Data: 05/06/1383 (A Época das Flores – Ano do Guerreiro Vingado)
Dia: 26/12/2009
Drift o guerreiro ( NG hm Ftr 8 / Cav 2 / Wwf 2 ) Tiago
Lothar Mordrech ( LG hmn Pal 11 ) Jú
Tord Mor ( LG elf Clr 11 ) Tito
Enialis Meliamme ( CN elf Rgr 9 ) Fernando
No final da festa, ao saírem da taverna os aventureiros escutam uma voz alta e grave gritando para eles:
Ogro Mago: 'Ei Heróis'
Um Ogro Mago lança contra os heróis um cone de frio e foge por um beco estreito. Uma escuridão surge e o protege. Drift corre na frente farejando o enorme Ogro enquanto Tord voa por cima da grande esfera de escuridão. Assassinos nos telhados disparam flechas contra Drift e Tord, Mas Drift continua correndo em busca do Ogro.
Tord Invoca um enorme Felino em cima do telhado de uma casa e ele despenca devido a seu peso, levando um dos assassinos consigo. Enialis e Lothar chegam em seguida para ajudar a lutar contra os assassinos.
Drift se depara com uma pequena criatura com uma besta disparando setas envenenadas, mas o veneno não o afeta seu resistente organismo e Drift a mata. Tord voado por cima dos becos localiza o Ogro e com suas magis poderosas o mata, dando um fim a emboscada.
Durante a noite, sonhos bizarros os perturba com imagens de assassinos vindouros mescladas com palavras que parecem vir de um outro mundo além do espaço e tempo. As silasbas com sons de assobios, estranhas aos aventureiros parecem torcer e distorcer juntas como cobras dentro de suas mentes, tornando claro seu sinistro intento apesar de não dircernir nenhum significado. Depois de uma eternidade disto, as palavras se tornam claras de seus assobios, como se uivadas por um homen louco: 'Os sinos tocam!! O portão pende aberto' e os aventureiros caem em um sono profundo.
Pela manha uma trombeta toca acordando os aventureiros. Sinal de que o Barão da cidade quer falar a seu povo. Todos correm para a praça central onde fica sua torre. O Barão aparece na sacada de sua torre. Sua voz parece estranhamente sem emoção, apesar de seus protestos de tristeza e arrempendimento. Ele fala sem pausas apesar das interrupções e protestos da multidão abaixo.
Barão: 'Bom povo de Havenfast, eu venho até vocês hoje com um peso no coração, me mantentendo em meio ao caos que caiu sobre nossa cidade. A falta de leis e a desordem tem reinado dês de que a feira de rua se iniciou e mesmo com os esforços de um heróico grupo de aventureiros não puderam por um fim a loucura. Enquanto nós celebramos estes heróis e festejamos sua honra, assassinos planejavam suas mortes.'
Barão: 'Os guardas de nossa cidade foram desimados. As ruas não estão a salvo para andar à noite. Portanto eu sou forçado a invocar uma nova força de ordem, uma que irá restaurar a ordem em Havenfast. Que seja gravado que Eu, Barão Euphemes o Segundo, decretei este dia estas novos decretos.'
Barão: 'As Festas de rua estão encerradas. Todas as tendas devem ser removidas do Distrito Leste antes do sol se por hoje. Qualquer tenda, charrete ou carroça encontrados no Distrilo Leste ao por do sol será destruído.'
Barão: 'Os Portões da Cidade estão fechados. Ninguém entrará ou sairá de Havenfast até novas ordens.'
Barão: 'Portar armas na cidade está proibido. Qualquer um visto em posse de uma arma será preso'
Barão: 'O templo de Ilmater, cujo deus não parece apto a defender nossa cidade está fechado, e qualquer clérigo será considerado fora da lei.'
Barão: 'De forma a manter a nova ordem em nossa justa cidade, eu convoco para o serviço todo homen que tenha treinamento militar. Eles devem se reportar a torre da guarda imediatamente.'
Barão: 'Que as forças da ordem saibam que nós não iremos tolerar nenuhma desobediência a nossa lei. Desacato será punido com a morte, e a justiça executada sem demora.'
Assim que o barão termina de falar, uma figura emcapuzada é vista por Lothar atrás do Barão. E ambos desaparecem adentrando-se na torre do barão.
Indignados os aventureiros seguem para a torre da guarda mas uma multidão já se amontoa em torno dos poucos quardas que tentam por ordem.
Drift é informado que Elevor não está e não se sabe para onde foi. Ninguém pode entrar na torre, mas Lothar e Tord voam e pousam em cima da torre para pocurar outra entrada, quando avistam o templo de Ilmanter.
Uma enorme coluna de chamas sai pelo teto do templo e indo até os céus. Seu fogo é muito forte e de longe podem sentir seu calor.
Drift e Enialis aguardam na base da torre quando são atacados por criaturas invisíveis. Drift conseguew combate-las identificando onde estão com seu faro. Lothar desce para ajudar no combate e assim derrotam os demônos que os atacava.
Resolvem então seguir para o templo para ver o que acontece ali e o porque de estarem aparecendo estes demônios na rua. Seriam estes os reforços invocados pelo barão?
No caminho encontram mais alguns demônos e entram no templo por uma porta lateral, onde encontram um clérigo de Cyric.
Lothar: 'Um clérigo de Cyric? Pensei que não haviam mais clérigos em Faerun, mas parece que estas pragas ainda estão por ai. Ah maldito morra!!'
Apesar de tentarem matar o clérigo, ele conjurou um enorme animal para atacar o grupo e consegui fugir teletransportando-se. Seguindo adiante, os aventureiros chegam a nave principal do templo, onde em seu meio sobe do chão a enorme coluna de fogo. Um demônio voador ataca o grupo e conjura um segundo, que sai de dentro das chamas.
Os demônios são muito fortes e lançam espinhos terríveis que vão entrando no corpo sem parar causando grande dor. Depois de derrotados, os aventureiros discutem:
Drift: 'Acho que isso é um portal ou algo assim, pois o demônio saiu ai de dentro.'
Drift arremessa o corpo de um dos demônios nas chamas e ele cai como se estivesse passando por um buraco no chão em baixo das chamas.
Lothar: 'Creio que seja sim um portal para o mundo destas criaturas. O maldito clérigo deve ter aberto ele. Como o fecharemos Tord.'
Tord: 'Humm não sei. Não me recordo de ter visto um portal antes, deixe me pensar.'
Drift então, decide pular nas chamas pensando que a única forma de fechar o suposto portal seria atravessando-o. Sem dizer uma palavra, simplesmente corre e pula dentro das chamas desaparecedo da vista de Lothar e Tord.
Lothar: 'Drift, não faça isso!'
Tord: 'NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOO.'
Enialis: 'Por Silvanos, seu amigo é louco!'
Lothar: 'Que faremos agora?'
Tord usa suas magias para protegelo do fogo e voa para dentro das chamas, tenta descer o maximo que pode mas as chamas eram muito fortes e não pode seguir mais do que alguns metros. Lothar o vê retornando das chamas com as mão vazias e um pouco ferido das chamas e diz:
Lothar: 'Porque Drift, PORQUE? Agora teremos de feixar o portal.'
Enialis: 'E ele ficará lá?'
Tord: 'Drift está morto, não tem como ele sobreviver a chama.'
Assim tord ergue seu símbolo sagrado e com seu poder de fé fecha o portal, deixando apenas um enorme buraco vazio no chão.
Lothar: 'Maldito Drift, poderia ao menos ter deixado o Bracelete conosco antes de fazer esta loucura, agora o Bracelete está perdido..'
Tord: 'Sim, creio que fracassamos, mas pelo menos fechamos o portal, vamos recolher nossas coisas e ir embora desta cidade.'
Enialis: 'Acho melhor ir com vocês, não serei bem vindo nesta cidade'.
Assim Lothar corre ao alojamento onde estavam, recolhem seus pertences e fogem voando com seu grifo por cima dos muros da cidade e seguem de volta a Halruaa cabisbaixos e tristes pela perda do amigo e principalmente pelo Bracelete do Gelo Eterno, chave dos Portais da Lua e última esperança para derrotar o Cavaleiro Negro.
26 dezembro 2009
29 - Aquele que fala em Sonhos – Parte 2
29 - Aquele que fala em Sonhos – Parte 1
Data: 18/05/1383 (O Degelo – Ano do Guerreiro Vingado)
Dia: 26/12/2009
Taurus Lorien ( LN elf Wiz 11 ) Palinha
Drift o guerreiro ( NG hm Ftr 8 / Cav 2 / Wwf 2 ) Tiago
Kage Fan' Guard ( CN drf Ftr 10 / Bbr 1 ) Túlio
Depois de derrotado o Beholder, ainda na cidade de Havenfast, os aventureiros aguardam uma semana para ver se as criaturas fugidas da montanha se acalmam e tudo retorna ao normal
Tauros fica no alojamento escrevendo em seu livro de magia, Drift ajuda os guardas a fazer rondas próximo a cidade enquanto Kage vagueia pela cidade sem rumo, quando Kage percebe dois seres se aproximando pelos céus.
Assustado Kage recua e prepara seu martelo de guerra. Os dois seres se aproximam e Kage vê um Homem com um mando branco montado em um enorme Grifo e ao seu lado voando um elfo com uma armadura de malha dourada relusente. Ambos se aproximam de Kage e dizem:
Humano no Grifo: 'Veja Kage quem eu trouxe comigo!'
