09 dezembro 2006

16 - Haluahh

Data: 01/10/1379 (A Queda das Folhas – Ano do Castelo Perdido)
Dia: 09/12/2006



Taurus Lorien ( LN elf Wiz6 ) Palinha
Drift o guerreiro ( NG hm Ftr7 ) Tiago
Tord Mor ( LG elf Clr6 ) Tito
Lothar Mordrech ( LG hmn Pal5 ) Jú
Kage Fan' Guard ( CN drf Ftr6 ) Túlio


Ao atravessarem o portal de Melinir os aventureiros saem em uma cidade completamente diferente do que eles haviam visto em todas as suas viagens. Um arco igual ao de Melinir erguia-se por detrás deles com uma luz clara pulsando. A Imagem de Elustar do outro lado vai desaparecendo com uma espécie de pasta azul que vai cobrindo a passagem até lacrar todo o portal como dito pelo senhor de Melinir. Assim fecha o portal deixando os aventureiros em uma terra distante e estranha.

Os aventureiros se vêem em uma praça de uma cidade. Eles estão em cima de um jardim de plantas e algumas pessoas os observam, mais pelas suas vestimentas e pele do que por terem chegado a cidade de uma forma tão estranha. Todos os que observam são de pele negra e vestem-se como magos. Os aventureiros observam ao redor e vêem que a praça é circundada por um rio e quatro pontes, uma em cada sentido, dão acesso a cidade ao redor da praça.

Os aventureiros saem do jardim e são imediatamente recebidos por um grupo de 5 magos. Quatro deles portam bastões apontados para os aventureiros e o quinto fala algo estranho aos aventureiros em uma língua que nenhum deles compreende. Tauros porém percebe se tratar de alguma derivação da língua Draconiana, pois ele reconhece algumas poucas palavras e arrisca comunicar-se com os homens nesta língua.

Tauros: 'Meu senhor, desculpe, não compreendo o que diz. Somos de muito longe e não compreendemos sua língua. Meu nome é Tauros e estou aqui apenas de passagem.'

Qualey: 'Draconiano você fala? Pois bem. Falarei com vocês nesta língua. Eu sou o Inquisidor Mestre desta cidade. Meu nome é Qualey e estou aqui pois fui informado que pessoas estranhas apareceram em nossos jardins. Quem são vocês e o que querem em Halruaa?'

Tauros: 'Somos aventureiros de terras muito distantes e só queremos o bem.'

Qualey: 'Se é só isso que vocês querem, então não terão problemas em me seguirem. Desculpe-me a falta de hospitalidade, mas meu trabalho é garantir que nada de mal aconteça. Peço que me sigam para que sejam propriamente avaliados quanto a suas intenções. Se realmente não pretendem causar nada de mal, não terão problemas e serão bem vindos. Entendam, vocês são muito diferentes e possuem modos muito diferentes. Temos inúmeros inimigos e devemos sempre nos precaver. Por favor sigam-me.'

Assim Qualey os leva para uma rápida avaliação de alinhamento e um pouco de magias de adivinhação sobre as intenções para estar certo que não possuem intenção de nenhum mal. Nenhuma resposta é obtida em nenhuma adivinhação, mas nenhum possui o coração ruim. Assim logo são liberados.

Qualey: 'Desculpem a forma que os recebi, mas este é nosso costume. Leve seus amigos para uma de nossas tavernas. Caso pretendam ficar por longo período, não se esqueçam de fazer documentação adequada. Sejam bem vindos a Halruaa.'

Seguem então para a taverna indicada por Qualey e lá se hospedam. No dia seguinte, dando voltas pela cidade vêem muitas criaturas diferentes. Grilos gigantes com armas e armadura. Elefantes andando eretos com duas trombas. Além disso reparam que praticamente todos os humanos têm a pele escura e usam roupas de magos, mesmo que seja um cocheiro ou o atendente da taverna.

Nestas andadas percebem uma linda garota de pele clara e roupas de camponesa andando levando um balde. Lothar e Tauros tentam conversar com ela, mas a assustam e ela foge dando de frente com Drift e Kage. Percebem ai que ela fala língua de anão e consegue conversar com os dois. Ela se revela como se chamando Laiandra e tem como profissão professora da língua local, Haluaarian para os anões das minas do leste. Assim sendo, Drift a contrata como tradutora e professora para poderem se comunicar com as pessoas locais. Kage percebe que ambos ficaram um tanto quanto felizes por estarem juntos.

Tord Mor verifica que existe um lote de terra a venda a um dia ao norte da cidade. Este pertencia a um mago fabricador de velas que desapareceu e a fazenda está infestada de abelhas gigantes. Assim ninguém que a terra. Tord assim a compra e segue com os demais para ver a terra e acabar com as abelhas. Todos exceto Drift que fica na cidade com Laiandra aprendendo a nova língua.

Na fazenda os aventureiros descobrem que não é só de abelhas que ela está infestada, mas encontram pequenos pequenos demônios que capturados revelam que o mago dono da fazenda ainda mora ai e que ele possui um poderoso golem de cera como protetor.

Um túnel leva ao laboratório do mago, porém antes de lá chegarem, percebem que o túnel passa por dentro da colméia e acabam encontrando com mais abelhas. Tauros com seu quase nunca bem sucedido raio, dispara contra as abelhas. Este ricocheteia pelas paredes pedregosas do túnel, atravessando falsas paredes de cera e adentra no laboratório matando o desprevenido mago.

Com o mago morto sobra apenas o golem, que ignora os aventureiros, mais preocupado com as abelhas, seguindo cegamente o último comando de seu morto mestre. Kage em sua infinita curiosidade tenta investigar as entradas hexagonais das abelhas e para isso resolve subir nas costas do golem. Este naturalmente ataca Kage.

Kage, ainda sofrendo da maldição de seu pai, entra em uma fúria ensandecida e destrói o Golem com poucos golpes. Lothar, em sua infinita bondade, corre para ajudar Kage e recebe seu machado no peito com enorme força. O ferimento é grave demais deixando Lothar morto.

Lothar: 'Tord, o Golem está atacando Kage, vamos lá!'

Tord: 'Vou chamar o mago. Ei Tauros, Tauros, o Golem está nos atacando!'

Kage: 'Ggrrrrrr, AHHHHHHHHHH!'

Lothar: 'Nossa muito bom golpe Kage... hummm cuidad.. AHHH!'

Tord: 'Não Kage... por Lathander NÃÃÃÃÃÃO!'

Tord que estava um pouco afastado consegue fugir de Kage pela saída da caverna. Tauros vem logo atrás e vê Kage saindo atrás de Tord... Kage recupera de sua fúria e percebe o que fez. Tomado pode desespero arremessa seu machado longe e foge dos amigos sem saber pra onde ir ou o que fazer. Foge para próximo do rio e o margeando esconde-se atrás de uma pedra e chora, percebendo que a maldição de seu pai é agora sua.

Enquanto isso Tord e Tauros discutem o que fazer e percebem que o cavalo do paladino se foi. Assim eles resolvem pegar o corpo de Lothar e levá-lo de volta para a cidade. O colocam em uma pequena carroça e partem deixando Kage para trás.

Chegando a cidade de Halruaa mandam chamar Drift que se assusta com o que aconteceu.

Drift: 'Não, Kage jamais faria algo assim. O tal mago deve ter feito algo com ele. Conheço Kage a muitos anos e sei que ele jamais faria isso.'

Depois de muita conversa resolvem procurar Qualey o Inquisidor Mestre em busca de ajuda.

Qualey: 'Clérigos para ressuscitar? Aqui não há clérigos. Sei que houve uma onda de desaparecimento de clérigos a alguns dias atrás. Se houver algum ainda, os templos ficam a nordeste daqui a uns dez dias de viagem numa região conhecida como Nath.'

