfos, sobrevivente do massacre, o acusou, amaldiçoou seu nome e o expulsou de Cormanthor, o abandonando no meio da floresta.
Teve de ir de volta a Ashabenfort escoltando sua amiga Bertra para que pudesse entregar um bilhete de Jessail, Árvore Prateada à senhora da Abadia do Fardo Dourado.
A viagem foi longa e tortuosa, pois o caminho teve de ser desviado passando por Harrowdale e Scardale.
Na viagem, um cavaleiro chamado Sir. Greenhilt, Espada de Fogo tentou prende-los pelas mortes na Colina Distante e foi brutalmente assassinado pelo grupo, piorando ainda mais sua fama.
Descobriu através de Alena, senhora da Abadia do Fardo Dourado, que é um dos Mensageiros do Caos, um mero instrumento do poderoso e misterioso Cavaleiro Negro em seu jogo de destruição e conquista.
Sendo assim, por onde passa, Tord Mor leva consigo a Destruição e o Caos, a Morte e o Sofrimento.
De volta ao Vale das Sombras, tentando pedir ajuda ao inacessível Elminter, o Sábio, foi obrigado a fugir novamente, mas desta vez em busca de um Bracelete do Gelo Eterno, único item capaz de salvar Aurim Manto Roxo que se encontra sobre efeito de uma aparente terrível magia causada provavelmente por sua bola de cristal.
Segue com o grupo para Cormyr, mas acabam tendo de enfrentar os Homens da Colina Gritante causando a morte de seu clérigo de Tyr Eric e enfrenta também Grund, o Ogro Mago antes de chegar a Arabel.
A pedido de Sir William segue até Nimroc mas cansado por causa de suas transformações dorme na tavenra enquanto os amigos resgatam trinta e cinco prisioneiros das mãos de um monstro chamado Xrirtraks. Uma grande festa em Nimroc comemora o resgate.
Em Suzail, tenta obter seus documentos e acaba preso. Livre da pena de morte, se junta ao exército e participa dos jogos da arena para classificação.
Tendo em vista os crimes cometidos, é expulso da Ordem de Lathander perdendo assim todos os seus dons divinos.
A princesa Alusair é morta e Pedro, seu futuro herdeiro é preso acusado de sua morte. Junto ao aventureiros liberta Pedro e ele o ajuda a obter a chave para chegar ao Bracelete do Gelo Eterno. Juntos fogem para Melinir guiados por Lothar e por pouco escapam da fúria do Cavaleiro Negro montado em seu negro Dragão.
De Melinir é levado ao Vale do Vento Gélido onde precisa enfrentar um gigantesco Verme do Gelo que engoliu um dos Braceletes. Infelizmente este bracelete acabou destruído, sobrando apenas um pequeno pedaço.
De volta a Melinir, os guardiões dos portais os envia a uma missão sem volta ao Sul Brilhante para esconder os braceletes. De lá não podem voltar sem o bracelete reforjado. O Portal foi selado atrás deles e só será novamente aberto por um dia em dez anos, isto é em 01-10-1389.
Em Haluahh buscam uma fazenda para comprar e estabelecer, mas em uma confusão, Kage entra em sua fúria e mata Lothar. Com o coração apertado de remorso, joga fora seu machado personalizado e abandona o grupo com objetivo de minerar ouro e ressuscitar o paladino.
O restante do grupo segue para o nordeste do reino em busca dos templos e encontram o último sacerdote de Lathander. Ele acolhe os aventureiros e ressucita Lothar em troca do cumprimento de uma missão. Precisam recuperar os livros perdidos no Castelo do Equinox. Este aparece apenas durante o dia do meio do ano e do fim do ano.
Ali os aventureiros se aventuram e atravessam seis meses como se houvesse passado um dia. Com os livros em mãos, o Clérigo treina Tord Mor sobre as artes da vida e este recupera seu posto junto a Lathander se tornando um Discípulo Divino. Tendo sua missão cumprida, o Clérigo desaparece como ocorreu com todos os demais clérigos do mundo, dizendo que irá se juntar a Lathander em uma importante missão.
Recuperado volta a Halarahh, onde reencontra Kage. Juntos acabam enfrentando bandidos que estavam fugindo do presídio e passam a trabalhar para a Casa Medani. Entre as missões que realizou para eles inclue-se, recuperar a estátua do Ídolo Radiante, salvamento de Zelina Medani dos bandidos, sumiço do Basilisco de Prata, Tentativa de assassinato do Barão.
Contratado para proteger o grande navio Dragão Dourado em sua viagem, se vêem vítima de seqüestro e Kage acaba morto por um golem de ferro. Neste dia Tord Mor faz um grande feito para um clérigo de sua experiência, ressuscita Kage. Com o fracasso da missão, a viagem é adiada.
Algum tempo depois, como efeito colateral do retorno do Ídolo Radiante completo para a casa dos Medani, o mesmo voltou a vida e atacou a cidade, mas os aventureiros o derrotaram e por isso, a casa dos Medani os concedeu o título de heróis 'Mãos de Halarahh'. Segundo maior título que pode ser conferido a um aventureiro.
Retornando a viagem no Dragão Dourado, para a distante Selva de Chulk. Muitas intrigas na viagem culminaram na morte de Kelivorn Garra de Prata líder da Casa Vadalis.
Seguindo adentro nas selvas de Chult, Lhorr Bronze partido o guia até os picos de fogo onde Tordalin tomba morto ante os golpes poderosos do gigante da tempestade duardião dos portões dos Templos dos Dragões. Ali, seus amigos moldam em rocha sua tumba.
Anos depois, Tord é recussitado pelo avatar de Helm a pedido de seu amigo Lothar, com a missão de proteger o Bracelete do Gelo Eterno a qualquer custo e forjar o novo bracelete. Drift desaparece ao pular em um portal para o Inferno. O portal é fechado por Tord e o Bracelete do Gelo Eterno é perdido.
Obrigado a Fugir de Halarahh devido a invasões e ataques para proteger o bracelete, se esconde nas montanhas dos anões ainda em Halruaa. Durante o processo trancende e atinge o mais alto nível entre os discipulos divinos de Lathander.
Elfo do Sol
Clérigo de Lathander
Neutro e Bom
Nível:13
For:14 Dex:18 Con:12 Int: 12 Wis:20 Cha:16
HP: 107
Terra Natal: Cormanthor
Ficha: Download
Nacimento: 1259 - Ano do Punho Vigilante
Tordalin Morther é um elfo que dês de pequeno não se encaixava em sua vila elfica, todos tinham muitos afazeres, mas ele achava aquilo tudo muito recheado de falta de objetivos, a única coisa que ele gostava de fazer era ficar andando pela floresta em busca de aventuras e coisas que ele pude-se realmente se interessar. Ele procurava por algo que realmente significaria para as pessoas, não só de sua vila, mas para todas as outras.
Chegando a sua adolescência ele foi, como todos de sua vila, conversar com o sábio. Este indicava qual caminho eles deveriam seguir. Neste momento, o sábio o mandou para a floresta aonde todos também iam para poder meditar e pensar mais um pouco em suas escolhas só voltando com a escolha feita.
Na floresta ele ficou cerca de três anos ate se deparar com um bando de homens vestidos com um manto preto que seguiram-no aparentemente com objetivos ruins. Ele já estava sem forças para correr quando caiu em um buraco e ficou preso. Neste buraco ele ficou por cerca de dois meses comendo coisas que caíram das arvores, entre elas frutas, pinhas e alguns insetos. Foram os dois meses mais tristes e desesperadores que Tordalin Morther havia vivido, a partir daí ele jurou que preferiria à morte que ficar preso em um buraco, então ele começou bolar um jeito de acabar com sua vida e sair daquela agonia que lhe matava o corpo a mente e a alma pouco a pouco.
Para sua sorte, um viajante avistou o buraco em que ele estava, tirando Tordalin do buraco e ao velo sujo e muito magro, o viajante deu-lhe comida e então curou suas feridas, doenças e sua fraqueza com apenas um toque. Foi então que Tordalin se sentiu muito interessado por aquilo que lhe curou e lhe livrou da morte que o consumia. Tordalin Morther seguiu o homem, ajudando-o a carregar suas coisa por sua jornada através da floresta. Durante a semana que se seguiu, eles iam conversando e cada um falava de sua pessoa, o homem falava bonito como Tordalin Morther nunca tinha escutado antes, nem mesmo o sábio da cidade falava coisas tão bonitas, sensatas e cheias de propósitos.