Elfo Dourado: 'Olá Kage.'
Aturdido pela visão Kage pisca os olhos algumas vezes boquiaberto e finalmente exclama:
Kage: 'Lhothar? Tor?? Vocês estão vivos? Mas... mas... eu os vi morrer! Como...??'
Humano no Grifo (Lhothar): 'É claro que estamos, agora vamos logo. Onde está Tauros e Drift? Precisamos conversar e explicar tudo que está acontecendo.'
Lothar Mordrech ( LG hmn Pal 10 ) Jú
Tord Mor ( LG elf Clr 11 ) Tito
Assim todos partem rumo ao alojamento e se reúnem com Tauros e mais tarde com Drift e Lhothar pode explicar o que estava acontecendo.
Lothar: 'Bem, por onde começar? Quando morri, fui levado para os grandes salões de Helm no palácio da Trindade. Lá conversei com o Avatar de Helm. Ele me recebeu e disse que eu havia falhado em minha missão e que agora Helm teria de interceder. O Objetivo de ternos confiado a missão é exatamente para que ele não intercedesse e que a missão ficasse em sigilo, mas isso não é mais. Mas ele nos deu uma nova chance. A mim e a Tord.'
Avatar: 'A missão concedida a você Lothar, requer muito sigilo. O descuido de vocês trará muita atenção sobre seu grupo e sobre o bracelete. Hoje, nada passa despercebido aos olhos do mal e ele vê que Helm os favorece por alguma razão. Por certo enviarão um emissário da morte. Muito cuidado de agora em diante. Não sei dizer as conseqüências exatas deste ato, por certo não serão boas. Agora vão e terminem o que começaram. Restaurem o bracelete.'
Tord: 'Em verdade eu não me lembro de minha vida antiga. Nos planos celeste eu estive combatendo o exercito de mortos vivos de um plano chamado Ravenloft. Não cheguei a ir a este plano, mas estava me praparando para ir quando fui convocardo a Ester com este homem, Lothar. Pelo que me foi dito, minha memória dos planos celestes aos poucos irá se exvair e eu me recodarei de minha vida anterior onde, de acordo com Lothar, eu fui amigo de vocês.'
Finalmente reunidos, os aventureiros aguardaram alguns dias para que Elevor os desse o Cristal Elemental, mas estes dias não foram tão tranqüilos. Eventos estranhos levaram os aventureiros a outros caminhos pela cidade.
Bahair Mil Contos, que estava pela cidade, ouve sobre as aventuras dos heróis e sobre o retorno de Lothar e Tord por detrás de uma janela. Os heróis percebem o movimento mão não conseguem ver quem ali estava, pois o bardo é muito furtivo.
O Bardo se desentende com o grupo quando percebem que ele está espionando, mas Drift se aproxima do bardo e ambos conversam sobre os desentendimentos.
Bahair Mil Contos concorda em contar apenas as histórias que os aventureiros aprovarem e que tudo o que contou até hoje ele o fez porque Tord o havia contado quando se tornaram Braços de Halruaa.
Depois de uma semana os sinos tocam indicando que o barão irá falar ao povo. Todos correm para a praça para ouvir. Kage consegue chegar mais próximo a torre e pode ter uma boa visão do lugar. O barão aparece no balcão e anuncia o início das festividades.
O bardo canta durante as festividades em uma taverna algumas músicas e todos comemoram e agradecem os aventureiros.
Bahair: 'Muito e muito anos atrás, uma antiga raça de devoradores de mentes mantinha diversos e diversos mundos escravos, mas estes escravos se rebelaram contra eles e se libertaram. Os mais fortes dos devoradores de mentes sobreviveram. Um deles, Ghaerleth Axom queria novamente dominar as raças mortais e tornalas escravas, mas não só elas, mas também os outros devoradores de mentes. Para isso ele se juntou com um Beholder Mago e juntos conjuraram uma poderosa magia, mas ela deu errado e um gigantesco demônio surgiu e matou o Beholder Mago e centenas de devoradores de mentes antes de ser derrotado. Acusado do ocorrido, Ghaerleth Axom desapareceu e nunca mais ouviu falar dele, mas dizem que o Beholder traído jamais abandonou seu lar, até que os anões e suas picaretas, fizeram um buraco tão fundo que o encontraram e novamente o Beholder esteve solto, andando pelas montanhas de Havenfast, mas os corajosos Braços de Halruaa ali foram e novamente o prendeu em sua caverna. A batalha foi terrível, mas nem mesmo a morte pode contra os Braços de Halruaa, os Homens da Armas Divinas.'
Os Guardas que sobreviverem a batalha, depem aos aventureiros que os ajudem.
Guarda: 'Isso vem acontecendo a algum tempo. Não sei o que eles querem, mas esses malditos homens rato aparecem e atacam nossos guardas, os matam e desaparecem. Por favor, ajudem-nos!!! Não sabemos mais o que fazer,encontrem estes homens rato e acabem com eles! '
Um dos homens rato é capturado e os guardas da cidade o levam para a prisão.
Querendo interrogalo, os aventureiros acompanham os guardas, mas durante o interrogatório, Tauros ameaça e queima o prisioneiro em uma tentativa de intimida-lo, o que gera uma enorme confusão com os guardas. Todos exaltados, uma enorme briga quase cumina em uma batalha entre os guardas e os aventureiros.
Elevorn então os expusa da prisão e pede para que não hajam da forma que agiram. Por serem heróis, não os prenderá. Drift conversa por algum tempo com Elevor explicando o mal entendido e com a ajuda de Tord, que não participou da briga, conseguem acalmar o animo de todos.
Elevorn: 'Escutem. Não quero confusão na minha cidade. Sei que vocês vieram para ajudar e por isso eu agradeço. Como cumprimento da missão de vocês eu lhes entrego o Cristal Elemental que tanto queriam, mas peço uma coisa. Estamos tendo muitos problemas com estes homens rato matando nossos guardas e outras mortes sem sentido que acontecem pela cidade. Se puderem, peço que fiquem um pouco mais e nos ajude a desvendar este mistério.'
Drift: Nós pedimos desculpa pela confusão, todos estivemos exaltados. Mas eu lhe dou a minha palavra que ao menos eu ficarei e o ajudarei a proteger a cidade. Afinal, sou um cavaleiro de Halruaa e este é o meu dever.'
Saindo da prisão percebem que estão sendo perseguidos por homens ratos em suas formas humanas, homens encapuzados e com rapieiras em suas cinturas. Proximo a um beco, os aventureiros são emboscados, mas são os homens rato que se dão mau e perecem no combate.
Decididos a investigar os homens rato, começam cada um a andar pela cidade, procurar pistas e interrogar pessoas. Entre as descobertas que fazem, inclue relatos de:
- Pessoas andam ouvindo vozes estranhas como se alguém estivesse sussurando. Vozes ao vento.
- Histórias sobre um mago que enlouqueceu nas colinas e seu fantasma ficou vagando enlouquecido.
- Estranhas mortes de pessoas comuns sem relação. A semelhança é que não foram encontrados corpos.
Tauros vai até a torre do Barão, mas os guardas não permitem que ele entre. Desconfiado de que há algo de errado, Tauros detecta um mal dentro da torre e resolve entrar para investigar, mas sua tentativa frustrou-se quando alguma criatura dentro da torre lançou uma magia que cancelou o voo de Tauros e ele despencou da janela da torre.
Com o barulho, mais guardas chegaram, e com eles Elevorn. Apesar de Tauros insistir que havia alguma criatura lá dentro, os guardas nada encontraram e nenhum mal pode ser detectado. Assim Elevor pedia a Tauros que voltasse ao alojamento e que não preocupasse.
Mas ainda sim, Tauros pediu a Kage que vigiasse a torre durante a noite. Kage sentou em uma pedra próxima a torre e ali passou boa parte da noite observando sem nada ver.
No dia seguinte, Kage, em suas andadas em meio ao povo, vê um grupo de grimlocks matando um homem dentro de uma carroça. Imediatamente ele pula dentro da carroça e começa a lutar contra os grimlocks. Estes fogem para um beco e uma enorme escuridão faz com que Kage os perca de vista.
Kage chama a seus amigos e todos vão investigar o local onde os grimlocks estão. O local é um velho armazém.
Drift: 'Acho melhor conversarmos com Elevor antes de sair invadindo este lugar. Eu vou até ele e volto. Vocês esperem aqui.'
Assim que Drift sai, Kage bastante ansioso escuta um ruído dentro do galpão.
Kage: 'Escutou isto Tauros. Eles estão lá, aqueles malditos.'
Tauros: 'Sim Kage. Mas o Drift não voltou ainda.'
Kage: 'Bah... não quero saber a opinião daquele Elevor. Vou entrar e acabar com os bixos. Vou estar fazendo um favor a aquele Lobisomem.'
Tauros: 'É também acho, vamos então.'
No momento em que Kage derruba a porta de entrada do galpão, uma grade de madeira com estacas cai do teto e atinge Kage. Não só pelos ferimentos mas as estacas parecem envenenadas e Kage se sente quase imediatamente fraco, muito fraco.