Tauros: 'Até aqui houveram desaparecimentos. Puxa então foi em todo lugar. De onde viemos os clérigos também desapareceram misteriosamente.'

Assim seguiram Tauros, Tord, Drift e Laiandra levando o corpo de Lothar para a região de Nath. Porém antes de partirem um jovem halfling chamado Cadim se ofereceu para guiá-los até os templos. Seguindo seus passos os aventureiros poderiam chegar mais rápido.

Cadim Sem Face ( CG hfl Rog5 ) Topo

16 novembro 2006

15 - Icewind Dale

Data: 19/09/1379 (O Devanescer – Ano do Castelo Perdido)
Dia: 16/11/2006


Drift o guerreiro ( NG hm Ftr6 ) Tiago
Kage Fan' Guard ( CN drf Ftr5 ) Túlio
Taurus Lorien ( LN elf Wiz5 ) Palinha
Tord Mor ( LG elf Clr6 ) Tito
Lothar Mordrech ( LG hmn Pal5 ) Jú


Chegando a Melinir guiados por Lothar, os aventureiros vêem uma cidade pequena construída de pedra muito bonita e organizada. A população toda para observando os homens que chegam. No centro da cidade um enorme monumento em forma de círculo se ergue em uma pequena praça.
Um homem com vestimentas claras de um clérigo de Helm.

Elustar: 'Seja bem vindo de volta Lothar. Vejo que trouxe amigos. Meu nome é Elustar de Helm, sou o líder desta pequena comunidade de Melinir. A muito estou esperando vocês chegarem.'

Lothar: 'Olá mestre. Estes são os homens que estavam destinados a nos ajudar a recuperar a chave e os Braceletes. Tivemos muitos problemas por lá. O Cavaleiro Negro já está andando por este mundo. Ele está atrás de nós. Este pequeno é Pedro, príncipe de Cormyr. Ele foi acusado injustamente de matar sua própria mãe. Nós o salvamos e trouxemos para cá. Ele nos confiou a chave.'

Elustar: 'Pedro, sinta-se em casa. Aqui é o último refúgio contra o mal. Pode ficar até ter idade suficiente para tomar seu reino de volta.'

Pedro: 'Muito obrigado nobre senhor. Devo minha vida a estes homens. Espero que este tal Bracelete seja a nossa salvação. Meu castelo está perdido, mas um dia será retomado'

Elustar: 'Se conseguirmos recuperá-lo... Vocês parecem cansados homens. Peço que descansem pois ainda precisaremos muito de vocês. Meus homens arranjarão roupas e banho para vocês conversaremos no jantar. Descansem por enquanto.'

Assim alguns homens arranjam um bom banho para todos os aventureiros e roupas novas. Arrumam suas mochilas com provisões para viagem e limpam suas armas e armaduras. Alguns que estavam com suas armas perdidas ou quebradas conseguem armas novas comuns.

No Jantar Elustar explica aos aventureiros o que está ocorrendo.

Elustar: 'Agora que vocês estão descansados e se alimentaram de uma boa refeição posso melhor explicar a vocês.
A mais de mil anos atrás, quando a magia era abundante neste mundo, foram construídos sete portais em todo este mundo. Estes portais tornariam os reinos de Faerum muito mais próximos permitindo um livre comercio entre os reinos mais distantes. Porém a ganância de alguns poucos poderia tornar o portal uma poderosa arma, permitindo o acesso rápido de inimigos no interior dos reinos.
Para evitar isso, os magos criadores destes portais criaram também chaves de acesso a cada portal. Com tantas guerras e seres malignos o pior aconteceu e os portais foram usados para o mal. Prevendo isto Helm convocou seus melhores homens para proteger o mundo do pior. Ele se apoderou da chave mestra dos portais e destruiu as demais. Apenas isso não seria suficiente, então ele ordenou que seus homens protegessem o portal central impedindo o uso dos demais. Assim Melinir desapareceu protegida pela magia de Helm.
A chave mestra são os Braceletes do Gelo Eterno guardados pela família real de Cormyr.'


Pedro: 'Mas os Braceletes não estão conosco. Apenas esta chave.'

Elustar: 'Sim Pedro. Graças a astúcia de seus antepassados. Uma profecia dizia que o Cavaleiro Negro viria atrás dos braceletes e todos sabiam com quem eles estavam. Então seus antepassados bolaram uma estratégia para esconde-los. Um tio avó seu chamado Meldorn pegou os braceletes e partiu para um lugar muito distante e deixou com seus avós uma chave mágica que permitiria que ele fosse encontrado caso necessário. Por isso os Braceletes não caíram em mãos erradas ainda. Para usar a chave, precisava passar pela família real de Cormyr e por cima de nós, Guardiões de Melinir.
Poucas semanas atrás o avatar de Helm esteve entre nós. Ele nos alertou que as sombras deitam sobre Faerum. Precisamos mover o Bracelete. Ele não só é a chave destes portais, mas também a arma que derrotará o Cavaleiro Negro. Sem os braceletes o Cavaleiro Negro não será derrotado.'


Lothar: 'Sim mestre. Sei que estamos prontos para seguir. Amigos, precisamos nos apressar. Estamos indo para uma terra muito distante pelo portal. Não sabemos onde é, mas sabemos que é muito frio. Precisamos encontrar o guardião dos Braceletes e trazê-los de volta. Nos foi fornecido vestimentas adequadas e provisões. Partiremos assim que amanhecer.'

Quando amanheceu, os aventureiros partiram pelo portal e chegaram a uma terra extremamente gelada. Uma terrível neve caía por sobre suas cabeças. O frio era tão intenso que parecia que seus rostos estavam sendo cortados por facas afiadas.

Ao longe podia-se ver uma pequena vila e para lá os aventureiros seguiram. Os passos eram muito lentos pois a neve ia até a cintura. Muito esforço foi necessário e Tauros mau pode seguir e teve de se segurar no cavalo para ser puxado.

Chegando à vila os aventureiros mal podiam falar, mas foram prontamente atendidos pelos moradores que lhes arrumaram hospedagem e comida. Tauros não resistiu ao frio e ficou muito doente. Na pequena vila conheceram o caçador locar chamado de Beorn. Ele é um homem de apenas um Braço, pois o outro perdeu em suas caças na neve.

Mesmo doente, Tauros aceitou a hospitalidade dos moradores da vila e teve uma noite mais quente com a esposa deste. Já Drift, assustado com os costumes locais, recusou a calorosa hospitalidade e foi expulso da casa e teve de se hospedar na casa de Beorn.

Conversando com ele, Beorn se revelou como sendo descendente de Meldorn guardião do Bracelete. Porém um dos Braceletes foi engolido por um verme do Gelo junto com seu Braço direito. Para recuperá-lo Beorn organizou uma expedição no Gelo para caçar o verme.

Primeiro caçaram alguns ursos polares para obter peles e fazer roupas mais adequadas para os aventureiros e comida para sua estadia no pequeno vilarejo. Depois foram atrás do verme.

A luta com o verme não foi fácil. Ele é realmente muito forte e por incrível que pareça, quente. Drift teve novamente suas armas perdidas, desta vez derretida ao ferir o verme. O machado de Kage resistiu ao calor do monstro e apesar de chamuscado, permaneceu inteiro.
O melhor desempenho foi o de Tauros, que numa manobra impressionante lançou um poderoso raio elétrico no verme que atingiu a todos, pois lutavam dentro de uma enorme piscina de gelo derretido.

Depois de derrotado, os aventureiros demoraram uma semana fatiando o verme em inúmeros pedaços em busca do bracelete. Finalmente depois de tanto tempo, Tord Mor usou suas habilidades de detectar magia para localizar um pequeno pedaço de um centímetro de metal restante do bracelete quase totalmente derretido no interior do verme.

Com agora um bracelete inteiro e apenas um pequeno pedaço do outro, todos voltaram a Melinir com ajuda da chave mágica que se desfez quando voltaram para Melinir junto com Beorn.