O viajante lhe falou de muitas coisa como a cidade, aventuras, monstros, amigos e inimigos. Mas uma coisa que chamou muito a atenção de Tordalin Morther foi quando ele falou sobre um tal Lathander, este realmente podia tudo, fazia tudo, e sabia tudo. Então Tordalin Morther quis saber como poderia se tornar um discípulo deste tal Lathander que parecia tão sábio e cheio de propósitos. Então o viajante riu e disse que ele poderia ir para cidade que o apresentaria para Lahander. Este veria se o ajudaria com sua busca e sua vontade de ajudar todas as pessoas deste mundo.
Saindo da floresta Tordalin Morther resolveu perguntar ao viajante, que viajava com ele ha mais de uma semana, seu nome. Então o viajante pensou e pediu que ele o chamasse de 'Bla', assim como todos seus amigos o faziam.
No final deste dia, o ultimo que seguiriam juntos, 'Bla' deu-lhe uma carta escrita em elfico, a qual ele pedia aos pais de Tordalin para que ele pudesse ir para cidade estudar e se tornar um discípulo de Lathander.
Tordalin Morther ficou muito feliz porque 'Bla', tinha lhe dito que Lathander o aceitaria como discípulo e agora ele já tinha uma escolha para comunicar ao sábio. Ele procurou o caminho para sua vila por cerca de um ano entre aquela floresta densa e desafiadora, até avistar entre as arvores uma fumaça negra que saia do meio da floresta, ele a seguiu e avistou seu vilarejo em chamas.
Havia homens de manto preto com um desenho que parecia uma tocha de chamas prateadas, e outros homens com espadas e tochas nas mãos ateando fogo em tudo que viam. Quando Tordalin Morther se preparava para atacar aqueles que queimavam sua vila, ele se sentiu pisando em uma coisa que fazia um som crocante, então ele se viu pisando em um corpo já carbonizado. Neste momento ele sentiu sua mente rodando e tudo ficou escuro.
Quando acordou olhando para cima, ele pensava ter sonhado um sonho ruim, mas isso logo saiu de sua cabeça quando ele viu fumaça no céu e sentiu um cheiro repugnante de corpos carbonizados no ar, então se levantando rapidamente, olhou para aquilo que antes era sua vila e que agora era somente uma mancha escura no chão de sua amada floresta.
O único pensamento que ele tinha e que mais o incomodava naquele momento era que não tinha chegado a tempo para ajudar a combater os invasores, e de declarar ao sábio sua escolha, isto que era um fato vital na vida das pessoas do vilarejo. Andando pela vila e procurado a antiga casa e seus pais, ou o que teria sobrado dela e deles, ele viu entre a fuligem um medalhão que marcava os compromissos do sábio. Recitando as palavras que estavam incrustadas no medalhão ele viu este dizendo:
_Mais uma primavera que Tordalin Morther esta longe da vila e todos estão preocupados com ele, já mandamos patrulhas através da floresta e nada encontramos, estamos certos de que ele não mais esta conosco.
_Nesta primavera irei viajar para encontrar um novo sentido para minha vida, eu levarei a família Morther que já não mais aquenta ficar aqui e ver as lembranças de seu filho que foi engolido pela floresta. Neste momento o peito de Tordalin Morther se encheu de esperança e de felicidade o que durou apenas um único momento. De relance ele viu uma sombra passar por através de umas arvores, ele observou e viu ali um homem falando palavras estranhas em uma língua que ele desconhecia, foi então que ele sentiu sua mente confusa e seu corpo parou. Ele observou o homem sorrindo e se aproximando lentamente, ele então avistou um rosto de pele negra com uma cicatriz de corte em um lado da bochecha, agora ele ficou realmente aterrorizado.
Quando o homem o tocou, o terror fez com que sua mente restabeleceu o controle de seu corpo, e com o medalhão que ele tinha em mãos, ele bateu no homem e viu sangue jorrando e suas pernas saírem em disparada pela mata afora. Ele correu por cerca de quatro horas sem parar ouvindo barulho de apitos atrás dele, até que ele se viu na estrada. Ali ele se lembrou de 'Bla' que tinha seguido na direção norte da estrada. Então começou a correr pela estrada e o fez por cerda de quatro dias, até encontrar uma fazenda onde ele pediu informações a um fazendeiro que parecia não saber falar sua língua. O fazendeiro desistiu de conversa com o elfo e com gesto lhe disse para comer e esperar. Sentindo-se seguro naquele lugar Tordalin Morther esperou, se lavou e se alimentou.
O fazendeiro era de aparecia imponente e chamava-se 'Turder Cerveja de Ouro', ele era casado com Xênia, que também era muito bonita, e tinha duas filhas pequenas Lincite e Laila. Estas ficaram acanhadas com o novato, mas logo depois começaram a mexer e zombar dele, ele fazia o possível para manter o rosto serio apesar das brincadeiras. Na fazenda ele ficou ajudando o fazendeiro, o trabalho era pesado, mas ele se via feliz por ver que o trabalho lhe dava a oportunidade de esquecer o que havia ocorrido.
A fazenda era bonita e ficava em uma descida de pequena inclinação, esta levava ate um pequeno riacho que acabava em um lago. Turder dizia que tinha construído a casa no ponto mais alto para poder vigiar todas suas terras da varanda de casa, a visão era magnífica alem de se poder ver todas as terras dali mesmo, assim como o Turder havia planejado.
Os afazeres de Tordalin eram muito fáceis e pesados, uma hora ele se via cortando trigo, outra fermentando uma mistura esquisita, Turder não gostava que ninguém alem dele e Xênia visse como era feito aquele processo e então ele viu no elfo que não fala sua língua uma pessoa confiável para o ajudar. Outro afazer era cuidar das filhas de Turder, esse trabalho era muito mais pesado que os outros, apesar de novas elas eram muito inquietas e constantemente corriam para fora da propriedade fazendo com que ele sai-se em um busca desesperada por entre as outras fazendas. Os vizinhos no começo acharam estranho um elfo ajudar Turder, este que muitos anos atrás havia matado centenas destes humanóides em uma guerra pela defesas das terras de seu pai, mas logo se acostumaram e também começaram a pedir Tordalin para ajuda-os em alguns afazeres em suas fazendas. Motir Cerveja Quente, Alem Cerveja Escura e Gorte Cerveja Branca se sentiam felizes por ver que o elfo trabalhava sem reclamar, como ele podia se nem sua língua ele falava.
Com o passar do tempo Turder via em Tordalin um amigo de longa data e não mais abusava de sua ajuda, assim como os outros também não mais o faziam. Turder e sua família começaram a ensina-lo sua língua e alguns costumes de seu povo. Turder um dia teve a idéia de ensinar a arte da luta para Tordalin, neste momento Turder se revelou um grande lutador, mas Tordalin o surpreendeu empunhando uma vassoura com se fosse uma espada longa e o desarmou facilmente. Turder ficou muito irritado e disse a Tordalin que aquele tipo de arma não era para homens e sim para nobres metido, assim zangado, ele começou a ensinar como se manuseava sua maça de guerra e um pedaço de madeira que ele dizia ser seu escudo.
Em uma manha o fazendeiro teve a idéia de levar o elfo até o Clérigo da cidade, e porque não aproveitar para rezar e fazer umas compras. De carroça os dois foram até a cidade, e lá o elfo se viu deslumbrado com tantas pessoas e belas construções. Ao parar ele se deparou com a mais bela das construções, lá havia uma construção que era sustentada por um pássaro belíssimo e enorme, ele segurava a construção com suas assas e corpo. Seguindo o fazendeiro por dentro da construção ele se viu tomado em lagrimas quando avistou 'Bla', com um manto e olhando para ele com um ar de vitória, então ele se aproximou e lhe falou:
_ Lathander o espera. Siga-me.