Tautos tenta ajuda-lo, mas uma incrível neblina cobre todo o espaço em que estão e ninguém pode enchergar nada. Flechas voam em cima dos dois mas Tord entra em ação e com suas magias de fogo dissipa grande parte da neblina e permite que os dois saiam de dentro do galpão.
Uma nova escuridão profunda cobre o galpão fazendo com que se torne impossível entrar.
Neste momento chega Drift com dois dos guardas da cidade e eles chamam atenção de Kage por ter agido ates de eles chegarem e Kage returca.
Kage: 'Ah é. Mas ocêis são muito lerdo. Os bixo tava ai dentro e ocêis num fizeram nada. Eles pudia sair e mata a mãe de oceis, bando de Lobisomem incompetente.'
Guarda: 'Não ouse falar de minha mãe anão. Se quiser vá proteger a sua mãe naquelas montanhas sujas.'
E assim começa uma nova briga, mas desta vez foi tord que os separou, levantando um enorme muro no beco e separando os guardas de Kage.
Inflados de raiva, Tauros e Kage abandonam a cidade e seguem caminho de volta a Halruaa com o Cristal Elemental.
Kage: 'Ahh. Vou embora desta cidade maldita. Já temo o que viemo pega. A missão ta completa. Não voi ficar aqui e ajudar estes ingratos. Que eles todos virem homens rato.'
Tauros: 'Vou embora também. Se eles não querem ajuda, que resolvam seus próprios problemas sosinhos.'
Drift: 'Que isso amigos. Dei minha palavra a Elevorn que os ajudaríamos. A palavra de um Cavaleiro não pode ser quebrada. Mesmo que vocês vão, eu ficarei para ajudalos. Este é meu compromisso, minha honrra. Independente do que ocorra.'
Kage: 'Então fica ai então. Eu vou embora.'
Assim Kage e Tauros partem. Lothar fica confuso por um instante e parte com os dois para Halruaa, mas lembra-se que sua missão é proteger o Bracelete e volta para proteger e ajudar a Drift em sua missão. Na volta encontra-se com o Bardo que também parte para Halarah.
Voltando para a cidade, Lothar pousa com seu grifo no alto da torre do sino. Parte do telhado quebra com o peso do animal. A torre do sino é protegida por um gárgula que ataca Lothar. Elevorn vê o acontecimento e diz a Drift:
Elevorn: 'Que diabos Drift diga a seu amigo para parar com isto. Ele está destruindo o monumento de nossa cidade. Mais uma vez você estão estragando alguma coisa.'
Avisado por Drift Lothar para de bater no gárgula de pousa perto do Drift e Tord. Justos eles resolvem voltar a torre e se desculparem pelo que fizeram. Além disso querm ter uma visão de toda a cidade do alto da torre, mas são muito mal recebidos. Lothar detecta que há muitas criaturas más dentro da torre e então resolvem invadir.
A torre estava infestada de Homens Rato e a batalha não estava difícil. Porém Tord Mor invocou seu poder divino mais poderoso, erguendo uma enorme coluna de chamas que acabou queimando toda a estrutura interna de madeira da torre derrubando o enorme sino em cima de si mesmos. Nenhum homem rato sobreviveu, mas a torre não mais soará suas badaladas matinais.
Elevorn os agradeceu por acabar com os Homens Rato e lhes apresentou a Enialis, um Ranger amigo de seu pai Kelevorn que veio até a cidade para ajudar nos problemas. Enialis é um elfo da lua com um arco longo muito elaborado e com uma cota de malha de mithil. Atrás dele uma enorme pantera negra com duas mochilas pendurada nas costas.
Enialis Meliamme ( CN elf Rgr 9 ) Fernando
Enialis se apresentou e se pôs disposto a ajudar aos aventureiros na investigação das estranhas mortes que estão acontecendo na cidade. E aos sussurros que as pessoas andam escutando.
No dia seguinte Lothar, Drift e Tord junto com Enialis começaram a investigar sobre os assassinatos e não estavam tendo muito sucesso, quando, durante a noite passando pela torre da guarda, mas ela não podia ser vista por causa de uma densa neblina que a cobria. Todos puderam ouvir um grito de dentro da neblina e imediatamente correram para ajudar quem quer que fosse. Tauros imediatamente identificou a neblina como sendo mágica.
Dentro da torre os aventureiros se depararam com um jovem guarda que estava desesperado porcurando seu mestre Elevor. Ele disse que de repente surgiu a neblina e alguém os atacou e o levou embora. Imediatamente os aventureiros seguiram em direção para resgata-lo e tiveram de enfrentá-los em meio à neblina. Lhotar se perdeu, mas os demais conseguiram derrotas os 4 magos que tentavam fugir, mas não conseguiram recuoperar o homen seqüestrado.
Sem saber para onde ir, Tauros sugeriu:
Tauros: 'Humm estive a alguns dias na loja de pergaminhos desta cidade. Uma loja muito peculiar chamada Dobra da Realidade. Se eles são magos, por certo devem ter ido lá para comprar coisas e o dono da loja pode saber quem são.'
Assim foram para a loja, mas no caminho, quando menos esperavam, Tudo pareceu se esticar e distorcer de forma que coisas próximas pareciam muito longínquas e os algulos das coisas pareciam impossíveis e o chão se abriu revelando terríveis criaturas com tentáculos.
A luta foi ferrenha e os aventureiros quase morreram enfrentando as duas criaturas. Mas as venceram e contornaram os grandes poços de um estranho líquido verde de onde elas saíram que agora cobria a maior parte da rua.
Chegando na loja, os aventureiros Encontraram o dono da loja que não os queria deixar entrar. Sua reação estava muito estranha enão Lothar forçou a entrada e quando estavam lá dentro, perceberam que um barulho. Dentro de um armário, havia escondido uma estranha criatura gosmenta e com muitos olhos e boca. Seu som estridente doía nos ouvidos de todos e ela estranhamente transformava as superfícies que tocava como o chão em lama ou outras substâncias gelatinosas. Imediatamente a atacaram e derrotaram mostrando que estavamno lugar certo. No andar de baixo, cercado por mais dois magos estava o Elevorn que foi rapidamente resgatado.
Elevor 'Ah vocês! Sabia que podia contar com a ajuda de vocês para nos ajudar. Mais uma vez obrigado. Agora, me emprestem uma espada, pois vou ajuda-los a acabar com estes loucos que me seqüestraram.'
Mas quando menos esperavam uma escuridão total tomou conta dos aventureiros e outra das estrahas criaturas com tentáculos surgiu pelo buraco criado pelo ser gosmento. Drift com seu poderoso faro pode enfrentar a criatura com facilidade e puderma novamente subir para o andar superior onde foram atingidos por raios e bolas de fogo, deixando todos muito fracos. Drift e Tord estavam muito feridos e preferiram não avançar, deixando Lothar, Elevor e Enialis subirem até o último andar da loja de magia onde encontraram um mago louco dizendo ser o Abençoado e coisas insanas, aparentemente o líder dos magos que seqüestraram Elevorn.
O Abençoado 'Vocês tolos perecerão, pois eu sou o Abençoado e eu escuto a voz e ela me diz que o FIM ESTÁ PRÓXIMO. Somente eu e meus seguidores sobreviveremos ao mundo de caos e loucura que virá quando eu abrir o caminho para aqueles além. HAHAHAHA O Chão será parede, e o teto uma mesa com três cadeiras. Nada mais importará. AHAHAHAHA'
Efurecido Elevor ataca o mago louco e o mata. Lothar recolhe os itens e uma tapeçaria que encontra para tentar achar uma lógica ou um motivo para o seqüestro de Elevorn, mas nada encontra. Elevorn novamente os agradece e pede para que fiquem mais um dia pois fará uma grande festa em homenagem aos heróis.
No dia seguinte, todos recuperados, uma grande festa é feita na taverna em homenagem aos heróis. Todos são presenteados com um broche de prata com uma ametista púrpura com a inscrição. Aventureiros do Sino Partido. O grande Sino da torre, agora com uma grande rachadura da queda é colocado na praça como um monumento aos heróis que enfrentaram tudo para proteger a cidade de diversos males. Muitos bebem em seus nomes até tarde.
17 outubro 2009
28 - A Vez dos Vermes
Data: 08/04/1383 (Mês das Tempestades – Ano do Guerreiro Vingado)
Dia: 17/10/2009
Taurus Lorien ( LN elf Wiz 10 ) Palinha
Drift o guerreiro ( NG hm Ftr 8 / Cav 2 ) Tiago
Lothar Mordrech ( LG hmn Pal 9 ) Jú
Kage Fan' Guard ( CN drf Ftr 9 / Bbr 1 ) Túlio
Zalathorn, o Mago Rei de Halruaa, convidou os Nobres e pessoas importantes de seu reino para uma recepção no salão principal da Escola de Magia depois de dois anos sem aparecer e ninguém ter notícias suas. Os heróis foram convidados, por serem os conhecidos Braços de Halruaa.
Depois de uma semana de preparativos, a escola de magia atracou-se ao castelo de Zalathorn e uma quantidade enorme de nobres compareceu ao evento, todos vestidos como sábios como de costume, exeto pelos aventureiros.
Na recepção, Tauros se encontrou rapidamente com Kiarana, uma feiticeira elfa, mas foram subtamente interrompidos por Lhorr com seu sempre estranho comportamento. Lhorr reuniu o grupo e os informou de sua próxima missão.