Elustar vento o que restou do bracelete ficou imensamente triste e informou aos aventureiros que apenas um Bracelete é o suficiente para ativar os portais, mas era necessário os dois para derrotar o Cavaleiro Negro. Desta forma os aventureiros terão de partir para sempre e sumir com o bracelete restante.

Ele pede para que Drift use o bracelete e que Lothar o proteja haja o que houver. Desta forma terão de partir pelo portal para terras infinitamente distantes e jamais retornar.

Porém uma última chance resta. Restaurar o segundo Bracelete com o pequeno pedaço de Metal recuperado. Se isso for possível, será permitido o retorno dos aventureiros portando os dois braceletes. Se não. Que os braceletes sejam destruídos.

Elustar: 'Fico triste por não termos obtido êxito recuperando os dois Braceletes. Isso pode significar o fim de nosso mundo. Vocês devem partir. Há duas formas de evitar o fim. Vocês fugirem com o Bracelete e nunca mais voltarem ou reforjar o segundo Bracelete. De qualquer forma, o avatar de Helm esteve em Melinir enquanto vocês estiveram fora. Ele nos ensinou um ritual muito poderoso para proteger esta cidade e lacrar os portais. Para isso precisaremos ficar em constante vigília. Faremos o seguinte. Assim que vocês partirem iremos lacrar os portais e vocês não mais terão como voltar. Daremos uma única chance de retornarem daqui a quinze anos. Neste mesmo dia do ano de 1394, se vocês tiverem recuperado o bracelete, o portal estará deslacrado. Ele estará assim por um dia apenas. Se vocês não retornarem, os portais serão destruídos para sempre. Agora vão. Temos de lacrar tudo o quanto antes. Deveríamos ter lacrado a alguns dias mas aguardávamos o retorno de vocês.'

Elustar: 'A propósito. Tenho um recado a você Tordalim. O avatar de Helm nos pediu para deixar-lhe um recado. É possível que você consiga recuperar as graças de seu deus Lathander. Para isso, o avatar recomenda que você siga por caminhos diferentes dos que você tem seguindo. A guerra tem sido seu caminho. Muita violência e muitos atos impensados. Ele sugere que você organize uma pequena fazenda e por um ano plante e colha para o sustento dos pobres. Nenhum dinheiro pode ser obtido por este trabalho. Sem batalhas, sem sangue. Apenas estudo, aprendizado e trabalho.'

Assim os aventureiros partem para as terras distantes. Para o sul brilhante para viverem novas vidas e sonharem se um dia poderão retornar para os reinos esquecidos.

15 novembro 2006

14 - A Vida em Suzail

Data: 12/09/1379 (O Devanescer – Ano do Castelo Perdido) Dia: 15/11/2006

Em Suzail, os aventureiros tentam obter seus documentos e acabam presos. Livres da pena de morte, se juntam ao exército e participam dos jogos da arena para classificação. A princesa Alusair é morta e Pedro, seu futuro herdeiro é preso acusado de sua morte. Os aventureiros se juntam para liberta-lo e Pedro os ajuda a obter a chave para chegar ao Bracelete do Gelo eterno. Juntos fogem para Melinir guiados por Lothar e por pouco escapam da fúria do Cavaleiro Negro montado em seu negro Dragão.



Drift o guerreiro ( NG hm Ftr5 ) Tiago
Helge Wesley ( LN hm Clr5 ) Topo
Kage Fan' Guard ( CN drf Ftr5 ) Túlio
Taurus Lorien ( LN elf Wiz5 ) Palinha
Tord Mor ( LG elf Clr6 ) Tito

Após partirem de Nimroc guiados por Sir William, os aventureiros seguem para Suzail. O Cavaleiro explica que as fronteiras do Reino estão todas em guerra. Muitos ataques estão acontecendo em todos os lugares e em nome de uma antiga aliança, cavaleiros foram a Terra dos Vales pedir ajuda.

Com três dias de viagem chegaram a Suzail. A cidade com suas altas muralhas cercadas por tropas de todos os lado. Muitas e muitas barracas brancas e púrpura, cores do exército de Cormyr. O acampamento se estende a perder de vista. Milhares e Milhares de soltados se reunindo na capital de Cormyr vindo de todos os lados para começar a guerrra contra as invasões bárbaras além das grandes cordilheiras.

Sir William guia os aventureiros por entre as muralhas até o interior da cidade onde arranja com os magos para obterem documentos necessários para portar suas armas. Tauros vai à torre de magia atrás de seu mestre Mithrir. Ele o recebe e estranha as marcas em seu rosto:

- Mithrir: 'Tauros? Que houve com seu rosto? Que marcas são estas? Você voutou em um momendo de grande necessidade, entre, vamos conversar. Conte o que tem feito nas terras bárbaras dos Vales.'
- Tauros: 'Mestre. Vim com amigos. São valorosos guerreiros e estamos aqui em missão importante. Tenho mesmo que conversar com você e também com a Princesa Alusair.'
- Mithrir: 'A Regente? O que está acontecendo? Chame seu amigos, vamos converser aqui dentro. Seu pai está aí entrem, vamos!'

No interior da torre todos almoçam e contam sobre sua missão e Mithir, uma mago de guerra e mestre de Tauros conta sobre as terríveis guerras sendo travadas em todas as fronteiras de Cormyr. Lyricus, pai de Tauros e arqueiro da guarda real fala sobre a doença da regente, como ela se tornou debilitada no último mês. Eles prometem ajudar a marcar um encontro com a regente. Depois de comerem, Lyricus e Mithrir querem saber como está Taurus. Sobre Jessail e quem são os companheiros novos. Eles contam sobre as batalhas que estão sendo travadas nas terras dos vales e que poucos virão para ajudar, pois a Aliança da Mão Negra está massacrando muitos por lá.

- Lyricus: 'Nossos homens trouxeram notícias do paladino Kiamus. Soube que organizou um considerável número de homens e está combatendo a aliança. Ele realmente é um homem nobre e justo e soube que é um grande estratégista militar. Kiamus está expulsando a aliança para o deserto de Anauroch, onde os Orks, Goblins e Hobgoblins não terão a menor chance. Ele pretente vir a Cormyr nos ajudar nas guerras assim que expulsar a aliança negra.'
- Mithrir: 'Tauros, gostaria de examinar as estranhas marcas e descobrir o que são. Peço que passe uns dias comigo em seus laboratórios.'
- Lyricus: 'Estive com muitos homens recentemente no Vale das Sombras e que conhecei Blander. Ele pediu para procurar Tordalin Morther e passar esta carta, acredito que seja realmente você Tord.'


'Tordalin,

Espero que tenha conseguido a informação necessária para recuperar o Bracelete. Imagino que nossa querida Alusair não lhe informará onde está. Pedi a Lord Moungry que nos ajude com sua influência. Ele disse que enviaria uma carta a Regente pedindo esta informação. É muito importante que consiga este Bracelete. Ele parece ser mais importante do que parece. Não só para ajudar Aurin, mas para outras questões.Estas não ouso escrever, mas este nobre mensageiro a carrega em seu coração.

Com muito carinho e com as bençãos de Lathander.
Blander'



- Lyricus: 'A outra questão, é que há um traidor em Cormyr. Lord Mougrym capturou um mensageiro real levando informações para tropas da aliança negra e indicando pontos fracos dos exércitos. Não sabemos quem é pois o mensageiro foi assassinado.'