Seguindo 'Bla' ele se viu entrando em uma sala bem bonita, em frente dele havia um disco rosado cortado em quartzo que emitia um brilho ofuscante também rosado. Lá 'Bla' sussurrou palavras estranhas e o elfo se sentiu varrido de toda sua dor e sofrimento, então ele olhou para 'Bla' sorrindo e disse:
_Agora eu conheço Lathander.
'Bla' pegou um manto que estava debruçado em um baú nesta mesma sala, e então entregou pra Tordalin, ele o vestiu e se sentiu parte de uma coisa maior do que ele mesmo um dia esperava se sentir. 'Bla' lhe disse coisas a respeito do templo, Lathander e das provações que Lathander havia feio a Tordalin ate que ele chega-se a aquele lugar, então com se tudo aquilo que ele tive-se passado fizesse sentido ele suplicou para 'bla' para que ele ficasse e aprendesse mais sobre aquele Lathander. 'Bla' gesticulou em sentido de desaprovação das suplicas e levantou o elfo do chão dizendo: _Lathander o quer aqui e você só não ficara se assim você não o quiser. O elfo sorriu e aprovou com a cabeça. Então após mais duas horas de conversa eles foram para o salão principal da construção.
Neste salão 'Turder Cerveja de Ouro' o esperava com ansiedade, então ao ver o elfo com uma veste de Latander ele se aproximou e disse para Tordalin: _ Amigo, os deuses te chamaram para uma tarefa maior que aquela de fermentar minha cerveja, esta era realmente uma tarefa muito importante pra Turder, me faça orgulhoso de seu trabalho assim como você tem me feito por todo esse tempo de amizade. Então os dois se despediram com lagrimas nos olhos e se abraçaram por um longo e comovente momento. Ao sair Turder gritou : _ Vá me visitar elfo sujo!!! Então ele ouviu pela primeira vez uma resposta: _ Irei sim e diga a Xênia e as garrotas que as amo, e voltarei para vê-las.
Com o passar do tempo estudando Lathander, Tordalin Morther se viu sendo chamado de Tord Mor, pelos seus amigos Clérigos e então ninguém mais o chamou por seu nome elfico. Três anos depois, ele teve noticias de Turder, que lhe convidava para uma festa em sua casa. Ele foi e ali viu o nascer de um garroto grande, forte com os olhos e imponência do pai, a festa foi uma coisa inesquecível para 'Tord', uma vez que ele reviu sua segunda família e mais uma vez se sentiu em casa. As meninas haviam crescido e agora estavam uma com 5 e 8 anos de idade, elas haviam ficado bonitas como a mãe, ele pensou, Laila a mas nova não tirou os olhos dele durante toda a noite. Turder e Xênia não tinham ficado mais velhos, eles pareciam estar do mesmo jeito que ele os tinha deixado. Após conversar e beber muita cerveja fabricada por Turder, Motir Alem e Gorte eles se viram felizes falando sobre o futuro de suas famílias. Foi então que Tord sentiu uma flecha em seu coração e se sentiu perdido no mundo outra vez. Naquela noite ele mais uma vez se viu fazendo um juramento, o de que acharia sua família custe o que custar.
A partir daí o elfo se viu estudando no templo por doze primaveras, aprendendo sobre Lathander, e os demais ensinamentos que o templo passava. Então ele foi proclamado Clérigo de Lathander, no mesmo dia em que foi feita a cerimônia de casamento Lincite, filha mais velha de Turder. Na cerimônia ele teve a chance mais uma vez de rever seus antigos amigos, Laila que agora com seus dezessete anos estava realmente reluzente e encantadora, todos do recinto a olhavam como que por necessidade, mas ela se via concentrada na cerimônia que Tord ajudava a conduzir.
Ao termino da cerimônia, 'Turder Cerveja de Ouro, outra vez deu uma gigantesca festa em sua fazenda para mais de duzentos convidados. Com muita cerveja, é claro, e muita musica, a festa se seguiu animada pela noite toda, Tord se manteve quieto ate ser chamado para dançar pela dona da festa, Lincite, os dois dançaram muito e ela disse em seus ouvidos: _Alguém o espera lá fora. Tord esperou a dança acabar e saiu para o lado de fora da casa. Lá ele viu Laila que o olhava vermelha e andava em sua direção. Neste momento ele se sentiu queimar por dentro, mas duas coisas passavam em sua cabeça, Laila era filha de Turder e ela era realmente bonita. Então como que se envolvido outra vez pelas palavras do homem que queimava sua vila, ele ficou imóvel e se sentiu beijar por Laila. Neste momento ele a olhou nos olhos e sentiu uma coisa brotar em seu peito. Vendo a sena por uma janela, estava 'Bla', ele não indeferiu e cuidou para que ninguém visse o que estava acontecendo lá fora. Eles conversaram muito e Tord chegou a conclusão que embora quisesse ficar com aquela que parecia uma deusa na terra, aquilo não daria certo uma vez que ele era um elfo e como clérigo de Lathander ele teria muitas coisas para resolver antes de poder viver sua própria vida. Os dois se despediram com um sentimento de separação e Tord voltou para dentro, rapidamente ele se despediu de todos e se retirou da festa.
Ao chegar no templo, ele não conseguia dormir rolando de um lado para outro na cama. Amanhecendo ele começou como todos os dias a tratar de seus afazeres no templo quando um Clérigo veio a seu encontro lhe dizendo que 'Bla' queria falar com ele. Ao chegar na sala de 'Bla' ele viu que seu amigo e mestre estava pensativo. 'Bla' que também não dormiu a noite, tentava encontrar um jeito de afastar os dois pombinhos e evitar que ocorresse alguma coisa mais seria entre eles, então ele se viu esperançoso quando recebeu um comunicado de seu amigo 'Aurim Manto Roxo' pedido a ele que o enviasse um clérigo para acompanha um grupo jovem de aventureiros, 'Bla' sorriu e se sentiu matando dois coelhos com uma cajadada só. Tord perguntou a 'Bla' qual o propósito da conversa temendo que seu mestre e os outros tivessem visto o ocorrido na noite passada. Então 'Bla' começou a fala:
_Bem Tord, você me disse que gostaria de encontrar sua família certo?
_Sim 'Bla', mas eu gostaria de ficar aqui mais um tempo estudando.
'Bla' sorriu irônico e disse:
_Estudando, ou conversando com uma garrota, filha de camponeses?
Foi então que Tord sentiu se ficando vermelho e sem jeito. 'Bla' completou, Tord meu amigo de tanto tempo, você no momento é o clérigo com mais experiência que tenho sobre meus cuidados, hoje de manha me chegou através de um mensageiro um pedido de meu amigo 'Aurim', você deve se lembrar dele, ele sempre usa uma roupa de cor roxa.
_Sim me lembro mestre. Falando com tom de desapontamento.
_ Pois então, ele me pediu que enviasse um de meus clérigos para acompanhar um grupo de aventureiros que estavam a seu serviço, e como você no momento esta me tirando o sono e é o melhor entre os de meus cuidados, decido envia-lo para 'Aurim'. Arrume suas coisas você partira amanha.
_Mas...
Então 'Bla' disse com uma cara de compreensão:
_ Você e eu sabemos que aquilo não daria certo, muito me impressiona você, o melhor entre os meu entrar em uma trama sem saída. Por ser seu tutor e amigo, tenho o dever de te livras de mais uma armadilha da vida. Pense pelo lado bom, você poderá encontrar com seus pais por entre as vilas que passar.