Lhorr: 'Tauros, abaixe-se!' Disse colocando as mãos no olho de tauros onde está sua cicatriz purpura. 'Sim, isso mesmo, vou precisar de seu poder para forjar o bracelete, agora que não temho mais a esfera.'
Tauros: 'Acalme-se Lhorr, do que você está falando?'
Lhorr: 'Kage, preciso de você também. Você precisa ir até Kelevorn Garras de Prata. Ele possui um cristal de transferência que preciso para imbuir com o poder mágico do Tauros.'
Kage: 'Cristal? Vocë quer que compremos este tal cristal de Kelevorn?'
Lhorr: 'Não sei. Sei que ele consegui este cristal que foi criado pelos magos vermelhos de Tay. Este cristal se chama Cristal Elemental e eles o usam para prender elementais e usar o cristal em cajados, armaduras e coisas assim.'
Tauros: 'Nunca ouvi falar sobre isso. Mas se está com Kelevorn, mehor irmos até ele e conversar para ver como podemos conseguir o crisal.'
Depois de algun tempo, ainda na recepção, antes da esperada entrada de Zalathorn, Tauros pensa sobre o que Zalathor irá falar e imaginando que será sobre o ovo de dragão que pagou, sobe correndo para o alto de uma torre da escola de magia e passa a observar os céus sabiamente premeditando o aparecimento de Valraxaxath, o Dragão Negro, e temendo por mais um ataque.
Enquanto isso, tocam as trombetas e Zalathor aparece por uma porta e anuncia:
Zalathorn: 'Estou de volta irmãos e Irmãs. Após dois anos de ausência volto com grandes novidades para o meu trono. Aprensento a vocês meu filho Iklanil.'
Neste instante surge um filhote de dragão negro por detrás da porta e este se transforma em uma criança. Todos olham espantados e começam a falar entre si e Zalathorn novamente se pronuncia.
Zalathorn: 'Iklanil é meu filho e príncipe deste reino. Seu coreção é puro e um dia se tornará um maigo ainda mais poderoso que seu pai para proteger este reino e trazer ainda mais prosperidade. Apesar de muitos temerem por sua natureza ser um dragão cromárico, todos estão livres para usar qualquer magia de adivinhação e detecção de alinhamentos.'
Lhothar usa seu poder e não detecta nenhum mal na criança, mas de repente, de outra parte da sala, ele detecta um mal extremamente poderoso que de repente desaparece.
Admirados e convictos que nenhum mal vem da criança e da pureza de seu coração todos veem Zalathorn levar seu filho embora e dispersam da festa sob muitos comentários e enorme exaltação.
Enquanto isso tudo ocorre, Tauros no alto da torre se destrai com as trobetas e quando assusta, um enorme dragão negro passa sem sua frente e antes que possa fazer qualquer coisa, ele se teletransporta e desaparece no ar.
Antes de partir cada um precisa de algum tempo para deixar as coisas em ordem antes de partirem, afinal todos agora possuem esposas, filhos e um emprego, todos exeto Tauros que possui apenas o emprego na escola de magia.
No dia 16 todos partem rumo a cidade de Havenfast além da passagem do oeste, onde vivem os Lobisomens que protegem a passagem pelas cordilheiras que protegem o reino.
Depois de alguns dias, ainda viajando sob a forte chuva os aventureiros são atacados por um espreitador invisível. Sem entender o que está acontecendo Drift foge assustado enquanto Kage avança sobre o que quer que seja que os está atacando e golpeia cegamente até que não reste mais nada a não ser o ar. Perplexos e confusos, seguem o caminho.
Na passagem entre as colinas são atacados a noite por dois gigantes atiradores de pedras que se concentram em Lothar, ainda sem sua armaura e iluminado dentro de sua barraca pela pedra de chama contínua de Tauros. Mas tauros os afasta com suas poderosas magias. Mesmo não gostando muito desta arte arcana, Kage se adimira com a ferocidade e brilho da explosão da bola de fogo disparada por Tauros.
Quando finalmente avistam as pequenas edificações de madeira velha e o frágil muro de madeira de Havenfast a distância, respiram aliviados, mas por pouco tempo, pois 3 carruagens carregadas e puxadas por cavalos e mulas que saiam da cidade são atacadas por um verme púrpura colossal.
Tauros, como sempre, com sua brilhante estratégia de combate contra vermes gigantes, atrai um segundo verme purpura para o combate e Kage desesperadmente corre entre os ataques dos dois mostros colossais para proteger Tauros.
Agradecido pelo socorro prestado pelos aventureiros, Aielle Dell o mercador dono das três carruagens, dá a Drift uma poção aniga já muito rara e de inestimável valor nos dias de hoje. Uma poção de cura severa.
Vendo o que se passou, Elivorn Dedos de Osso, filho de Kelevorn os recebe em sua cidade e corrige a confusão e a fraca memória dos heróis que, mesmo estando presentes na morte de Kelevorn no Dragão Dourado a dois anos atrás não se lembravam se usa morte.
Elevorn: 'Estameos tendo muitos problemas por aqui. Primeiro esta onda de criaturas vindo fugidas do norte. Não sei, mas a coisa parece estar feia por lá.'
Drift: 'Então já está chegando aqui...'
Elevorn: 'Mas isso podemos lidar, o que está pior são as criaturas que vivem nas cordilheiras que cercam o reino. Elas estão fugindo das montanhas e atacando as planicies. A duas semanas atrás um grupo de homens subiu a montanha para ver o que afugentava as criaturas e dizem ter matado um Beholder Mago. Eu lhes paguei e se foram. Mas alguns lenhadores dizem ter visto o Olho Maligno voando pela montanha e os seres que vivem lá em cima continuam descendo e nos atacando.'
Kage: 'Que merda é esse negoço di Behode ...'
Tauros calmamente explica e faz um desenho ilustativo para Kage entender.
Drift: 'Então nós matamos o Beholder e você nos dá o Cristal Elemental?'
Elevorn: 'Não é bem assim. Fomos enganados uma vez e não queremos correr o risco de novo. Acreditamos que a causa é o Beholder, mas darei o cristal se fizerem com que as criaturas parem de fugir das montanhas.'
Aida feridos do combate com os Vermes os aventureiros passam um dia na cidade descançando.
Kage encontra um pequeno bilhete não assinado preso em sua armadura escrito: 'Sei onde encontrar o Olho Malígno, me econtre no portão norte depois da meia noite'
Kega e Drift vão ao portão e encontram com Seirenn, uma humana que surge da sombra.
Seirenn: 'São vocês que vão atrás da criatura? Eu posso ajudar. Fui eu quem guiou o grupo anterior. Desculpem a descrição, mas dês de o fracasso do ultimo grupo prefiro que ninguém saiba que estou me envolvendo com aventureiros, pois todos pensam que é tudo cupa deles e que vocês somente trarão mais problemas. Mas eu vivo de negócios com os mercadores e viajantes que passam por aqui, mas com essas criaturas a solta quase ninguém mais passa por aqui. Se quiserem eu os encontro próximo ao pé da montanha ao amanhecer para os levar.'
Ao amanhecer, partiram e Seirenn os guiou pelas montanhas. Kage observou no caminho um grupo de cinco Lobos Atrozes, porem estes lobos se mostraram muito mais robustos que os demais membros da sua espécie e deixaram Kage e Drift inconcientes de tanto que os rasgaram com suas mordidas. O peso dos lobos era tamanho que jogava os fortes guerreiros no chão quando avancavam para os morder.
Depois de derrotados os lobos atrozes, não restou outra opção a não ser voltar a cidade e descançar. Sem as curas de Tord o grupo estava até certo ponto enfraquecido.
Depois de perderem mais um dia descançando, novamente avançaram montanha acima. Desta vez um Urço Atroz avançou sob Drift e sob seus fortes abraços foi inconciente ao chão. Lothar o curou e recorrendo a poção que o mercador os havia dado seguiram a viagem até a caverna.
Seirenn: 'Bem, com vocês venho somente até aqui. A caverna é logo a frente. Boa sorte.'
Kage encontra a entrada oculta e seguem abaixo no corredor. Este leva direto a um salão lateral onde entram e encontram a imagem horripilante do Beholder os observando e dizndo com um voz fantasmagórica.
Beholder: 'Vão embora, invasores. Vão embora.'
Taurs percebe que a algo de diferente com o Beholder, mas não sabe o que é e assim sendo partem para cima da criatura com suas armas em punho.
Kage é arremeçado longe por um dos olhos do beholder enquanto Tauros é encantado e passa a acreditar que o Beholder é um de seus amigos.
Tauros: 'Ei, parem de brigar, isto não é certo. Parem!'
Drift e Lothar ignoram os gritos do mago e avançam para cima da criatura, quando um raio sai de um dos olhos atingindo Lhotar e o transformando em pó.
Assustado com o que acaba de ver, Tauros sai do encantamento e com todo seu poder lança um poderoso raio contra a criatura enquanto Drift o fere com sua espada fazendo com que o monstro desapareça no ar.
Neste instante Tauros entende que o Beholder é na verdade um fantasma e que os aventureiros que afirmavam que o tinha derrotado, na verdade tinham mesmo, mas ele havia retornado como certamente irá acontecer.