No fim da tarde a regente concede uma audiência com os aventureiros. No castelo, seguem para um grande salão onde encontra-se a própria princesa de ferro amparada por seu mago real Vangerdahast. Ela parece doente e fraca. Ela levanta-se cambaleante e tenta falar, mas o mago a segura e ele mesmo diz aos viajantes:

- Vangerdahast 'Caros guerreiros das Terras dos Vales. Perdoem nossa nobre regente. Ela encontra-se um pouco doente. Pedi a ela que permanecesse em descanso mas ela insistiu em vos falar pessoalmente. '

Assim segue Alusair, a regente de ferro, segurando-se no braço do mago, mas vestindo parte de sua armadura e com suas armas na cintura:

- Alusair: 'Meus.. coff.. coff.. Meus valorosos amigos das.. coff.. terras do norte. coff.. agradeço que tenham honrrado o coff.. coff.. coff.. acordo de ajuda que temos coff.. coff.. coff.. a anos. Estamos hoje coff.. coff.. sobre novas coff.. coff.. guerras e mais que nunca precisamos coff.. coff.. coff.. de coff.. coff.. coff.. coff.. coff..'

Com uma forte crise de tosse, a princesa cambaleia e é amparada pelo seu filho Pedro, que a ajuda a assentar e se dirige aos viajantes:

'Mais uma vês peço desculpas pelo mal estar de minha mãe. Logo ela estará melhor. Mas em nome dela agradeço a todos pela grande ajuda na hora que mais precisamos. É nesta hora que sabemos quem são nossos verdadeiros aliados. Hoje e sempre prometo a vocês que estaremos aqui quando precisarem de nós. Alguns alojamentos estão sendo preparados para vocês e poderão comer por esta noite com tranqüilidade. Que Helm proteja nossas tropas e nosso reino.'

- Tauros: 'Minha nobre senhora, viemos não só para ajudar, mas para lhe pedir algo de extrema importância. Aurim Manto Roxo, um renomado mago membro do grupo Circulo Redondo do Vale das Sombras está com sérios problemas. Aparentemente ele está sendo dominado por uma força maligna e de acordo com os conselhos do próprio Elminster, precisamos dos Braceletes do Gelo Eterno para ajudá-lo'
- Olhando com surpresa Vangerdahast diz: 'Não sabemos sobre tal bracelete, onde souberam sobre isso exatamente'

Tord extende a carta enviada por seu mestre Blander e Tauros a carta escrita por Lord Mougrym Vangerdahast e Alussair lêem as cartas e o Mago exclama: 'Infelizmente não temos tal bracelete sob nosso poder e mesmo que tivéssemos não poderíamos dá-lo a vocês. Pelo que diz as cartas ele parece muito importante e estava sob cuidados da família Obarskyr. Como sabem, o Rei Azoun V morreu a algum tempo e ele nunca disse nada sobre bracelete algum. Agora gostaria que vocês saíssem pois a Regente precisa descansar'

Assim Pedro reverencia a todos e se volta para sua mãe amparando-a ao sair da sala.

Tauros conversa com Vangerdahast, ele deseja saber mais sobre sua marca, mas Vangerdahast diz que pode olhar muito, pois está sem tempo, mas marcará um outro dia para conversar com Tauros.

Depois da conversa os aventureiros vão obter suas documentações. Para o processo, devem passar por uma entrevista rápida em uma sala mágica. Ela é encantada torna difícil mentir quando se está em seu interior. Aí começam os problemas.

- Mago: 'Você já cometeu algum crime ou é procurado?'
- Drift: 'Sim... ahh sim'
- Mago: 'Qual?'
- Drift: 'Bem. Morte de uns oitenta homens na arena da Colina Distante, destruição da Árvore Élfica e o assassinato do paladino Sir. Grinhilt Espada de Fogo.'

O mesmo se ocorre com Tauros, Kage, Tord e Helge.

Com isso todos foram presos e acabaram indo para um julgamento no dia seguinte.

Durante o julgamento, tudo parecia perdido, principalmente pela morte do paladino. Os outros dois crimes não tinham tanta importância. O caso da Colina Distante não era um problema de Cormyr e as mortes ocorreram causadas principalmente pelas atitudes dos governantes da Colina e do Mar da Lua. A destruição da Árvore Élfica foi conseqüência de serem aprisionados na arena e não totalmente deles. Porém o assassinato do paladino foi injustificável, cruel e pões em questionamento a suposta inocência em todos os demais casos. Principalmente por depois de assassinado, o paladino ter sido saqueado, pois sua espada e seu elmo se encontravam em posse dos aventureiros.

Sir. William interveio a favor dos aventureiros, pois eles tinham salvo sua família contra a terrível criatura vermelha. Seus argumentos foram ouvidos, mas a decisão final ficou por conta do pequeno príncipe Pedro, pois a Regente se encontrava indisposta.

- Pedro: 'Todos são inegavelmente culpados de seus atos e a prova, além de suas confissões, são os equipamentos do paladino morto. A penalidade para o que fizeram é irrefutavelmente a morte. Mas estão aqui hoje neste tribunal dispostos a pagar pelos seus atos e iniciar nova vida. Sir. William se dispôs a os defender com base em suas boas ações em Nimroc. Graças a ele e a situação que nosso reino se encontra hoje. Proponho que provem seu valor na batalha e lutem por nosso reino na guerra que está por vir. Se assim o fizerem, poderão receber o perdão. Estão dispostos a ir à guerra por Cormyr e por sua liberdade?'
- Aventureiros: 'Sim'
- Pedro: 'Sir. William ficará responsável por vocês enquanto estiverem livres. Fujam da cidade e serão caçados. Fujam e Sir Willian ficará em seus lugares na prisão. Você aceita os termos Sir William?'
- Sir William: 'Sim. Vossa Majestade'
- Pedro: 'Então vão e lutem por Cormyr'

Assim, com os aventureiros liberados, Sir William os conduz até a saída do castelo e pede para que tenham cuidado. Todos devem se inscrever para os torneios da que iniciarão no dia seguinte.

Depois de inscritos na arena cada um enfrenta suas provas. Cada prova possui quatro etapas onde quem superar todas se torna o campeão e obtendo como prêmio um item mágico.

Prova de Força
Drift consegue chegar na terceira etapa, perdendo para Alanir, o Azul.
Kage perde na segunda etapa.

Prova de Armas
Drift chega na terceira etapa mas Kage consegue atingir a quarta etapa, perdendo nas provas de arco.

Prova de Conhecimento
Tauros é quem vai mais longe, chegando na segunda etapa. Tord e Helge nem passam da primeira.

Prova de Magia
Tauros tentou participar da prova de magia e chegou a segunda etapa e passou um grande aperto com o efeito selvagem de sua marca.

Ninguém se dispôs a participar das provas de combate na arena.

No dia seguinte, após o almoço, quatro clérigos de Lathander aparecem na taverna onde os aventureiros estão hospedados e chamam por Tord Mor. Eles querem que ele os acompanhe até o templo de Lathander no distrito nobre da cidade.

Chegando no templo, o Acebispo de Lathander Mandel Lorne o recebeu de cara fechada e já foi dizendo imediatamente.

- Lorne: 'Tordalin Mother é seu nome Elfo?'
- Tord: 'Sim'
- Lorne: 'Então considere-se expulso da ordem de Lathander pelos atos por você cometidos nas terras dos Vales. Não me importo se Blander, seu mestre o perdoou ou se o Príncipe Pedro poupou sua vida. Mas a Ordem de Lathander não possui representantes envolvidos direta ou indiretamente com assassinatos ou massacres. Ponha-se daqui para fora e nunca mais ouse dizer o nome do Deus do amanhecer.'

Expulso da ordem, Tord volta para a taverna de cabeça baixa, bem na hora de ouvir as trombetas tas tropas que chegavam das Terras dos Vales lideradas por Kiamus. Quase trezentos homens a cavalo marchando para dentro de Suzail.

Um grande palco armado no centro da cidade recebeu o nobre Paladino e Vangerdahast em pessoa aguardava a chegada da tropa. Kiamus subiu ao palco e falou a todos.