Isso não animou muito Tord, que se lembrou imediatamente dos homens de preto e da bela Laila, mas sem relutância ele se retirou para arrumar suas vestes de viajem e sua sacola de suprimentos. Após arrumadas as coisas, ele então foi conversas com 'Aurim', que pediu a ele que se apresentasse ao grupo de aventureiros, que estavam sentados em uma mesa na taverna do velho crânio. Ele desanimado desceu para a taverna e avistou um grupo de Bárbaros em uma mesa. Entre eles havia um homem alto de ombros largos que bebia e falava de sua espada, que realmente era grande e bonita, seu nome era Drift, ao lado dele havia uma criatura pequena e bastante larga com um machado e uma barba que quase tocava o chão, seu nome era Kage, e também um homem magro de aparência ladina, seu nome era Eldor Lonnor. Apresentando-se ao grupo, parece que com relutância eles o aceitaram. Mais tarde ele veio a conhecer um outro membro dos bárbaros, um tal de Helge que ele já conhecia de vista, ele ficava perambulando pelos templos a procura de afazerem relacionados a mortos, ele também, pelo que se lembrava Tord, morava no cemitério da cidade. Isso sim causou em Tord uma idéia de busca insensata, se não fosse por seu mestre e por 'Aurim' ele nunca teria acatado a idéia de partir na manha seguinte.
O dia partida começou muito triste para Tord, ele foi ate o templo, onde há essa hora havia começado o culto para Lathander, para pedir proteção e então ele se viu frente a frente com Laila que também entrava no templo, ele olho para ela e disse:
_Laila, estou partindo para uma missão sem precedentes, e gostaria de pedir para que você me tira-se da cabeça, assim como tentarei fazer a seu respeito.
_ Mas você... Então ela se calou e entrou no templo chorando em silencio.
Tord entrou e ficou olhando para ela se perguntando se aquilo tudo mesmo valia a pena. Então como que se interrompendo seu pensamento, 'Bla' tocou seu ombro e lhe disse:
_ Sei o que esta passando, mas será melhor assim. Você ainda confia em min não e?
_ Claro 'Bla', eu só não entendo minha vida, a única coisa que sempre acaba me restando é Lathander. Então ele começou a chorar, e saiu pela porta dos fundos do templo.
Naquela manha em diante ninguém mais viu Tord.
Entrou no grupo durante a aventura da busca pelo Templo Oculto, a pedido de seu mestre Blander Olhos de Fênix 'Bla'.
Durante a missão, resgatou Kyamus, Paladino de Torm de sua prisão imposta por seu terrível irmão Elestir, morto a mais de mil anos.
Muito eficiente e de grande bondade, Tord Mor, como é conhecido, se integrou no grupo mostrando grandes habilidades.
Voltou mais tarde ao templo para recuperar as Duas Espadas de Kyamus e Elestir.
Partiu para a Árvore Élfica levando escondido um amuleto de Lord Mongry para Jessail, Cabelos de Fogo.
Ajudou a proteger a cidade contra os goblins da Mão Vermelha que invadiam os depósitos e tumbas subterrâneos.
Logo depois seguiu para o norte, onde ocorreria um acordo de união de forças entre os goblins, hobgoblins e orks.
Deixando pra trás desprotegidos os habitantes da região, vítimas de ataques dos goblins das Minas de Prata, acreditando que John, o amigo dos elfos, seria avisado a tempo.
Atacado pelos Mercenários das Garras de Ferro, acabou capturado e vendido como escravo na arena da Colina Distante.
Na Arena recebeu a marca de um triangulo em seu braço direito, marca de gladiador.
O processo de fuga da arena deixou muitos, muitos mortos na cidade e sua cabeça foi posta a prêmio. 100 leões de ouro. Por sorte, Tord Mor usou um nome diferente quando escravizado e agora é procurado sobre o nome de Zamur, o Gladiador da Colina Distante.
Falhou na tentativa de impedir a Aliança Negra e por isso, a cidade élfica foi destruída com seus 500 habitante. John, o amigo dos elfos, sobrevivente do massacre, o acusou, amaldiçoou seu nome e o expulsou de Cormanthor, o abandonando no meio da floresta.
Teve de ir de volta a Ashabenfort escoltando sua amiga Bertra para que pudesse entregar um bilhete de Jessail, Árvore Prateada à senhora da Abadia do Fardo Dourado.
A viagem foi longa e tortuosa, pois o caminho teve de ser desviado passando por Harrowdale e Scardale.
Na viagem, um cavaleiro chamado Sir. Greenhilt, Espada de Fogo tentou prende-los pelas mortes na Colina Distante e foi brutalmente assassinado pelo grupo, piorando ainda mais sua fama.
Descobriu através de Alena, senhora da Abadia do Fardo Dourado, que é um dos Mensageiros do Caos, um mero instrumento do poderoso e misterioso Cavaleiro Negro em seu jogo de destruição e conquista.
Sendo assim, por onde passa, Tord Mor leva consigo a Destruição e o Caos, a Morte e o Sofrimento.
De volta ao Vale das Sombras, tentando pedir ajuda ao inacessível Elminter, o Sábio, foi obrigado a fugir novamente, mas desta vez em busca de um Bracelete do Gelo Eterno, único item capaz de salvar Aurim Manto Roxo que se encontra sobre efeito de uma aparente terrível magia causada provavelmente por sua bola de cristal.
Segue com o grupo para Cormyr, mas acabam tendo de enfrentar os Homens da Colina Gritante causando a morte de seu clérigo de Tyr Eric e enfrenta também Grund, o Ogro Mago antes de chegar a Arabel.
A pedido de Sir William segue até Nimroc mas cansado por causa de suas transformações dorme na tavenra enquanto os amigos resgatam trinta e cinco prisioneiros das mãos de um monstro chamado Xrirtraks. Uma grande festa em Nimroc comemora o resgate.
Em Suzail, tenta obter seus documentos e acaba preso. Livre da pena de morte, se junta ao exército e participa dos jogos da arena para classificação.
Tendo em vista os crimes cometidos, é expulso da Ordem de Lathander perdendo assim todos os seus dons divinos.
A princesa Alusair é morta e Pedro, seu futuro herdeiro é preso acusado de sua morte. Junto ao aventureiros liberta Pedro e ele o ajuda a obter a chave para chegar ao Bracelete do Gelo Eterno. Juntos fogem para Melinir guiados por Lothar e por pouco escapam da fúria do Cavaleiro Negro montado em seu negro Dragão.
De Melinir é levado ao Vale do Vento Gélido onde precisa enfrentar um gigantesco Verme do Gelo que engoliu um dos Braceletes. Infelizmente este bracelete acabou destruído, sobrando apenas um pequeno pedaço.
De volta a Melinir, os guardiões dos portais os envia a uma missão sem volta ao Sul Brilhante para esconder os braceletes. De lá não podem voltar sem o bracelete reforjado. O Portal foi selado atrás deles e só será novamente aberto por um dia em dez anos, isto é em 01-10-1389.
Em Haluahh buscam uma fazenda para comprar e estabelecer, mas em uma confusão, Kage entra em sua fúria e mata Lothar. Com o coração apertado de remorso, joga fora seu machado personalizado e abandona o grupo com objetivo de minerar ouro e ressuscitar o paladino.
O restante do grupo segue para o nordeste do reino em busca dos templos e encontram o último sacerdote de Lathander. Ele acolhe os aventureiros e ressucita Lothar em troca do cumprimento de uma missão. Precisam recuperar os livros perdidos no Castelo do Equinox. Este aparece apenas durante o dia do meio do ano e do fim do ano.
Ali os aventureiros se aventuram e atravessam seis meses como se houvesse passado um dia. Com os livros em mãos, o Clérigo treina Tord Mor sobre as artes da vida e este recupera seu posto junto a Lathander se tornando um Discípulo Divino. Tendo sua missão cumprida, o Clérigo desaparece como ocorreu com todos os demais clérigos do mundo, dizendo que irá se juntar a Lathander em uma importante missão.
Recuperado volta a Halarahh, onde reencontra Kage. Juntos acabam enfrentando bandidos que estavam fugindo do presídio e passam a trabalhar para a Casa Medani. Entre as missões que realizou para eles inclue-se, recuperar a estátua do Ídolo Radiante, salvamento de Zelina Medani dos bandidos, sumiço do Basilisco de Prata, Tentativa de assassinato do Barão.
Contratado para proteger o grande navio Dragão Dourado em sua viagem, se vêem vítima de seqüestro e Kage acaba morto por um golem de ferro. Neste dia Tord Mor faz um grande feito para um clérigo de sua experiência, ressuscita Kage. Com o fracasso da missão, a viagem é adiada.