Agora com Lothar morto nada mais poderiam fazer a não ser completar o que começaram e consegui o cristal.
Investigando a sala, Kage e Tauros encontram uma passagem para Undermountain, lar dos efos negros, mas a passagem está selada e junto com alguns vehos diários dos elfos, Tauros entende que selando a passagem assim como os elfos negros fizeram é a única forma de prender o Beholder.
Os anões certamente perturbaram o beholter fantasma em seu lar quando cavavam em busca de prata.
Assim, reunindo os pertences de Lhothar, Kage iniciou o arduo trabalho de desmoronar o tune de mineração que dá acesso ao lar do Beholder. Mas somente com os conhecimentos de Engenharia de Tauros pode efetivamente desmoronar boa parte do túnel e selar a sala do Beholder.
Tauros, com sua magia, enviou uma mensagem a Seirenn e informou a Elevorn do que haviam feito. Assim voltaram a cidade e depois de confirmado que os animais já não mais estavam perturbados e que o beholder não mais voltara a pertambular pela montanha Elevorn os entregou o Cristal Elemental.
23 agosto 2009
27 - Fim da Ordem do Dragão
Data: 07/04/1383 (Mês das Tempestades – Ano do Guerreiro Vingado)
Dia: 23/08/2009
Taurus Lorien ( LN elf Wiz 10 ) Palinha
Drift o guerreiro ( NG hm Ftr 8 / Cav 2 ) Tiago
Lothar Mordrech ( LG hmn Pal 9 ) Jú
Kage Fan' Guard ( CN drf Ftr 9 / Bbr 1 ) Túlio
Depois de dois anos sem que nada de extraordinário acontecesse, Drift repara que sua bigorna não estava onde costumava estar, em seu lugar havia uma bem maior e com algumas runas estranhas insritas nela. Antes que pudesse fazer qualquer coisa, Lhorr surge por de trás da porta da cosinha de sua casa com o rosto pádido e assustado.
Drift: “Lhorr?? O que você faz aqui? Pensei que...”
Lhorr: “Não há tempo Drift preciso falar com Kage agora. Onde ele está? Algo terrível aconteceu, onde está Kage?”
Assim seguem para a torre de Kage, e o encontram junto com sua esposa e filhos prontos para o Jantar.
Lhorr: “Kage, Kage! Terrível. O Mestre da Ordem dos Cavaleiros dos Dragões está louco. Ele está dando as ordens mais loucas. É como se não fosse ele.”
Kage: “Lhorr?? Que? O que aquele humano tá fazeno? Que tipo de ordem?”
Lhorr: “Ele está enviando os Cavaleiros do Dragão para as missões mais malucas. Os está enviando para saquear tesouros, roubar itens mágicos, matar pessoas. Os cavaleiros nunca agiram fora dos templos. Nunca tiveram interrese em dinheiro. Ele está inssistindo para que eu construa alguns artefatos poderosos para ele. Tive de fugir de lá e vir para cá.”
Kage: “Acho que o Tauros falou mermo alguma coisa desses trem de tá possuído. Precisamo fala cum ele! Vô chama o elfo.”
Mais uma vez Lhorr os explicou sobre o estranho comportamento do Mestre da Ordem.
Tauros: “Bem que eu tentei falar. Eu estava sentindo uma presença todo o tempo que estivemos lá em cima no templo.”
Drift: “Uma presença? E porque você não falou alguma coisa?”
Tauros: “Eu tentei falar, mas acho que me esqueci depois. Acho que era a mesma criatura que tinha possuído aquele cada dos mil livros no Dragão Dourado.”
Lhorr: “Pelas Barbas de Moradin! Então vocês sabiam? Todo este tempo vocês sabiam e não falaram nada?”
Kage: “Mais uma vez... Morte e destruição pelo caminho... humff...”
Lhorr: “E o que faremos agora? Com o poder das Esferas do Dragão e com os poderes do Mestre a criatura se tornará invencível! Temos que impedi-la de qualquer jeito, a qualquer custo.”
Drift: “Ah não! Vamos ter que lutar contra aqueles cavaleiros de novo?”
Lhorr: “Não, sei de uma passagem secreta que leva até ao templo do mestre passando por dentro da montanha, pelos antigos covis dos Dragões”
Drift: “Não podemos contar este detalhe para o Lothar”
Kage: “Vamo mata o cara o quebra as esfera?”
Lhorr: “As esferas são artefatos e não podem ser destruídas por suas armas Kage. Humm mas meu martelo pode destrui-las... Mas não deveriamos fazer isso. Destruí-las vai liberar seus poderes no mundo.... mas se não o fizermos... o mestre poderá invocar os outros cavaleiros e será ainda mais difícil derrotalo. Não sei o que fazer. Mas não acho uma boa idéia liberar os poderes no ar.”
Drift: “Porque não? O que esse poder pode fazer?”
Lhorr: “Não sei. Em verdade não sei, mas para evitar isso que os Dragões fizeram as esferas.”
Tauros: “Já há muita energia mágica no mundo e não vejo problema nisso.”
Kage: “Vamu quebra elas então!”
Lhorr: “Mas, mas...”
Kage: “Vamu chama o Lothar e ir logo com isso. To parado a muito tempo. Veja como minha barba já ta grande! hehehe”
Ao chamarem Lothar, ocultaram o detalhe de que passariam pelos antigos covis. Lhorr os teletransportou para o seu templo e ali ele pegou em uma caixa cheia deixou quase todos seus itens ali e pegou um pequeno bastão e quatro estranhos medalhões.
Tauros: “Parecem ser medalhões de proteção. Contra o que são?”
Lhorr: “Ponham logo, isso protegerá vocês das magias da esfera da morte! E vamos logo, temos de ir rápido antes que saibam que estamos aqui.”
Lhorr moveu uma das pedras do chão do seu templo e um túnel se abriu levantando alguma poeira. O cheiro de mofo forte e algumas teias de aranha indicavam que a muito tempo esta passagem não é usada. Com um movimento de suas mãos, a espada de Lothar começou a brilhar iluminando o túnel. Lhorr seguiu na frente indicando o caminho.
Depois quase uma hora andando e depois de muitas e muitas estranhas curvas, Kage tinha certeza de que era a quarta vez que passava pelo mesmo túnel.
Kage: “Acho que já passamu aqui. Ô Lhorr, nós tamu perdido num é?”
Lhorr: “Não, não, é por aqui mesmo... ou por aqui... ummmm bem vamos por aqui...”
Drift: “Lhorr, você sabe mesmo o caminho?”
Neste momento, Lothar ouve um som distante de risos de criança... Seus olhos já estavam atentos por todo o caminho porque sabia que Valraxaxath, a dragoa que seqüestrou seus filhos deveria morar nestas monhtanhas, então ao ouvir os risos gritou!
Lothar: “MEUS FILHOS, ELESTIR, KIAMUS, ONDE VOCÊS ESTÃO??”
E disparou a correr sosinho por um dos corredores. Kage correu atrás de Lothar e tentou agarra-lo e o segurar, mas apesar de sua força, Lothar continuou seguindo seu caminho como se Kage não fosse nada. Os demais aventureiros hesitaram a seguir pelo túnel que Lothar e Kage foram com medo de ali haver um dragão, mas Lothar esperava encontrar um.
No fim do túnel, uma sala ampla se extendia ao redor de Lothar e bem ao meio desta enorme sala, havia um grande arco de pedra e ferro como uma enorme roda de carroça cravada no chão da caverna. Dali saia o som das rizadas e Lothar pode distinguir uma voz de mulher. Como se estivesse instruindo algo. Mas o som parecia distante e nenhuma palavra podia ser distinguida. Quando Lhorr entrou na sala, seus olhos brilharam e ele exclamou.
Lhorr: “Ela Existe!!! Veja Kage, esta é a Roda do Tempo, sempre pensei que era uma lenda.”
Kage: “Isso é mágico é? O que faz?”
Lhorr: “Ela é como um portal comum, mas além de levar para lugares distintos, leva para diferentes tempos. Com ela você pode ir para o passado ou para o futuro. Os sons que saem dela são de pessoas e seres que em alguma época estiveram perto da roda... ou de pessoas que ainda vão estar.”
Lothar: “Mas eu escuto meus filhos, isso quer dizer que eles estão aqui? Vou atrás deles!”
Dizendo isso Lothar pula para dentro do portal, mas nada acontece.
Lhorr: “Lothar, infelizmente não tenho como ativar este portal. A lenda diz que seu criador queria entender a origem do universo e para isso criou o portal, mas ele desapareceu e ninguém nunca soube como o ativar, talvez eu consiga descobrir, mas isso levaria uma vida de estudo para tentar compreende-lo.”
Tauros: “Vamos Lothar, seus filhos não estão aqui agora, talvez eles já estiveram ou ainda vão estar, mas agora não estão. É melhor seguirmos até o templo e terminar o que começamos e destruir as esferas.”
Lhorr: “Ainda não acho que isso seja uma boa idéia.”
Assim os aventureiros voltaram pelo caminho que vieram e quase duas horas depois conseguiram finalmente chegar até o templo do mestre. Kage e Lothar foram os primeiros a sair, para dar cobertura a Lhorr que se encarregaria de destruir as esferas. Assim que saíram pela passagem para dentro do templo, uma figura negra saiu de dentro de uma sombra e disse:
Mestre Cavaleiro: “Estive esperando vocês. Sabia que viriam me enfrentar. Vocês sempre vêm. Por duas vezes impediram meus planos. Por duas vezes me derrotaram, mas desta vez será diferente. Agora eu tenho o poder deste cavaleiro da morte e em breve o poder de todas as esferas!”