- Kiamus: 'Estou aqui para cumprir a antiga aliança entre Cormyr e a Terra dos Vales. Estou aqui para lutar por Cormyr.'
- Vangerdahast: 'Homens. Aclamem Kiamus que vive a mais de mil anos e foi o fundador da ordem dos Dragões Púrpuras de Cormyr e por direito Comandante de todas as tropas. O posto é seu se ainda o quiser Kiamus'
- Kiamus: 'Não Vangerdahast. A muito tempo estou longe desta nobre terra. Você é muito mais capaz que eu para comandar as tropas. Eu estou aqui para servi-lo. Como símbolo disto trago o Orb Dourado recuperado nas Terras dos Vales por Jhessail Silvertree'

Assim Kiamus coloca o medalhão dourado no pescoço de Vangerdahast e o povo grita em êxtase. Voltando a atenção para o povo, Kiamus vê Torde e os demais aventureiros e os chama para cima do palco dizendo.

- Kiamus: 'Subam homens. Estas são os homens que me salvaram e me trouxeram para perto de vocês! Peço que os saúdem'

Kiamus pede ao captão da guarda que libere as armas dos aventureiros permitindo que se armem novamente e segue para o palácio com Vangerdahast deixando os aventureiros junto ao povo.

Lothar Mordretch ( LG hmn Pal5 ) Jú

Lothar Mordretch segue pelas ruas de Suzail em busca de um grupo específico de aventureiros os quais ele nunca viu. Quando vê os Tord e seus amigos subindo no palco ele para para observar e escuta dois homens conversando ao seu lado.

- Homem 1: 'Heróis? Não são eles os caras que mataram um paladino lá nas Terras dos Vales?'
- Homem 2: 'Se o tal do Kiamus falou que eles são bons então devem ser, mas acho eles muito esquisitos. Soube que aquele clérigo foi expulso da ordem de Lathander'
- Homem 1: 'É não gosto deles mesmo. Ouvi dizer que estavam com medo de ir lutar na arena do torneio. Ah, e você viu o mago com aquelas marcas roxas?'
- Homem 2: 'Muito estranhas as magias dele, quase matou um cara no torneio'

Com a conversa, Lothar convense-se de que são eles os aventureiros que está procurando, mas os perde na multidão depois que descem do palco. Assim é obrigado a buscar uma taverna.

No dia seguinte os aventureiros acordam e escutam um grande murmúrio nas pessoas do bar comentando do desaparecimento dos clérigos de Suzail. Aparentemente todos os clérigos e paladinos sumiram de seus lares e templos sem deixar vestígios.

Tauros fez uma pesquisa pela cidade e descobriu que aparentemente todos sumiram deixando para traz as roupas que estavam vestindo. E ainda mais estranho, parece que todos estavam ajoelhados rezando quando desapareceram, deixando até mesmo seus símbolos sagrados, portas de seus quartos trancados e nem mesmo um bilhete de aviso.

Helge enquanto andava pela rua foi abordado por cinco guardas de Cormyr que pediram para ele o acompanhar com urgência. Duas horas depois o grande sino do castelo de Cormyr tocou e as bandeiras foram hasteadas a meio mastro indicando a morte da Regente.
O palco foi novamente utilizado, mas desta vez por um mensageiro real que subiu no palco e leu um pergaminho anunciando a morte da Princesa Alusair e que na manhã seguinte, seu filho Pedro iria assumir Cormyr.

O murmúrio foi ainda maior e muitas pessoas choraram a morte da Princesa adorada por todos. As ruas ficaram todas vazias e as pessoas mais que antes ansiavam em ir a algum templo, mas nenhum estava aberto, pois não havia clérigos.

O dia passou e finalmente Lothar encontrou-se com os aventureiros e se ofereceu para ajudá-los a buscar o Bracelete. Lothar explicou ser de uma cidade oculta e que está em uma missão importante para recuperar o Bracelete, pois ele deve ficar protegido. Sua localização atual está comprometida e não deve mais ficar com a família Obaskyr, ele deve ser levado de volta a cidade de Melinir.

Ao meio dia um novo anúncio foi feito. O príncipe Pedro Obaskyr se tornará o novo regente de Cormyr e o povo se exaltou em alegria, pois todos amavam Pedro e sabiam que seu coração era bom e justo. Pedro será o maior e mais justo de todos os Reis. Isso todos estavam certos.

O dia passou com tranqüilidade. Tranqüilo até demais. Na manhã seguinte, o palco estava sendo armado para a coroação de Pedro, quando um novo anúncio veio.
'Povo de Suzail. É com grande pesar que venho anunciar que Pedro não mais será coroado Rei, pois foi acusado e sentenciado à reclusão na torre do castelo pelo assassinato da Regente Alussair. Após o meio dia teremos a coroação de Tomaz como rei de Cormyr. Vangerdahast será o regente enquanto Tomaz não atingir a idade suficiente para tomar decisões. Que as celebrações do novo rei comecem.'

Ao invés de alegria e celebrações o povo foi tomado por grande surpresa e tristeza, pois era Pedro que todos amavam e ninguém pode acreditar no que ouvia. Não se escutava nenhum viva ou início de festa, mas apenas murmúrios e choro.

Com os anúncios Tord e Kage chegaram a conclusão de que agora, o único que poderia ajudar a encontrar o Bracelete seria Pedro, agora recluso na torre. Seriam assim forçados a chegar até ele. Tauros pediu auxilio a seu pai Lyricus e seu mestre Mithrir para que os ajudasse e chegar à torre. Kiamus também ofereceu ajuda assim que soube da empreitada dos aventureiros e ajudou para que alguns guardas não estivessem presentes no momento da investida.

Quando anoiteceu os aventureiros foram até a torre do castelo e encontraram o caminho livre de qualquer guarda. A porta para a torre estava destrancada e o acesso foi realmente fácil. Lá chegando encontraram Pedro trancado dentro da torre e prontamente abriram a porta do quarto onde o menino se encontrava preso.

- Pedro: 'Quem são vocês que me libertam? Vieram me matar?'
- Drift: 'Não Pedro, viemos conversar com você. Estamos atrás do Bracelete do Gelo Eterno. Ele é muito importante e precisamos protegê-lo. Ele não mais está seguro nas mãos da família Obaskyr'.
- Pedro: 'Sim, me lembro de vocês do tribunal. Vieram antes de serem acusados conversar com minha mãe sobre o Bracelete, mas quem é esse que vem com vocês' diz indicando Lothar.
- Lothar: 'Eu sou Lothar, paladino de Helm da ordem de Melinir, guardião do Portal. Estou aqui para ajudar a proteger o Bracelete. Ele não mais está protegido não mão da família Obaskyr. Preciso o levar de volta a Melinir com urgência'.
- Pedro: 'Reconheço o símbolo de sua cidade e compreendo suas palavras Lothar. Sei onde está o Bracelete, mas precisam me tirar daqui. Sei que de um jeito ou de outro vão me matar pois represento um perigo para o trono. Sou inocente da morte da minha mãe e sou herdeiro por direito. Tirem-me daqui. Levem-me com o Bracelete'.
- Lothar: 'Você sabe onde está o bracelete? Está neste castelo?'
- Pedro: 'Claro que não, temos aqui apenas uma chave que nos levará a ele. Para isso precisamos ir a sua cidade, se quisermos chegar ao bracelete. Vamos logo.'

Saindo da torre, cruzaram o pátio e logo no fim se depararam com 3 guardas saindo do castelo. O líder deles era um capitão e assustou-se ao ver Pedro e sacando sua espada gritou:

- Capitão: 'Pedro fugiu! Renda-se ou serei forçado a lhe matar!'
- Pedro: 'Acalme-se Capitão. Sou Pedro. Você sabe que sou inocente da morte de minha mãe. Naquela torre só verei a morte. Deixe-me ir e provarei minha inocência.'

Pedro assim estica a mão mas o Capitão lhe fere com a espada. Imediatamente Drift e Lothar preparam-se para o combate quando Pedro diz:

- Pedro: 'Parem. Esta tudo bem. Ninguém vai lutar aqui. O Capitão vai nos deixar passar'.