Algum tempo depois, como efeito colateral do retorno do Ídolo Radiante completo para a casa dos Medani, o mesmo voltou a vida e atacou a cidade, mas os aventureiros o derrotaram e por isso, a casa dos Medani os concedeu o título de heróis 'Mãos de Halarahh'. Segundo maior título que pode ser conferido a um aventureiro.
Retornando a viagem no Dragão Dourado, para a distante Selva de Chulk. Muitas intrigas na viagem culminaram na morte de Kelivorn Garra de Prata líder da Casa Vadalis.
Seguindo adentro nas selvas de Chult, Lhorr Bronze partido o guia até os picos de fogo onde Tordalin tomba morto ante os golpes poderosos do gigante da tempestade duardião dos portões dos Templos dos Dragões. Ali, seus amigos moldam em rocha sua tumba.
Anos depois, Tord é recussitado pelo avatar de Helm a pedido de seu amigo Lothar, com a missão de proteger o Bracelete do Gelo Eterno a qualquer custo e forjar o novo bracelete. Drift desaparece ao pular em um portal para o Inferno. O portal é fechado por Tord e o Bracelete do Gelo Eterno é perdido.
Obrigado a Fugir de Halarahh devido a invasões e ataques para proteger o bracelete, se esconde nas montanhas dos anões ainda em Halruaa. Durante o processo trancende e atinge o mais alto nível entre os discipulos divinos de Lathander.
Taurus Lorien - Ativo
Atualmente - Garra da Tempestade - 1383 – Ano Guerreiro Vingado
Elfo do Sol
Mago
Nível: 13
For:11 Dex:17 Con:16 Int: 18 Wis:14 Cha:13
HP: 66
Ficha: Download
Terra Natal: Floresta do Rei, Cormyr
Nacimento: verão de 1250 - Ano da Caveira Partida
Taurus Lorien é um elfo do sol muito inteligente e estudioso. Passou tanto tempo com os livros fez com que se tornasse introspectivo, evitando falar muito. Apesar disto, é de fácil relacionamento e de fino trato. Fisicamente não passa de uma pessoa comum, porém suas reais habilidades não estão nos músculos, mas na mente e se mostram através da magia. Neste quesito é prodígio e se destaca com facilidade. Ao contrário dos demais magos, Taurus é muito resistente e ágil, pois tendo um pouco de tempo livre nos estudos devido a sua facilidade, pode se dedicar a práticas físicas, especialidade de seu pai.
Veio ao mundo no verão de 1250, Anos das Luzes, em uma pequena vila chamada Dhedluk na Floresta do Rei em Cormyr. Filho de Lyricus Lorien um bravo guerreiro, pertencente a guarda pessoal de sua majestade, um e também, experiente arqueiro.
Seu pai Lyricus adorava contar histórias de suas viagens a serviço do rei Azoun III e sobre tempos antigos. Seu maior desejo era ver a continuidade de seus atos através de sua linhagem, mas Taurus, não estava obtendo intimidade com as armas mesmo estando o tempo todo 'pregado na barra da calça' se seu pai. Ainda assim, Lyricus incentivou a curiosidade de seu filho, pois Taurus desejava, de certa forma, seguir seus passos.
Sua mãe é uma elfa nativa da região, chamada Miris Lorien. Ela é uma artesã especialista em costuras. Sempre foi uma mãe muito carinhosa, nunca deixando de ser justa. Demonstrava e ensinava a Taurus e a seu irmão Lorin, tudo o que lhes era necessário para que se tornassem pessoas de bem.
Lorin é o seu irmão mais velho. Nos dias de hoje, segue em busca de aventuras com os Viajantes da Árvore Alta. Tornou-se um bardo que sempre busca levar a alegria, “conforto”, histórias e feitos de seu grupo, através de suas músicas, para aonde vai. Quando crianças ele e Taurus viviam juntos e sempre sonharam em seguir pelo mundo lado a lado, mas devido a diferença de idade, não foi possível.
Durante a invasão da horda em Cormyr, Taurus e sua família passaram por grandes apuros. Estão vivos até hoje graças a grande habilidade em batalhas de seu pai. Quando buscavam por abrigo durante a invasão, a comitiva de sua família encontrou ao acaso, parte de uma comitiva que havia sido atacada, e somente três sobreviventes havia restado. Sendo um deles uma pessoa ligada à corte real. Então se uniram e se protegeram. Foi a partir desse dia que Lyricus passou a fazer parte da guarda pessoal de sua majestade.
Seu pai sempre recorda um acontecimento da infância de Taurus, onde numa certa manhã, durante o desjejum, Lyricus esbarrou em uma xícara e esta, ao invés de fazer todo o seu percurso até o chão, simplesmente parou e flutuou no ar por certo tempo e depois terminou seu movimento se partindo em pedaços. Todos se espantaram com o fato exceto Taurus, que, causando um espanto maior ainda disse que, mesmo estando do outro lado da mesa, foi capaz de segurar a xícara. Neste dia Lyricus percebeu a predisposição mágica de seu filho e não mais fez com que ele estudasse a arte da espada, mas fez com que dedicasse aos estudos arcanos. Assim, Lyricus sempre terminava dizendo feliz: “Não se pode se defender com uma espada o poder que vem da mente”.
Com o cargo de guarda pessoal de sua majestade ocupado por Lyricus, foi fácil fazer com que Taurus tivesse o melhor estudo de toda Cormyr. Conseguiu como guia de seu filho Mithrir Loriel, um sábio dominador do conhecimento arcano e antigo companheiro de viagens. Não só isso, mas Taurus passou a morar em Suzail, próximo da torre dos Magos de Guerra, onde teve acesso aos mais diversos livros, não só de magias, mas livros raros de conhecimentos mundanos como história antiga, geografia da região e muitos outros.
Mithrir assim como Lyricus é um elfo que vive a serviço de seu reino. Ele era um dos Magos de Guerra de Cormyr, título esse que lhe foi dado após a invasão da horda em Cormyr, quando se prontificou a auxiliar na defesa de seu reino. Situação na qual demonstrou suas extremas habilidades arcanas e sabedoria, além de sua imensa lealdade a sua majestade. Agora se dedica a uma vida mais calma e a procura de novos conhecimentos, mas sempre servindo a seu rei. E estando pronto para defendê-lo quando necessário. É uma pessoa fechada, mas extremamente sábia e justa.
Taurus passou muitos anos dedicando-se aos estudos junto com seu mestre Mithrir e durante todo este tempo, teve contato também com a nobreza de Suzail, fazendo com que se tornasse não só portador de um vasto conhecimento, mas uma pessoa de notável etiqueta social. Mesmo com todo este tempo dedicado ao estudo, sempre encontrava algum para praticar com seu pai. Dedicou mais à defesa e agilidade que força, tornando-se mais resistente e ágil que qualquer estudioso local e ainda sim considerado prodígio nas artes mágicas. Sua mãe Miris, sempre lhe disse que a melhor roupa a se vestir é aquela feita por si mesmo, o ensinando a arte da costura. Não por isso, mas Taurus se interessou, pois poderia usar desta perícia para produzir roupas que o protejam melhor e não atrapalhem seus gestos arcanos.
Assim permaneceu muitos anos enclausurado nos estudos se tornando uma pessoa fechada e de pouca conversa. Não que fosse tímido, mas havia se tornando introvertido, dizendo apenas o necessário. Assim, chegando próximo à maioridade, seu pai e seu mestre resolveram levá-lo em suas viagens, para que pudesse adquirir conhecimentos reais fora dos livros. A primeira importante viagem que seguiu foi uma simples comitiva para o encontro entre Alusair, a Princesa de Aço e o Senhor de Cormantor. Durante alguns dias, a comitiva seguiu pela Estrada do Mar da Lua até que, durante uma noite, foi surpreendida por uma emboscada de orcs e goblins do reino de Thar. A batalha foi dura e difícil, tendo grandes perdas. Foram, assim, obrigados a seguir às pressas para evitar que essas criaturas cumprissem seu objetivo de impedir o encontro entre os povos e a formação de uma nova aliança.