Lothar: “Quando nos derrotamos ele?”
Kage: “Voce era aquele cara dos mil pergaminhos que tentou explodir o barco voador né? E quem mais mesmo”
Mestre Cavaleiro: “E você Kage se diz herói covardemente me matou depois de eu me render não é? E ainda tem a aldácia de ir morar na minha torre.”
Tauros: “Que criatura é você que possuiu Goleran Mil Livros e Vitor Saint`Dermain? Algum ser do plano do Medo pelo que me disseram.”
Mestre Cavaleiro: “Hoje me vingarei de vocês. E começarei por você Kage”
O Mestre cavaleiro ergue a mão e diz “Morra” para Kage, mas nada acontece com o Anão, confuzo o cavaleiro aponta para Kage e lança um raio da morte, mas protegido pelo medalhão de Lhorr, Kage apenas se fere um pouco. O suficiente para enfurecê-lo e correr para cima do cavaleiro com seu martelo. Mas este não era o único poder do cavaleiro e com um movimento das mãos, ele paralizou Kage o deixando fora do combate.
Lhotar e Drift correram para cima do cavaleiro com suas armas e viram que ele não era como os outros cavaleiros com os quais lutaram. Ele era realmente muito superior e seus golpes mais rápidos e mais fortes. Tauros lançou quantas magias pode, mas grande parte delas, o cavaleiro se desviou ou não o afetou.
Mas isso foi o suficiente para distrair o cavaleiro para que Lhorr corresse por traz do combate e começasse a esmagar cada uma das esferas. A cada esfera que quebrava, uma estranha onda explodia no ar. Cada uma destas ondas parecia atingir o cavaleiro e o fazia torcer e gritar. Seus golpes ficavam mais lentos e mais fracos, mas nem tanto, pois ainda sim derrubou Drift o deixando inconciente.
O cavaleiro saiu tentando fugir de Lothar e atacar Lhorr, mas a espada de Lothar era muito grande e ainda conseguiu atingir o cavaleiro mesmo tendo se recuado e Tauros, com seu poder, ainda conseguiu atingi-lo com suas magias derrubando o cavaleiro e permitindo que Lhorr terminasse de destruir as esferas.
Com as esferas destruídas, o templo começou a ruir, forçando Lhorr a usar seu ultimo teleporte para levá-los de volta a Halruaa antes que o teto do templo caísse em cima deles. Lothar e Drift sentiram algo estranho ao voltar para casa, mas não souberam dizer o que era.
Lhorr: “Hummm uma coisa vocês não pensaram... sem o poder das esferas não sei como vou terminar o bracelete que eu estou fazendo... humm vou ter de pensar alguma coisa. Talvez Tauros possa me ajudar.
Mas pelo menos minha bigorna esta na casa do Drift e eu posso deixar-la lá para trabalhar no Bracelete.”
Kage: “Sem o bracelete não podemos voltar pra casa.”
Lothar: “O Portal ainda vai ficar lacrado por onze anos. Temos que forjar o brcelete novo antes disso. O portal abrirá enquanto houver sol no primeiro dia do mês da queda das folhas no ano 1394”
Lhorr: “Ainda faltavam cinco anos para eu terminar com o poder das esferas. Se eu encontrar uma outra folma talvez com o dobro eu termine, mas primeiro preciso sabe como. O pior é que perdi todos os itens mágicos que eu tinha. Estava tudo no meu templo. Só ficou esse bastão que eu peguei antes de sair. É um bastão de reencarnação. Pensei que talvez pudéssemos usar isso com você Drift para que reencarne em outro corpo e deixe de ser lobisomem.”
Lothar: “Ei podemos usar isso para reencarnar o nosso amigo Tord Mor!”
26 - O Roubo do Ovo do Dragão
Data: 25/02/1381 (A Garra do Inverno – Ano da Fome Implacável)
Dia: 23/08/2009
Taurus Lorien ( LN elf Wiz 10 ) Palinha
Drift o guerreiro ( NG hm Ftr 8 / Cav 2 ) Tiago
Lothar Mordrech ( LG hmn Pal 9 ) Jú
Kage Fan' Guard ( CN drf Ftr 9 / Bbr 1 ) Túlio
De volta a cidade de Ishau nas selvas de Chult. Os aventureiros aguardavam o retorno do navio Dragão Dourado. Quando receberam um chamado de Lhorr através da esfera mágica.
Lhorr: “Vocês precisam sair daí imediatamente e voltar para cá. Aconteceu uma coisa terrível.”
Drift: “O que ocorreu Lhorr.”
Lhorr: “O Dragão Negro que morava nos Picos de Fogo matou quatro dos Cavaleiros do Dragão. Ele, ou melhor ela disse que quer o Ovo de volta. Não sabemos nada sobre nenhum ovo, então ela disse que iria atrás de vocês, uma vez que foram os únicos além de nós que estiveram nos Picos de Fogo.”
Drift: “O dragão está vindo atrás de nós? Mas não sabemos nada sobre nenhum ovo!”
Neste momento Tauros percebe que a bolsa que Netyarch Zalathorm, mago supremo de Halarahh está selada, indicando que o ovo de dragão foi colocado dentro dela e provavelmente já está com o mago.
Tauros: “Bem, na verdade eu sei do que ele está falando... preciso contar uma coisa a vocês. A cerca de um mês, quando estávamos saindo de Halruaa, Zalathorm, o mago mais poderoso da escola de magia me procurou, e me disse que em nossa viagem eu passaria próximo de um ovo de dragão, e que eu deveria pega-lo e o por na sacola. Isso faria com que o ovo fosse direto para os cuidados dele. Em troca ele me daria acesso aos níveis inferiores da biblioteca arcana... mas eu juro. Em momento algum passei perto de um ovo de dragão. Não sei quem colocou o ovo na sacola, pois ela está selada, indicando que um ovo foi enviado a Zalathorm.”
Kage: “O que diabos o mago quer com o ovo de um dragão negro?”
Tauros: “Criá-lo creio eu?”
Lothar: “Por Helm, quem teria um animal tão vil como animal de estimação?”
Lhorr: “Pelas barbas de Moradim, então realmente vocês roubaram o ovo, imagino que ele estava em algum lugar dentro dos Picos de Fogo... Bem, usem o elmo de teletransporte e voltem para cá imediatamente.”
Kage: “E mais uma vez os Mensageiros do Caos trazem o caos e a morte para todos... humf...”
Drift: “Não. Eu não deixarei minhas tropas aqui. Eles não são páreo para um dragão, vão todos morrer. Não posso permitir isso.”
Tauros: “Nem nós podemos com um dragão, vamos morrer todos.”
Drift: “Não importa. Não abandonarei meus homens”
Tauros: “O dragão está atrás de nós e não deles, se formos para os picos, o dragão irá atrás de nós e deixará a cidade em paz. É a única forma de os salvar.”
Drift: “Acho que você tem razão, melhor irmos. Espero que dê certo Tauros, isso tudo é culpa sua.”
Antes de partir, Drift e Kage informaram a todos os guardas do iminente ataque e fizeram com que todos se escondessem em alguns salões subterrâneos, mas em nenhum momento informaram o porque do iminente ataque, apenas que deveriam partir para impedir o ataque. Assim se teletransportaram para o templo de Lhorr.
Uma vez no templo, chegaram a conclusão que o melhor seria ir atrás de Zalathorm e cobrar uma explicação e coibi-lo a devolver o ovo. Assim partiram para a escola de magia. Uma vez na escola, somente a Taurus foi permitido o acesso à torre de Zalathorm, pois Taurus é aluno na escola.
Zalathorm não estava presente, mas deixou 10000 peças de ouro para Taurus e uma faixa vermelha com um pergaminho para acesso até o oitavo andar da biblioteca. Isto confirmou a Tauros que Zalathorm estava realmente com o ovo, mas este deixou um nota dizendo que não estaria acessível durante todo o mês e ninguém sabia de seu paradeiro.
Enquanto Taurus buscava Zalathorm, Lhorr ficou impaciente e se teletransportou. Alguns minutos depois ele chamou novamente os aventureiros e lhes disse:
Lhorr: “Senhores, desculpem partir sem avisar, mas precisava dar um jeito no dragão. Ela podia destruir tanto Ishau quanto matar os outros cavaleiros da minha ordem. Então a enviei para onde podem lidar com ela. Ele está indo para a escola de magia neste instante, não creio que vá demorar, pois disse a ela que quem roubou o ovo foi Lothar.”
Lothar: “Eu? Porque eu?”
Lhorr: “Bem, você agora tem a Espada Gigante dos Picos de Fogo não é? A espada do matador de Dragões. Talvez você consiga derrotá-la com a espada. E até onde sei, ai na escola de magia vocês estarão protegidos.”