Ainda assustado o capitão recua e deixa com que todos fujam. Seguindo para dentro do castelo Pedro abre uma passagem secreta que leva por diversos túneis até uma sala muito funda e escura. Bem no centro da sala existe um pedestal muito velho e empoeirado. No seu centro encontra-se uma chave. Pedro a pega e diz:

- Pedro: 'Esta é a chave do portal que nos levará ao bracelete. Ele foi confiado a um homem de inha família que o guarda em segurança em uma terra muito distante. Vamos embora enquanto há tempo. Logo virão atrás de mim'.

Pedro os guia por muitos outros corredores e passagens até chegar a uma saída do outro lado do castelo, nas docas. Não há como seguirem sem ser vistos por tantos guardas que estão acampados em volta do castelo, então Tord e Tauros seguem sozinhos e vão buscar a carruagem onde podem esconder Pedro.

Com uma certa facilidade os dois pegam sua carruagem e vão até as docas. Pedro escondido sobe na carruagem e se deita em baixo de uma lona em meio às armas. Os aventureiros então seguem para sair da cidade pelo portão principal em um ato que ninguém esperava. Quando finalmente estão fora da cidade. Trombetas começam a tocar e homens gritam 'Pedro fugiu! Pedro Fugiu! Fechem o portão. Ninguém sai!', mas os aventureiros já estavam fora e começam a correr com Lothar guiando a carruagem direto para Melinir.

Dois dias eles seguiram sem parar para descansar ou comer. Os cavalos não agüentavam mais e tiveram de abandonar a carruagem e correr para a floresta. Lothar os guiou desviando dos perigos pela trilha conhecida até a cidade. Chegaram a um circulo muito grande de pequenas pedras. Quando passaram, avistaram um grande dragão negro montado por um cavaleiro igualmente negro. Eles passaram com um vôo rasante sobre suas cabeças mas Lothar os avisou antes que corressem.

- Lothar: 'Não corram, já estamos dentro de Melinir. Aqui ele não pode nos ver nem nos ferir. Acalmem-se e vamos seguir'.

Kage assustado correu mas Drift o impediu de passar pelas pedras que o levariam para fora da proteção da cidade.

O dragão passou cuspindo um enorme jato de ácido sobre a floresta e pousou perto de onde os aventureiros estavam. O cavaleiro desceu e olhou para as pedras e deu um urro de raiva, aparentemente compreendendo a localização dos aventureiros. Assim ele olhou ao redor. Seus olhos não podiam ser vistos, mas sua mascara refletia sua enorme raiva. O dragão se curvou ante o cavaleiro como um animalzinho de estimação e permitiu que o cavaleiro monta-se novamente levantando vôo.

Com tudo um pouco mais calmo, os aventureiros seguem em direção à cidade guiados por Lothar. Ao fundo ainda se ouvia muitos barulhos de fogo e dos gritos do dragão destruindo a floresta por onde passaram.

21 outubro 2006

13 - Resgate em Nimroc

Data: 01/09/1379 (O Devanescer – Ano do Castelo Perdido) Dia: 21/10/2006

A pedido de Sir William os aventureiros seguem até Nimroc onde enfrentam a criatura chamada Xrirtraks e resgatam trinta e cinco prisioneiros. Uma grande festa em Nimroc comemora o resgate.



Drift o guerreiro ( NG hm Ftr5 ) Tiago
Helge Wesley ( LN hm Clr4 ) Topo
Kage Fan' Guard ( CN drf Ftr4 ) Túlio
Taurus Lorien ( LN elf Wiz4 ) Palinha
Tord Mor ( LG elf Clr5 ) Tito

Após fugir do Vale das Sombras rumo a Cormyr, os aventureiros finalmente chegam à cidade de Arabel escoltados por cinco Cavaleiros Dragão Púrpura. Sir William o Grande é o líder dos cinco cavaleiros e após a chegada, deixa os aventureiros em uma taverna onde podem descansar e se alimentar.

Um grupo de pessoas se aproximam dos Cavaleiros quando se afastam da taverna e Sir William anuncia a todos:

- Sir William: 'Atenção cidadãos de Arabel. Grund, o Ogro Mago está morto. Eis aqui seu cajado.'
- Povo: 'Viva Sir William!! Viva os Cavaleiros Dragão Púrpura.'
- Sir William: 'Ainda há mal em nossas fronteiras e muito ainda há de acontecer, mas um a um nossos inimigos tombarão e Cormyr permanecerá!.'
- Povo: 'Viva, Viva!!! Heeee'

Assim os cavaleiros se afastam para seu pequeno forte dentro das muralhas de Arabel. Drift os segue e para na porta do forte onde é barrado por um guarda. Drift pede para ver Sir William e entra no forte.

Drift conversa com Sir William em sua sala e fala sobre seu pai Morto Trindala Escudo Púrpura. Sir. William nada sabe sobre Trindala além do que conta a história, mas muito se impressiona por Trindala ter deixado um filho.

- Sir William: 'Humm Filho de Trindala você diz. Hum Soube que ele foi acusado de bruxaria e morto pelo seu próprio povo.'
- Drift: 'Isto foi uma conspiração contra ele armada por Dirtos Spiazzi seu vassalo para tomar o feudo.'
- Sir William: 'Isto você diz, mas Trindala foi um Cavaleiro Púrpura como eu, mas não cheguei a conhecê-lo. Se o que você diz é verdade, então deve levar estas acusações à Regente de Cormyr, mas você precisará de provas para isto. Você tem alguma?'
- Drift: 'Não, tudo que eu sei é o que Josh, o Ferreiro do Poço da Montanha que me criou, me contou.'
- Sir William: 'Você terá meu apoio se precisar, mas não posso ajudar muito se não tiver provas.'

Assim Drift deixou o forte dos Cavaleiros Dragão Púrpura. Mas seu dia estava longe de terminar. Preocupado com a Lua, Tauros alertou Tord e Helge que a lua seria cheia esta noite. Assim eles partiram com Drift para fora da cidade em busca de um local adequado para se esconderem. Depois de seguirem por mais de uma hora, escolheram uma arvore e amarraram Drift a ela.

Drift mais uma vez tornou-se lobsomem e uivou como nunca atraindo dois guardas que patrulhavam a região. Tord tentou persuadi-los a seguir por outro caminho, mas eles insistiram em segui a onde Drift estava. Milagrosamente Drift voltou a forma humana antes da noite terminar e os guardas o avistaram algemado às árvores. Drift alegou ter sido roubado por bandidos e eles o levaram de volta a cidade em segurança.

Chegando de volta a taverna, Sir William estava passando quando avistou Drift em um estado deplorável e correu para saber o que aconteceu. Antes que pudesse se explicar um outro moribundo apareceu para falar com Sir. William.