Mais tarde, quando o perigo havia passado e todos já estavam seguros, todos concordavam em uma coisa. Taurus havia se comportado muito bem para sua primeira batalha. Muito feliz por seu sucesso inicial e motivado pela viagem e aventura, o jovem mago decidiu que depois de concluída a volta da comitiva real, iria partir para uma vida de aventuras na Terra dos Vales. Mas antes, como todo bom filho, despediu de sua mãe, seu irmão e pediu permissão para partir a seu pai e seu mestre. Não podendo ir contra o desejo do jovem, ambos concordaram em deixá-lo ir, mas contando que tivesse um bom guia nas regiões distantes.
Assim partiu Taurus de volta à Terra dos Vales, com uma carta de recomendação assinada pela própria Princesa de Aço e deixando-o sob os cuidados de Jessail Árvore de Prata, na cidade da Arvore Élfica. Ali, poderia aprimorar seus conhecimentos e habilidades, podendo mais tarde, percorrer o mundo sozinho.
Aliou-se ao grupo durante sua passagem pela Árvore Élfica como guia para a construção subterrânea sob a cidade Élfica.
Logo em seguida, na tentativa de impedir a formação da Aliança Negra, enfrentou o poderoso grupo dos Mercenários da Garra de Ferro e acabou capturado e vendido como escravo na arena da Colina Distante.
Com isso, Tauros perdeu todo seu equipamento, incluindo seu livro de Magia.
Na Arena recebeu a marca de um traço '-' em seu braço direito. Marca de gladiador inexperiente, devido ao seu desempenho com a espada na arena.
Soube preservar duas magias de nível 0 para usá-las no momento correto conseguindo assim fugir da arena.
O processo de fuga deixou muitos, muitos Mortos na cidade e sua cabeça foi posta a prêmio. 100 leões de ouro. Por sorte, Taurus usou um nome diferente quando escravizado e agora é procurado sobre o nome de Krog, o Gladiador da Colina Distante.
Falhou na tentativa de impedir a Aliança Negra e por isso, a cidade élfica foi destruída com seus 500 habitante. John, o amigo dos elfos, sobrevivente do massacre, o acusou, amaldiçoou seu nome e o expulsou de Cormanthor, o abandonando no meio da floresta.
Teve de ir de volta a Ashabenfort escoltando sua amiga Bertra para que pudesse entregar um bilhete de Jessail, Árvore Prateada à senhora da Abadia do Fardo Dourado.
A viagem foi longa e tortuosa, pois o caminho teve de ser desviado passando por Harrowdale e Scardale.
Na viagem, um cavaleiro chamado Sir. Greenhilt, Espada de Fogo tentou prende-los pelas mortes na Colina Distante e foi brutalmente assassinado pelo grupo, piorando ainda mais sua fama.
Descobriu através de Alena, senhora da Abadia do Fardo Dourado, que é um dos Mensageiros do Caos, um mero instrumento do poderoso e misterioso Cavaleiro Negro em seu jogo de destruição e conquista.
Sendo assim, por onde passa, Tauros leva consigo a Destruição e o Caos, a Morte e o Sofrimento.
De volta ao Vale das Sombras, tentando pedir ajuda ao inacessível Elminter, o Sábio, foi obrigado a fugir novamente, mas desta vez em busca de um Bracelete do Gelo Eterno, único item capaz de salvar Aurim Manto Roxo que se encontra sobre efeito de uma aparente terrível magia causada provavelmente por sua bola de cristal.
Segue com o grupo para Cormyr, mas acabam tendo de enfrentar os Homens da Colina Gritante causando a morte de seu clérigo de Tyr Eric e enfrenta também Grund, o Ogro Mago antes de chegar a Arabel.
A pedido de Sir William segue até Nimroc mas cansado por causa de suas transformações dorme na tavenra enquanto os amigos resgatam trinta e cinco prisioneiros das mãos de um monstro chamado Xrirtraks. Uma grande festa em Nimroc comemora o resgate.
Em Suzail, tenta obter seus documentos e acaba preso. Livre da pena de morte, se junta ao exército e participa dos jogos da arena para classificação.
A princesa Alusair é morta e Pedro, seu futuro herdeiro é preso acusado de sua morte. Junto ao aventureiros liberta Pedro e ele o ajuda a obter a chave para chegar ao Bracelete do Gelo Eterno. Juntos fogem para Melinir guiados por Lothar e por pouco escapam da fúria do Cavaleiro Negro montado em seu negro Dragão.
De Melinir é levado ao Vale do Vento Gélido onde precisa enfrentar um gigantesco Verme do Gelo que engoliu um dos Braceletes. Infelizmente este bracelete acabou destruído, sobrando apenas um pequeno pedaço.
De volta a Melinir, os guardiões dos portais os envia a uma missão sem volta ao Sul Brilhante para esconder os braceletes. De lá não podem voltar sem o bracelete reforjado. O Portal foi selado atrás deles e só será novamente aberto por um dia em dez anos, isto é em 01-10-1389.
Em Haluahh buscam uma fazenda para comprar e estabelecer, mas em uma confusão, Kage entra em sua fúria e mata Lothar. Com o coração apertado de remorso, joga fora seu machado personalizado e abandona o grupo com objetivo de minerar ouro e ressuscitar o paladino.
O restante do grupo segue para o nordeste do reino em busca dos templos e encontram o último sacerdote de Lathander. Ele acolhe os aventureiros e ressucita Lothar em troca do cumprimento de uma missão. Precisam recuperar os livros perdidos no Castelo do Equinox. Este aparece apenas durante o dia do meio do ano e do fim do ano.
Ali os aventureiros se aventuram e atravessam seis meses como se houvesse passado um dia. Com os livros em mãos, o Clérigo treina Tord Mor sobre as artes da vida e este recupera seu posto junto a Lathander se tornando um Discípulo Divino. Tendo sua missão cumprida, o Clérigo desaparece como ocorreu com todos os demais clérigos do mundo, dizendo que irá se juntar a Lathander em uma importante missão.
Recuperado volta a Halarahh, onde reencontra Kage. Juntos acabam enfrentando bandidos que estavam fugindo do presídio e passam a trabalhar para a Casa Medani. Entre as missões que realizou para eles inclue-se, recuperar a estátua do Ídolo Radiante, salvamento de Zelina Medani dos bandidos, sumiço do Basilisco de Prata, Tentativa de assassinato do Barão.
Contratado para proteger o grande navio Dragão Dourado em sua viagem, se vêem vítima de seqüestro e Kage acaba morto por um golem de ferro. Neste dia Tord Mor faz um grande feito para um clérigo de sua experiência, ressuscita Kage. Com o fracasso da missão, a viagem é adiada.
Algum tempo depois, como efeito colateral do retorno do Ídolo Radiante completo para a casa dos Medani, o mesmo voltou a vida e atacou a cidade, mas os aventureiros o derrotaram e por isso, a casa dos Medani os concedeu o título de heróis 'Mãos de Halarahh'. Segundo maior título que pode ser conferido a um aventureiro.
Retornando a viagem no Dragão Dourado, para a distante Selva de Chulk. Muitas intrigas na viagem culminaram na morte de Kelivorn Garra de Prata líder da Casa Vadalis.
Seguindo adentro nas selvas de Chult, Lhorr Bronze partido o guia até os picos de fogo onde Tordalin e Bronks tombam mortos ante os golpes poderosos do gigante da tempestade duardião dos portões dos Templos dos Dragões. Dali seguem até os 12 templos dos dragões onde Tauros falha em perceber uma presença malígna. Completados so duelos, retornam a Ishau.
Salvam Ishau do ataque de Valraxaxath porém deixa a escola de magia e Haluahh destruidos pelo ataque do Dragão, que leva os filhos de Lothar como punição pelo roubo de seu ovo.
Junto com Lhorr, invadem o templo do Mestre da Ordem do Dragão e o Matam, liberando o poder das esferas. Este é o fim da Ordem do Dragão, cujos templos vão às ruínas sem as 13 esferas do dragão.
Em busca do cristal elemental ajudam o povo de Havenfast, porém Lothar perece ante o Fantasma do Beholder Mago.