Neste instante começam a acontecer tremores e sons de explosão fora do grande salão da escola de magia. Parte do teto vem a baixo, e assim que Tauros se une ao grupo, a torre de onde ele saiu também vem a baixo. Pelo buraco no teto, os aventureiros vêem o grande dragão atacando as torres da escola de magia. Quase nenhuma magia o atinge graças a suas proteções e o ataque às torres da escola são ferozes, mas os magos da escola de magia são poderosos e começam a ultrapassar suas proteções mágicas até que vários o atingem de uma só vez. O dragão assim se afasta e foge para longe da escola com grandes rugidos.
O momento de alivio é curto, pois percebem que o dragão segue para Halruaa. Ali todos tem família e temem por ela. Drift teme por sua esposa Daniele, Kage por sua esposa Mariarth e seu filho Drift e Lothar, por sua esposa Laiandra e seus filhos Kiamus e Elestir. Desesperados buscam uma forma de descer da escola flutuante. Taurus faz o que pode para ajudar, mas não tem como descer todos de uma vez e compra pergaminhos de vôo.
Mesmo voando, demoram cerca de 6 horas para chegar à cidade e quando chegam era tarde demais. Boa parte da cidade está destruída. Cada um corre para sua respectiva casa para saber se estão bem e assim os encontra, porém isso não ocorre com Lothar... Ao chegar em casa, depara com sua esposa Laiandra aos prantos e a sala toda revirada. Assim que ela o vê, ela levanta e o ataca com socos dizendo:
Laiandra: “O QUE VOCÊ FEZ? ELA LEVOU NOSSOS FILHOS!! NOSSOS FILHOS!!. O QUE VOCÊ FEZ?”
Lothar: “Nossos filhos??? Cadê eles? Quem levou eles?”
Laiandra: “NAAAO, NOSSOS FILHOS!! Uma mulher esteve aqui e levou nossos filhos. Ela disse que você roubou o filho dela e por isso ela roubou os nossos. ELA LEVOU NOSSOS FILHOS!! O QUE VOCÊ FEZ?”
Lothar: “Eu não roubei filhos de ninguém, que você está falando?? Por Helm, nossos Filhos...”
Não foi fácil para Lothar aceitar o desaparecimento de seus filhos para esta misteriosa mulher. Taurus, Drift e Kage se ofereceram para ajudar a encontrá-los, mas onde buscar?
Lothar quase perdeu sua cabeça de tristeza. Seu casamento entrou em uma profunda crise e ele passou a ficar durante todo o dia e se possível durante as noites se dedicando ao seu templo e ajudando aos doentes. Agora que não há mais clérigos, as coisas andam ainda mais difíceis.
Drift se dedicou aos treinamentos das tropas Medani. Apesar das diversas viagens que teve de fazer a Ishau conseguiu seguir com a pequena escola de pequenos escudeiros em Halaraa. Como Cavaleiro, começou a montar uma pequena tropa a sua disposição e a seu comando, como fiéis seguidores.
Kage, como general das tropas de Ishau, mesmo sob comando de Drift, se tornou bastante respeitado entre os soldados, por sua força incrível. E junto com seu amigo fizeram diversas viagens organizando e treinando as tropas.
Taurus voltou a escola de magia. Sempre com seus estudos aprofundando na arte arcana, mas com a faixa vermelha de respeito e acesso a biblioteca, passou a lecionar disciplinas básicas na escola de magia. Ensinando pequenos cantrips para pequenos aprendizes.
Mas em momento algum nenhum dos aventureiros desistiu de buscar os filhos desaparecidos de Lhotar e após dois anos de pesquisas e buscas de informação, Kage e Drift ouviram em uma das viagens no Dragão Dourado a história de outro dragão... um dragão negro chamado Valraxaxath. A cerca de 70 anos atrás, no ano do Carvalho Destruído, ela aterrorizou Halruahh por quatro dias e desapareceu no grande pântano. O ataque do dia em que os filhos de Lothar desapareceram foi muito semelhante e muitos acreditam que foi esta dragoa que atacou novamente. Dizem que ela costuma tomar forma de humana algumas vezes e isto explicaria o que a mulher disse quando falou que Lothar havia roubado seu filho, ela se referia ao ovo que Lothar roubou, pois ela é Valraxaxath.
22 agosto 2009
25 - Floresta de Chult e as 12 Casas
Data: 17/01/1381 (O Inverno Profundo – Ano da Fome Implacável)
Dia: 22/08/2009
Taurus Lorien ( LN elf Wiz 8 ) Palinha
Drift o guerreiro ( NG hm Ftr 8 / Cav 1 ) Tiago
Tord Mor ( LG elf Clr 8 ) Tito
Lothar Mordrech ( LG hmn Pal 7 ) Jú
Kage Fan' Guard ( CN drf Ftr 8 / Bbr 1 ) Túlio
Bronks ( CN drf Ftr 7 ) Spok
No primeiro dia dos aventureiros na cidade de Ishau nas bordas sul das fechadas e intocáveis florestas de Chult. Os aventureiros discutiram com Lhorr Bronze Partido sobre o atentado a sua vida ocorrido a bordo do famigerado navio Dragão Dourado.
Lhorr: “Vocês disseram que ele estava possuído? Pelo que? O que ele ganha explodindo o barco e matando a todos ou incitando a briga e desconfiança entre as casas?”
Mas a primeira noite na cidade estava longe de ser uma noite tranqüila. Os poderosos e onipresentes Magehounds de Halruahh se reuniram com os herós em uma audiência sobre os ocorridos no navio.
Magehound: “Já havíamos percebido que havia uma criatura de outro plano possuindo Vitor Saint’Demain, mas depois que ele desapareceu imaginamos que estava morto. Por isso ele estava agindo tão estranho. Depois de morto, a criatura deve ter se movido para outro hospedeiro. Cremos que este era Goleran Mil Livros. Fizemos uma análise em seu corpo e aparentemente era o mesmo caso. Agora ele pode estar em qualquer lugar. Não sabemos o que ele quer e nem se não mais de um, mas acreditamos que seja alguma criatura do plano do medo. Tauros, você que é escolado nas artes arcanas, peço que nos informe caso descubram algo ou detectem alguma mudança drástica no comportamento de alguém que indique estar possuído por esta criatura.”
Ainda antes de dormir, o Barão Medani veio até os aventureiros para falar com Drift.
Barão Medani: “Drift. Preciso de sua ajuda e dos outros Braços de Haluaa. A guarda aqui em Ishau está um caos. Não tenho homens de armas entre meus melhores, apenas homens de magia. Não sei o que fazer para organizar estes homes, mas já vi como você tem liderança e preciso disso por aqui. Se você estiver disposto a me ajudar com isso, pretendo torná-lo Cavaleiro Medani”
A cerimônia de nomeação foi simples e rápida, para não falar um tanto improvisada. Todos ficaram empolgados por um autêntico Braço de Halruaa, um homem de armas no comando. Mas durou apenas uma noite, pois os aventureiros tiveram de seguir viagem no dia seguinte através das florestas para ajudar Lhorr a recuperar seu martelo.
A viagem de Ishau até os templos da ordem do dragão é uma viagem de 12 dias através da selva e subindo as colinas dos picos de fogo. As selvas são extremamente perigosas e definitivamente não são como as florestas dos vales, onde aventureiros inexperientes passeiam.
Lhorr seguiu guiando os aventureiros através da selva usando um livro antigo com indicações de um caminho mais seguro. Mesmo assim, criaturas enormes e mortíferas apareceram. Animais gigantescos e tão ancestrais como os Picos de Fogo no centro da selva. Por diversas vezes os aventureiros se viram entre a vida e a morte especialmente quando Bronks foi engolido por uma enorme criatura, ou quando Drift foi atropelado com seu cavalo e tudo por um outro enorme animal.
Aproximando das colinas onde ficam os picos de fogo, Lhorr alerta aos aventureiros quanto aos perigos nas montanhas.
Lhorr: “Aqui teremos de ter mais cuidado senhores. Teremos de passar próximo a vila dos gigantes para chegar ao planalto onde se iniciam os templos. Os gigantes que aqui residem não são maus, mas não gostam de forasteiros.
Acreditem, eles são mais fortes do que parecem. São chamados gigantes da tempestade. Não chegaremos a entrar em sua vila, mas passaremos pelo guardião do portão que da acesso a sua vila e ao templo.
Nestas montanhas vivem também dragões ancestrais. Mas estes estão muito além dos templos.”
O clima vai se tornando bem mais fraco com a subida e no segundo dia de subida os aventureiros se deparam com um inimigo. Os Monstros ferrugem aparentemente farejaram o equipamento de metal dos aventureiros e atacam os mais bem equipados, deixando Drift sem sua espada. Kage, apesar dos diversos ataques consegue manter seu equipamento intacto.
Com os equipamentos danificados, Lhorr sugere aos aventureiros saquear um cemitério próximo para conseguir alguns equipamentos. Ali encontraram os corpos dos antigos aventureiros que tentaram passar pelo guardião dos portões e foram jogados penhasco abaixo. Junto aos corpos encontraram alguns equipamentos ainda utilizáveis, mas estes estavam protegidos por alguns mortos vivos. Muitos foram destruídos pela imposição da fé de Tord Mor.
Antes de chegarem ao portão, Tauros sente uma presença os observando, mas ignora e seguem caminho.
Ao se aproximarem dos altos muros do portão, os aventureiros se deparam com um gigante verde com uma bela armadura e uma espada curta (para um gigante).