- Oberon: 'Sir. Wiliam, Sir. Wiliam!! Graças a Helm te encontrei...'
- Sir William: 'Oberon, o que você faz aqui... o que aconteceu afinal?'
- Oberon: 'Fomos atacados senhor...'
- Sir William: 'Por Tyr, o que os atacou homem?'
- Oberon: 'Bem senhor... não sei exatamente. A três dias um monstro começou a atacar nossa cidade e pegar pessoas à noite... alguns guardas tentaram cerca-lo mas foram apanhados também...'
- Sir William: 'Quantos morreram?'
- Oberon: 'Bem... não sei senhor... na verdade sumiram... já contamos umas 14 pessoas, mas saí de lá a três dias... devem ter sumido mais umas 15... somem umas 5 por dia...'
- Sir William: 'Precisamos encontrar essas pessoas urgente, que monstro é esse? Como ele é?'
- Oberon: 'Um homem diz tê-lo visto numa trilha na colina, senhor... ele estava desesperado... o monstro tem a altura de quatro homens e tem seis braços... Terrível senhor, terrível... Ele andava banhado de sangue dos pés à cabeça e tinha dentes do tamanho de espadas...'
- Sir William: 'Precisamos ir pra lá agora mas... recebi ordens diretas da Princesa para seguir para a Terra dos Vales. Não tenho nenhum homem para enviar.... Ei, você é o Drift daquele grupo que combateu o Xamâ? Talvês vocês possam ajudar este homem...'
- Drift: 'Claro, mas temos que ir a Suzail pegar nossas licenças de porte de armas e ainda que conversar com a Regente.'
- Sir William: 'Este homem, é meu cunhado e muitos familiares de esposa moram em Nimroc. Tenho que ir lá ajuda-los. Se vocês me ajudarem eu os levarei pessoalmente a Suzail e arranjarei um encontro com a Regente.'
- Drift: 'Quando Partiremos?'
- Sir William: 'Agora mesmo. Martlo, tome o pergaminho enviado pela Princesa Alusair. Leve-o direto para Lord Mourngrym Amcathra. Boa viagem camaradas. Lembrem-se de passar na taverna do velho Crânio e deixar este outro bilhete com Jessail. É para meu irmão. Cuidem-se e que Helm os proteja'.

Assim parte a pequena comitiva com rumo a Nimroc, guiada por Sir. William. A viagem até Nimroc foi tranqüila e levou seis dias. Estes foram dias muito difíceis para Drift, pois a lua ainda estava cheia e todas as noites tinha de se afastar bastante do grupo e com a ajuda ora de Tord ora de Tauros, se algemava em uma árvore e tornava-se um lobisomem.

Durante os dias Drift estava muito cansado, pois não dormia a noite e Sir William estava muito desconfiado, mas acreditava que ele estava doente. Como estavam o ajudando, Sir William relevou o fato e seguiram adiante.

Chegando em Nimroc, Drift se acomodou na taverna e dormiu. Já não era mais lua cheia e assim sendo, não foi com o resto do grupo atrás dos desaparecidos e da criatura tamanho era seu cansaço.

Os demais aventureiros seguiram guiados por um ranger que diz ter visto a criatura na montanha. Seguiram por algumas horas quando Tauros percebem alguma coisa se movimentando longe atrás de uma pedra. Observando melhor, Tauros percebeu que era uma criatura humanóide vermelha com chifres e quatro braços. Ele estava dentro de uma pedra, como se ela não estivesse lá e segurava uma beta.

Antes que pudesse falar qualquer coisa, a criatura disparou contra o primeiro da fila, no caso o ranger que caiu ferido. Quase instantaneamente Tauros lançou uma magia na criatura cegando-a. Ainda sim ela veio se locomovendo por dentro das rochas e atacou o grupo. Ela se locomovia como se pudesse farejar onde todos estavam. Com seus quatro braços, seus ataques eram muito poderosos ferindo gravemente Kage que se posicionou frente a frente com a criatura protegendo o grupo. Ela se provou imune aos ataques de fogo lançados por Tauros, mas tombou ante aos poderosos golpes de Sir William e Kage.

Mais adiante, explorando algumas cavernas em busca dos homens desaparecidos, os aventureiros se depararam com uma caverna com seis orcs. Foi uma batalha tranqüila, Kage já estava curado graças a Tor Mor e pode enfrentar os orcs com a maior tranqüilidade.

Acima na montanha, onde Tauros havia avistado a criatura pela primeira vez, encontraram a besta que a criatura estava usando. A besta possuía várias runas indicando ser mágica. Tauros a identificou como sendo a 'Besta da Desordem'. Extremamente eficaz contra seres ordeiros.

Depois de algumas horas procurando, os aventureiros encontram uma caverna com uma enorme cela incrustada na rocha. Cerca de trinta e cinco pessoas estão presas lá. Todos nus, mas bem tratados. Os prisioneiros depois de soltos explicaram que a criatura os mordeu deixando paralisados e depois os carregava para a cela. Mas ele não feriu ninguém. A criatura se alimentava de metal e comeu todo o dinheiro e armas que tinham. Ele os alimentava bem, mas era incapaz de se comunicar em língua normal.

No fundo da caverna há uma sala com muitas roupas, provavelmente dos prisioneiros. Tord levou a roupa para eles poderem se vestir e junto a uma mesa de madeira encontrou um bilhete. Ele estava escrito em uma língua estranha. Helge, com sua magia divina compreendeu a linguagem do bilhete e pode ler para todos o que estava escrito, mesmo não sabendo falar ou ler Undercommom.

'Xrirtraks,
Vá para a cidade conhecida como Minroc e faça sua cria. Não pegue mais de 10 humanos ou irão pessoas atrás de você. Lembre-se disso
Ass: CN'


OS aventureiros não compreendendo bem o sentido do bilhete, apenas guiaram os prisioneiros de volta a cidade, onde foram recebidos com grande alegria.

Uma grande festa foi montada para festejar o sucesso do resgate e uma grande fogueira levantou-se no meio da vila. Colocaram a criatura no fogo para queimá-la, mas o fogo aparentemente nem a afetou, mesmo estando morta. Isso não tirou a alegria das pessoas que festejaram o retorno de seus parentes e amigos.

Tauros foi quem mais aproveitou a festa e em agradecimento, uma das mulheres resgatadas, Lorita o conduziu a seu quarto onde tiveram uma noite muito boa.

Já descansado, Drift participou da festa mas se sentiu triste por não ter ajudados seus amigos em momentos difíceis.

No dia seguinte, como prometido, Sir William se preparou para levá-los a Suzail, para isso pegou uma carruagem com sua esposa e mantimentos para a viagem. Assim partiram de Nimroc rumo a Suzail.

30 setembro 2006

12 - Rumo a Cormyr

Data: 22/08/1379 (O Alto Verão – Ano do Castelo Perdido) Dia: 30/09/2006

Depois de escaparem do subterrâneo da Torre Retorcida, os aventureiros seguem para Cormyr em busca dos Braceletes do Gelo Eterno, mas acabam tendo de enfrentar os Homens da Colina Gritante causando a morte de seu clérigo de Tyr Eric e enfrentam também Grund, o Ogro Mago antes de chegarem a Arabel.



Drift o guerreiro ( NG hm Ftr5 ) Tiago
Helge Wesley ( LN hm Clr4 ) Topo
Kage Fan' Guard ( CN drf Ftr4 ) Túlio
Taurus Lorien ( LN elf Wiz4 ) Palinha
Tord Mor ( LG elf Clr4 ) Tito

Depois de escaparem do subterrâneo da Torre Retorcida através de um portal criado por Aurin Manto Roxo e sustentado pelo Cristal de Magia Pura, os aventureiros foram parar na borda sul da floresta à sudoeste do Vale das Sombras. Ao saírem, o portal fecha logo atrás deixando os aventureiros sem volta. Para o Norte a floresta se torna um pouco mais densa e ao sul ela se desfaz formando um campo longo e com árvores esparsas.

Enquanto os aventureiros pensam em o que irão fazer, dois grifos, montados por guardas da Torre Retorcida, passam sobrevoando a floresta. Antes que eles os possam avistar entre as árvores, uma explosão forte ocorre ao sul, fora do alcance da visão dos aventureiros. Com a explosão, os dois grifos fazem uma curva fechada sobe a cabeça dos aventureiros e seguem em direção ao barulho. Quando eles estão quase chegando, uma imensa bola de fogo sobe por entre as árvores e explode em um derrubando os dois Guardas.

Kage: 'Arg. Guardas. Temos que fugir antes que venham mais'.
Tord: 'Não, precisamos ajudá-los, podem estar feridos'.
Helge: 'Devem estar mortos'.
Drift: 'Vamos logo'.