Lothar e Tord não recussitados pelo Avatar de Helm e juntos Conseguem recuperar o cristal e permanecem na cidade para ajudar Elevorn. Depois de algumas confusões Kage e Tauros retornam a Halruaa com o crital e deixam os demais ajudando a cidade. Drift desaparece ao pular em um portal para o Inferno. O portal é fechado por Tord e o Bracelete do Gelo Eterno é perdido.
Obrigado a Fugir de Halarahh devido a invasões e ataques para proteger o bracelete, se esconde nas montanhas dos anões ainda em Halruaa. A pedido de Lhotar enfrenta o Dragão Negro Valraxaxath e descobre que ele se disfarçava de Kiarana para conseguir o uso do portal dos tempos, mas no processo Tauros sabota o portal e envia o dragão para algum lugar aleatério do tempo e planos, junto com os filhos de Lothar, Kiamus e Elestir.
Elfo do Sol
Mago
Nível: 13
For:11 Dex:17 Con:16 Int: 18 Wis:14 Cha:13
HP: 66
Ficha: Download
Terra Natal: Floresta do Rei, Cormyr
Nacimento: verão de 1250 - Ano da Caveira Partida
Taurus Lorien é um elfo do sol muito inteligente e estudioso. Passou tanto tempo com os livros fez com que se tornasse introspectivo, evitando falar muito. Apesar disto, é de fácil relacionamento e de fino trato. Fisicamente não passa de uma pessoa comum, porém suas reais habilidades não estão nos músculos, mas na mente e se mostram através da magia. Neste quesito é prodígio e se destaca com facilidade. Ao contrário dos demais magos, Taurus é muito resistente e ágil, pois tendo um pouco de tempo livre nos estudos devido a sua facilidade, pode se dedicar a práticas físicas, especialidade de seu pai.
Veio ao mundo no verão de 1250, Anos das Luzes, em uma pequena vila chamada Dhedluk na Floresta do Rei em Cormyr. Filho de Lyricus Lorien um bravo guerreiro, pertencente a guarda pessoal de sua majestade, um e também, experiente arqueiro.
Seu pai Lyricus adorava contar histórias de suas viagens a serviço do rei Azoun III e sobre tempos antigos. Seu maior desejo era ver a continuidade de seus atos através de sua linhagem, mas Taurus, não estava obtendo intimidade com as armas mesmo estando o tempo todo 'pregado na barra da calça' se seu pai. Ainda assim, Lyricus incentivou a curiosidade de seu filho, pois Taurus desejava, de certa forma, seguir seus passos.
Sua mãe é uma elfa nativa da região, chamada Miris Lorien. Ela é uma artesã especialista em costuras. Sempre foi uma mãe muito carinhosa, nunca deixando de ser justa. Demonstrava e ensinava a Taurus e a seu irmão Lorin, tudo o que lhes era necessário para que se tornassem pessoas de bem.
Lorin é o seu irmão mais velho. Nos dias de hoje, segue em busca de aventuras com os Viajantes da Árvore Alta. Tornou-se um bardo que sempre busca levar a alegria, “conforto”, histórias e feitos de seu grupo, através de suas músicas, para aonde vai. Quando crianças ele e Taurus viviam juntos e sempre sonharam em seguir pelo mundo lado a lado, mas devido a diferença de idade, não foi possível.
Durante a invasão da horda em Cormyr, Taurus e sua família passaram por grandes apuros. Estão vivos até hoje graças a grande habilidade em batalhas de seu pai. Quando buscavam por abrigo durante a invasão, a comitiva de sua família encontrou ao acaso, parte de uma comitiva que havia sido atacada, e somente três sobreviventes havia restado. Sendo um deles uma pessoa ligada à corte real. Então se uniram e se protegeram. Foi a partir desse dia que Lyricus passou a fazer parte da guarda pessoal de sua majestade.
Seu pai sempre recorda um acontecimento da infância de Taurus, onde numa certa manhã, durante o desjejum, Lyricus esbarrou em uma xícara e esta, ao invés de fazer todo o seu percurso até o chão, simplesmente parou e flutuou no ar por certo tempo e depois terminou seu movimento se partindo em pedaços. Todos se espantaram com o fato exceto Taurus, que, causando um espanto maior ainda disse que, mesmo estando do outro lado da mesa, foi capaz de segurar a xícara. Neste dia Lyricus percebeu a predisposição mágica de seu filho e não mais fez com que ele estudasse a arte da espada, mas fez com que dedicasse aos estudos arcanos. Assim, Lyricus sempre terminava dizendo feliz: “Não se pode se defender com uma espada o poder que vem da mente”.
Com o cargo de guarda pessoal de sua majestade ocupado por Lyricus, foi fácil fazer com que Taurus tivesse o melhor estudo de toda Cormyr. Conseguiu como guia de seu filho Mithrir Loriel, um sábio dominador do conhecimento arcano e antigo companheiro de viagens. Não só isso, mas Taurus passou a morar em Suzail, próximo da torre dos Magos de Guerra, onde teve acesso aos mais diversos livros, não só de magias, mas livros raros de conhecimentos mundanos como história antiga, geografia da região e muitos outros.
Mithrir assim como Lyricus é um elfo que vive a serviço de seu reino. Ele era um dos Magos de Guerra de Cormyr, título esse que lhe foi dado após a invasão da horda em Cormyr, quando se prontificou a auxiliar na defesa de seu reino. Situação na qual demonstrou suas extremas habilidades arcanas e sabedoria, além de sua imensa lealdade a sua majestade. Agora se dedica a uma vida mais calma e a procura de novos conhecimentos, mas sempre servindo a seu rei. E estando pronto para defendê-lo quando necessário. É uma pessoa fechada, mas extremamente sábia e justa.
Taurus passou muitos anos dedicando-se aos estudos junto com seu mestre Mithrir e durante todo este tempo, teve contato também com a nobreza de Suzail, fazendo com que se tornasse não só portador de um vasto conhecimento, mas uma pessoa de notável etiqueta social. Mesmo com todo este tempo dedicado ao estudo, sempre encontrava algum para praticar com seu pai. Dedicou mais à defesa e agilidade que força, tornando-se mais resistente e ágil que qualquer estudioso local e ainda sim considerado prodígio nas artes mágicas. Sua mãe Miris, sempre lhe disse que a melhor roupa a se vestir é aquela feita por si mesmo, o ensinando a arte da costura. Não por isso, mas Taurus se interessou, pois poderia usar desta perícia para produzir roupas que o protejam melhor e não atrapalhem seus gestos arcanos.
Assim permaneceu muitos anos enclausurado nos estudos se tornando uma pessoa fechada e de pouca conversa. Não que fosse tímido, mas havia se tornando introvertido, dizendo apenas o necessário. Assim, chegando próximo à maioridade, seu pai e seu mestre resolveram levá-lo em suas viagens, para que pudesse adquirir conhecimentos reais fora dos livros. A primeira importante viagem que seguiu foi uma simples comitiva para o encontro entre Alusair, a Princesa de Aço e o Senhor de Cormantor. Durante alguns dias, a comitiva seguiu pela Estrada do Mar da Lua até que, durante uma noite, foi surpreendida por uma emboscada de orcs e goblins do reino de Thar. A batalha foi dura e difícil, tendo grandes perdas. Foram, assim, obrigados a seguir às pressas para evitar que essas criaturas cumprissem seu objetivo de impedir o encontro entre os povos e a formação de uma nova aliança.
Mais tarde, quando o perigo havia passado e todos já estavam seguros, todos concordavam em uma coisa. Taurus havia se comportado muito bem para sua primeira batalha. Muito feliz por seu sucesso inicial e motivado pela viagem e aventura, o jovem mago decidiu que depois de concluída a volta da comitiva real, iria partir para uma vida de aventuras na Terra dos Vales. Mas antes, como todo bom filho, despediu de sua mãe, seu irmão e pediu permissão para partir a seu pai e seu mestre. Não podendo ir contra o desejo do jovem, ambos concordaram em deixá-lo ir, mas contando que tivesse um bom guia nas regiões distantes.
Assim partiu Taurus de volta à Terra dos Vales, com uma carta de recomendação assinada pela própria Princesa de Aço e deixando-o sob os cuidados de Jessail Árvore de Prata, na cidade da Arvore Élfica. Ali, poderia aprimorar seus conhecimentos e habilidades, podendo mais tarde, percorrer o mundo sozinho.