Guardião: “Então, depois de profanarem o tumulo dos rejeitados e roubarem seus pertences ainda têm a audácia de vir até aqui?
Normalmente eu cobraria 2 mil peças pela cabeça de cada um para entrar e mais 5 por cada cabeça de anão sujo, mas acho que vou ter de substituir os mortos vivos que cuidavam dos vales abaixo com a alma de vocês.”
Lhorr: “Eh.. ele está usando a Espada Gigante dos Picos de Fogo, é a espada dos Guardiões, muito cuidado.”
Sem tentar conversar nem nada os aventureiros se preparam para o combate, mas o gigante é realmente forte e lança um raio encadeado atingindo a todos os aventureiros de uma só vez e os deixando feridos antes mesmo de o combate começar.
O Combate é árduo e Drift tomba duas vezes. Kage também tomba uma vez, mas Tord Mor está lá para os ajudar. Infelizmente não por muito tempo, pois ao se aproximar para atacar o gigante, também é atingido por sua espada e cai morto. Não foi um movimento muito inteligente de sua parte, clérigos devem permanecer na retaguarda dando suporte ao grupo. O mesmo ocorre com Bronks que é partido ao meio pelos poderosos golpes. Grande é o pesar no coração de todos pela perda de seus companheiros. Principalmente de Tord Mor que já seguia junto ao grupo a muitos anos.
Em homenagem ao seu companheiro, os aventureiros o enterram junto ao portão e moldam duas lápides com a rocha das paredes do muro. Lothar deixa como inscrição no tumulo de Tord Mor:
Inscrição: “Aqui jaz Tordalin Morther, o último clérigo de Faerun”
Junto ao tumulo de Brinks, Kage prente seu escudo mágico à rocha antes de esta endurecer.
Seguem assim o caminho além do portão para os templos dos cavaleiros dos dragões. Lhorr leva consigo a espada mágica do guardião. Lothar ficou apreensivo quanto a espada, pois seu poder muito lhe interessa, mas espada de duas mãos não é bem sua especialidade. Drift, apesar de ser especialista em espada de duas mãos, prefere usar o martelo emprestado de Kage. Na verdade Drift teme o poder da espada. Ele teme qualquer tipo de poder que o torne poderoso.
Drift: “Não quero usar a espada que matou dois de meus amigos. Não quero a espada que matou Tord. Prefiro este martelo.”
Seguindo viagem para as 12 casas os aventureiros seguem por mais um dia de viagem, e apesar da insistência de Lhorr para que seguissem sem descanso, Tauros necessitava descansar para recuperar suas magias, pois estava esgotado do combate com o gigante.
Lhorr: “Temos de seguir rápido até os templos. Antes que percebam que o guardião foi derrotado.”
Continuando a viagem, chegaram a pequena vila abaixo dos picos de fogo. A população parecia muito tranqüila e pacifica. Tudo na cidade parecia perfeito. As plantações, as roupas, sem miséria. E a população não temia homens tão fortemente armados, sinal de que também não conviviam com violência.
Do outro lado da cidade uma larga escadaria com degraus compridos e um pouco altos subia por vários metros até uma muralha nas paredes do morro. Ali, cerca de 40 homens terminavam de arrumar suas armaduras de aço e preparar suas espadas e escudos.
Mais uma vez Tauros pressente uma presença os observando. Apesar de desejar conversar sobre o assunto com Lhorr, o momento não é oportuno e o assunto novamente cai no esquecimento.
Lhorr: “Deixem que eu falo com o cavaleiro do dragão, não digam nada ou podem complicar as coisas”.
Dos portões saiu o Cavaleiro meio elfo com sua armadura completa e uma espada de 2 mãos nas costas.
Lyrandar: “Meu nome é Lyrandar, guardião do templo da tempestade. Quem são vocês, o que querem aqui e como aqui chegaram? Pois não tivemos um alerta do Guardião.”
Lhorr: “Viemos falar com o mestre. Requisito o Desafio dos Bravos. Meus desafiantes estão prontos para o desafio.”
Lyrandar: “Desafio dos Bravos? Como.. Onde você ouviu falar isso?”
Lhorr: “Temos pouco tempo. Vamos com isso.”
Lyrandar: “Muito bem. Esta é sua escolha. Abram caminho homens.”
Lyrandar sobe até seu templo, e com um movimento, uma das torres de seu forte se acende com uma chama vermelha.
Lhorr: “A única forma de chegar até o Mestre dos Dragões é através do Desafio dos Bravos. Desta forma devemos chegar até lá em menos de um dia. Existem outras formas, mas elas demoram muito e logo descobrirão sobre o Guardião. Com o desafio estaremos protegidos. Se souberem quem eu sou, também estaremos perdidos.
O desafio consiste em derrotar os cavaleiros um a um em combate individual. Para derrotá-los temos de atingi-los 3 vezes com golpes fortes (10 dano cada) ou morrer tentando. Caso um de vocês morra, outro pode substituir o desafiante. Todos devem lutar ao menos uma vez. Somente ao mestre poderemos falar abertamente, pois estaremos protegidos pela vitória do desafio.”
Dentro das muralhas existe templo com o símbolo de um raio. Ao redor do templo, um grande pomar com diversas frutas. Além do templo, uma longa escadaria segue subindo.
As lutas com os cavaleiros são extremamente difíceis. Eles são guerreiros excepcionais, mas não são de má índole e não desejam que os aventureiros morrem, mas mesmo assim atingem golpes poderosos o suficiente para deixados inconscientes.
Lothar se mostra pronto para todos os desafios, mas sempre tomba ante aos poderosos golpes dos Cavaleiros do Dragão, por 8 duelos ele se ofereceu, em 8 duelos ele tombou, mas ao fim conseguiu derrotar o Mestre Phiarlan da décima casa, a casa das Sombras.
Drift também apanhou muito no início, mas se mostrou vencedor em algumas outras casas a frente.
Kage, com seu poderoso martelo venceu quase todos os desafios em que participou. Seus golpes foram muito rápidos e poderosos e seu corpo, apesar dos inúmeros golpes, resistiu em pé muito além de qualque um.
Tauros, por limitação de sua magia participou de três duelos, um em destaque contra o guerreiro anão, o mestre Kundarak, onde sabiamente evitou avançar em campo de batalha e evitou suas armadilhas.
Até mesmo Lhorr teve de lutar, e sua luta foi na nona casa, contra o Mestre Sivis, um gnomo mago extremamente poderoso que facilmente derrotou todos os quatro aventureiros com suas poderosas magias.
Ao atravessarem a quarta casa, não tiveram combate, pois esta é a casa da manutenção e reparo, casa do antigo mestre de Lhorr. Alí Lhorr pode realizar o ritual de fogo e entregar a Espada Gigante dos Picos de Fogo a seu novo portador, Lothar. O imenso poder da espada brilhou nos olhos de Lothar, um brilho de sede de poder que pode corromper até mesmo uma alma nobre como a de um paladino de Helm. Ninguém notou este brilho mas ele ali estava e por certo não passou despercebido aos olhos de Helm, o olho que tudo vê.
Ao chegarem à 13 casa os aventureiros se depararam com uma figura sombria que os aguardava. Neste momento Tauros sente novamente a presença.
Mestre Dragão: “Então vocês venceram o desafio. O que querem me consultar? Que resposta eu posso dar que valha tanto esforço?”
Depois de falar. O mestre dragão sente uma sensação estranha e uma dor de cabeça. E a presença desaparece. Tauros imediatamente desconfia que o grande cavaleiro está sendo dominado por alguma força, provavelmente alguma criatura de outro plano como alertado pelos Magehounds de Halruaa alguns dias atrás, mas sem sabe o que fazer, nada faz. Esta falta de ação ainda causaria danos terríveis a todos que poderiam ser evitados por Tauros.
Lhorr: “Eu sou Lhorr, Cavaleiro Gorgon descendente e herdeiro de Cannith”
Mestre Dragão: “O que? Cavaleiro da Criação? Como ousa voltar aos templos e a ordem que abandonou? Não sinto a presença de sua esfera.”
Lhorr: “Exatamente este é o problema. Vim abdicar do posto de cavaleiro e assumir minha punição, pois não mais porto a esfera do dragão. Ela foi roubada por ladrões e aqui estou para que me ajudem a localizá-la.”
Mestre Dragão: “Isso é terrível. Um grande perigo assola a ordem do dragão agora que a pedra foi perdida. Sua pena é a morte pela incompetência. Meus cavaleiros se encarregarão de recuperá-la.”
Lhorr: “Aceito minha pena, mas peço uma ultima coisa, peço como o premio da vitória do Desafio dos Bravos, que permitam que eu permaneça no templo da construção até que eu termine a promessa que eu fiz aos meu acompanhantes, concertar um bracelete que a eles.”
Assim, Lhorr leva os aventureiros de volta a quarta casa e dali os envia de volta a Ishau. Lhorr promete trabalhar na recriação do Bracelete do Gelo Eterno assim que os cavaleiros recuperarem seu martelo. E ele estima que para completar o trabalho levará nada menos que 7 anos.
De volta em Ishau Drift e Kage são recebidos de braços abertos e iniciam seu trabalho de organização e treinamento das tropas Medani.
Lhotar e Taurus ficam a espera do grandioso navio Dragão Dourado para retornarem a Halruaa e seguirem com seus trabalhos e sua vida.