Aliou-se ao grupo durante sua passagem pela Árvore Élfica como guia para a construção subterrânea sob a cidade Élfica.
Logo em seguida, na tentativa de impedir a formação da Aliança Negra, enfrentou o poderoso grupo dos Mercenários da Garra de Ferro e acabou capturado e vendido como escravo na arena da Colina Distante.
Com isso, Tauros perdeu todo seu equipamento, incluindo seu livro de Magia.
Na Arena recebeu a marca de um traço '-' em seu braço direito. Marca de gladiador inexperiente, devido ao seu desempenho com a espada na arena.
Soube preservar duas magias de nível 0 para usá-las no momento correto conseguindo assim fugir da arena.
O processo de fuga deixou muitos, muitos Mortos na cidade e sua cabeça foi posta a prêmio. 100 leões de ouro. Por sorte, Taurus usou um nome diferente quando escravizado e agora é procurado sobre o nome de Krog, o Gladiador da Colina Distante.
Falhou na tentativa de impedir a Aliança Negra e por isso, a cidade élfica foi destruída com seus 500 habitante. John, o amigo dos elfos, sobrevivente do massacre, o acusou, amaldiçoou seu nome e o expulsou de Cormanthor, o abandonando no meio da floresta.
Teve de ir de volta a Ashabenfort escoltando sua amiga Bertra para que pudesse entregar um bilhete de Jessail, Árvore Prateada à senhora da Abadia do Fardo Dourado.
A viagem foi longa e tortuosa, pois o caminho teve de ser desviado passando por Harrowdale e Scardale.
Na viagem, um cavaleiro chamado Sir. Greenhilt, Espada de Fogo tentou prende-los pelas mortes na Colina Distante e foi brutalmente assassinado pelo grupo, piorando ainda mais sua fama.
Descobriu através de Alena, senhora da Abadia do Fardo Dourado, que é um dos Mensageiros do Caos, um mero instrumento do poderoso e misterioso Cavaleiro Negro em seu jogo de destruição e conquista.
Sendo assim, por onde passa, Tauros leva consigo a Destruição e o Caos, a Morte e o Sofrimento.
De volta ao Vale das Sombras, tentando pedir ajuda ao inacessível Elminter, o Sábio, foi obrigado a fugir novamente, mas desta vez em busca de um Bracelete do Gelo Eterno, único item capaz de salvar Aurim Manto Roxo que se encontra sobre efeito de uma aparente terrível magia causada provavelmente por sua bola de cristal.
Segue com o grupo para Cormyr, mas acabam tendo de enfrentar os Homens da Colina Gritante causando a morte de seu clérigo de Tyr Eric e enfrenta também Grund, o Ogro Mago antes de chegar a Arabel.
A pedido de Sir William segue até Nimroc mas cansado por causa de suas transformações dorme na tavenra enquanto os amigos resgatam trinta e cinco prisioneiros das mãos de um monstro chamado Xrirtraks. Uma grande festa em Nimroc comemora o resgate.
Em Suzail, tenta obter seus documentos e acaba preso. Livre da pena de morte, se junta ao exército e participa dos jogos da arena para classificação.
A princesa Alusair é morta e Pedro, seu futuro herdeiro é preso acusado de sua morte. Junto ao aventureiros liberta Pedro e ele o ajuda a obter a chave para chegar ao Bracelete do Gelo Eterno. Juntos fogem para Melinir guiados por Lothar e por pouco escapam da fúria do Cavaleiro Negro montado em seu negro Dragão.
De Melinir é levado ao Vale do Vento Gélido onde precisa enfrentar um gigantesco Verme do Gelo que engoliu um dos Braceletes. Infelizmente este bracelete acabou destruído, sobrando apenas um pequeno pedaço.
De volta a Melinir, os guardiões dos portais os envia a uma missão sem volta ao Sul Brilhante para esconder os braceletes. De lá não podem voltar sem o bracelete reforjado. O Portal foi selado atrás deles e só será novamente aberto por um dia em dez anos, isto é em 01-10-1389.
Em Haluahh buscam uma fazenda para comprar e estabelecer, mas em uma confusão, Kage entra em sua fúria e mata Lothar. Com o coração apertado de remorso, joga fora seu machado personalizado e abandona o grupo com objetivo de minerar ouro e ressuscitar o paladino.
O restante do grupo segue para o nordeste do reino em busca dos templos e encontram o último sacerdote de Lathander. Ele acolhe os aventureiros e ressucita Lothar em troca do cumprimento de uma missão. Precisam recuperar os livros perdidos no Castelo do Equinox. Este aparece apenas durante o dia do meio do ano e do fim do ano.
Ali os aventureiros se aventuram e atravessam seis meses como se houvesse passado um dia. Com os livros em mãos, o Clérigo treina Tord Mor sobre as artes da vida e este recupera seu posto junto a Lathander se tornando um Discípulo Divino. Tendo sua missão cumprida, o Clérigo desaparece como ocorreu com todos os demais clérigos do mundo, dizendo que irá se juntar a Lathander em uma importante missão.
Recuperado volta a Halarahh, onde reencontra Kage. Juntos acabam enfrentando bandidos que estavam fugindo do presídio e passam a trabalhar para a Casa Medani. Entre as missões que realizou para eles inclue-se, recuperar a estátua do Ídolo Radiante, salvamento de Zelina Medani dos bandidos, sumiço do Basilisco de Prata, Tentativa de assassinato do Barão.
Contratado para proteger o grande navio Dragão Dourado em sua viagem, se vêem vítima de seqüestro e Kage acaba morto por um golem de ferro. Neste dia Tord Mor faz um grande feito para um clérigo de sua experiência, ressuscita Kage. Com o fracasso da missão, a viagem é adiada.
Algum tempo depois, como efeito colateral do retorno do Ídolo Radiante completo para a casa dos Medani, o mesmo voltou a vida e atacou a cidade, mas os aventureiros o derrotaram e por isso, a casa dos Medani os concedeu o título de heróis 'Mãos de Halarahh'. Segundo maior título que pode ser conferido a um aventureiro.
Retornando a viagem no Dragão Dourado, para a distante Selva de Chulk. Muitas intrigas na viagem culminaram na morte de Kelivorn Garra de Prata líder da Casa Vadalis.
Seguindo adentro nas selvas de Chult, Lhorr Bronze partido o guia até os picos de fogo onde Tordalin e Bronks tombam mortos ante os golpes poderosos do gigante da tempestade duardião dos portões dos Templos dos Dragões. Dali seguem até os 12 templos dos dragões onde Tauros falha em perceber uma presença malígna. Completados so duelos, retornam a Ishau.
Salvam Ishau do ataque de Valraxaxath porém deixa a escola de magia e Haluahh destruidos pelo ataque do Dragão, que leva os filhos de Lothar como punição pelo roubo de seu ovo.
Junto com Lhorr, invadem o templo do Mestre da Ordem do Dragão e o Matam, liberando o poder das esferas. Este é o fim da Ordem do Dragão, cujos templos vão às ruínas sem as 13 esferas do dragão.
Em busca do cristal elemental ajudam o povo de Havenfast, porém Lothar perece ante o Fantasma do Beholder Mago.
Lothar e Tord não recussitados pelo Avatar de Helm e juntos Conseguem recuperar o cristal e permanecem na cidade para ajudar Elevorn. Depois de algumas confusões Kage e Tauros retornam a Halruaa com o crital e deixam os demais ajudando a cidade. Drift desaparece ao pular em um portal para o Inferno. O portal é fechado por Tord e o Bracelete do Gelo Eterno é perdido.
Obrigado a Fugir de Halarahh devido a invasões e ataques para proteger o bracelete, se esconde nas montanhas dos anões ainda em Halruaa. A pedido de Lhotar enfrenta o Dragão Negro Valraxaxath e descobre que ele se disfarçava de Kiarana para conseguir o uso do portal dos tempos, mas no processo Tauros sabota o portal e envia o dragão para algum lugar aleatério do tempo e planos, junto com os filhos de Lothar, Kiamus e Elestir.
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