Imediatamente os aventureiros correm para o local e encontram os guardas e seus grifos queimados e mortos. Há fogo no topo de uma árvore próxima, provavelmente perto de onde estavam quando foram atingidos. Mas não há ninguém próximo. Nenhum membro do grupo sabe como encontrar rastros ou pegadas então não há nada a se fazer, pelo menos para alguns.

Helge se aproxima dos corpos para examiná-los e vendo isso Tord exclama: 'Deixe os em paz Helge'.
Helge: 'E o que você entende dos mortos Tord? Kelevorn é o deus dos mortos e eu seu seguidor'.
Tord: 'Reze então por suas almas e não mecha em seus corpos, a não ser que queira enterra-los dignamente'.
Helge: 'Pretendo apenas certificar-me da causa de suas mortes, saber se foi Aurim que isto fez'.
Tauros: 'Isto não será necessário. Sei muito bem identificar uma magia quando vejo uma. Esta foi bastante poderosa. Conhece outro mago poderoso que queira matar guardas?'.
Kage: 'Hum, não gosto de magias..'.
Drift: 'Deixem os guardas aí e vamos embora. Aurim ou não temos de ir antes que cheguem mais guardas e sujem nossos nomes com mais mortes'.

Quase 2 quilômetros a frente, outros dois guardas estão também mortos nas mesmas circunstâncias. Não há pegadas nem rastros visíveis.

Seguindo para o sul, os aventureiros seguem em direção a Cormyr em busca dos Braceletes do Gelo Eterno. Algumas horas de caminhada mais tarde os aventureiros chegam a uma estrada. Kage a reconhece como sendo a estrada 'Caminho do Norte' que vai de Tiverton a Voohlar passando pelo Vale das Sombras. Aparentemente se encontram ao sul do Vale das Sombras e decidem seguir seu caminho para o sul e para longe do Vale, rumo a Cormyr.

Por alguns dias, os aventureiros seguiram a estrada rumo ao sul e cruzaram seus caminhos por inúmeros mercadores e viajantes, a maioria vindo de Cormyr. No quarto dia de viagem os aventureiros chegam à Falha Escura, um trecho da estrada com paredes altas dos dois lados, formada pelas cordilheiras, leva dois dias para serem percorridas até a cidade de Tiverton. Tauros, nascido e criado em Cormyr conhece um pouco a região e guia os aventureiros adiante, mas logo no início da Falha Escura, os aventureiros são abordados por dois homens armados usando escudos com o símbolo de uma colina.

Uros: 'Rendam-se Gladiadores, sou Uros Fardo Verde, líder dos os Homens da Colina Gritante e viemos prendê-los pelas mortes na arena da Colina Distante e a de Sir. Grinhilt Espada de Fogo'.
Eric: 'Sou Eric, clérigo de Tyr e os aconselho a seguir o conselho de Uros, pois não estamos sozinhos'.

E ninguém avistou mais alguém em lugar algum e assim Drift retrucou.

Drift: 'Não somos culpados de nada, as mortes não são responsabilidade nossa. Saiam do nosso caminho ou morrerão também. A escolha é suas'.

Com estas palavras Kage e Tord desembainham suas armas e se preparam para combate. Drift saca sua espada e quando dá o primeiro passo, uma bola de fogo surge do alto da montanha e os atinge. Um elfo mago está lá em cima e sua imagem parece estranhamente borrada. Como se não bastasse, do outro lado da montanha, um quarto membro, um halfling escondido atrás de algumas pedras atira nos aventureiros com sua besta leve.

O combate não foi fácil mas resultou na morte de Eric o clérigo de Tyr pelas armas de Kage e Drift. Tofu o halfling está caído desmaiado, Laranir, o mago elfo desaparecido. O único em pé é Uros Fardo Verde que se rende ante a fúria dos Gladiadores.

Uros: 'Malditos sejam vocês Gladiadores, mataram meus amigos. Vocês são mesmo os assassinos que as pessoas dizem. Agora acabem comigo de uma vez'.
Drift: 'Não queremos matá-lo e a morte de seu amigo foi conseqüência de seus atos. Agora vá e diga a todos que poupamos sua vida. Somos homens de bem e queremos seguir em paz'.
Kage: 'Bah, tenta nos matar e depois nós que somos assassinos'.
Uros: 'Não nos deram outra escolha, pedimos que se rendessem sem combate antes. Poderíamos os surpreender e os encurralar, mas somos guerreiros honrados'.
Tord: 'Nós também, pois aceitamos sua rendição, agora vá Uros e não nos procure mais pois somos inocentes das atrocidades que você diz'.
Kage: 'Hehehe, quase todas'.
Uros: 'Não somos os únicos atrás de vocês e nem acreditamos em suas mentiras, mas irei embora. Nos veremos novamente Gladiadores'.
Helge: 'Será o dia de sua morte Uros. O encomendarei a Kelevorn para que cuide de sua alma'.

Seguindo a estrada pela Falha Escura, os aventureiros entram finalmente no reino de Cormyr. Um grupo de 10 Dragões Púrpura bloqueiam o caminho fazendo uma espécie de pedágio. Eles estão controlando o acesso a cidade e exigem que todos adquiram imediatamente documentos provisórios e se dirijam imediatamente a Suzail para obter documentos permanentes. Tauros explica aos aventureiros sobre as normas rígidas de segurança em Cormyr e ensina a todos a amarrar suas armas com fitas coloridas que impedem que sejam sacadas de uma só vez.

Mais adiante os aventureiros vêem uma enorme escuridão à frente. Uma esfera escura enorme cobre uma região e à sua frente uma placa indica 'Tilverton'. Dragões Púrpura indicam o caminho para contornar a estranha esfera. Questionados, os Dragões púrpura explicam que ali localizava-se a cidade de Tilverton, mas ela simplesmente desapareceu engolida pela escuridão. Ninguém que ousou entrar lá voltou. Ignorando o estranho evento, os aventureiros continuaram em seu objetivo de chegar a Arabel e seguir até Suzail.

Durante a noite, os aventureiros são abordados por um grupo de cinco Cavaleiros do Dragão Púrpura. O líder do grupo é Sir. William o Grande. Ele os alerta sobre alguns ataques que Cormyr vem sofrendo de Orcs e Hobgoblins principalmente.

Sr. Willian: 'Boa noite forasteiros, espero que tenham vindo em paz'.
Tauros: 'Em paz viemos cavaleiro'.
Sr. Willian: 'Vocês estão a dois dias de nossas fronteiras internas e elas vêem sendo atacadas por orcs e hobgoblins principalmente, portanto muito cuidado a noite. Estamos fazendo rondas e não podemos deixar mercadores sosinhos'.
Drift: 'Não se preocupem conosco, somos capazes de nos defender muito bem de qualquer criatura'.
Sr. Willian: 'Espero que sim. Mas tomem cuidado. Um mago ogro vem rondando esta região com seus seguidores e tem matado muitos de meus homens, então cuidado. Se virem ou ouvirem alguma coisa corram e nos chamem mais à frente'.

Desconsiderando todos os conselhos de Sir. Willian, os aventureiros acampam na beira da estrada como se nada estivesse acontecendo. Algumas horas depois, durante o turno de Tauros, alguns sons estranhos puderam ser escutados na floresta próxima. Imediatamente Tauros alertou a todos. Helge, Kage e Drift começaram a vestir suas pesadas armaduras prevendo o combate iminente. Tord e Tauros se prepararam imediatamente.

Assim que Tauros acabou de avisar a todos, oito orcs saíram da floresta a alguns metros do acampamento atraídos pela fogueira. Tauros se defendeu como pode, lançando suas magias assim como Tord com sua pesada maça. Os dois sozinhos não podiam contra todos os orcs e tiveram de recuar. Helge, Kage e Drift continuavam dentro de suas barracas se vestindo como se nada estivesse acontecendo e os orcs não passaram despercebidos e rasgaram suas barracas atacando os três. Drift se viu cercado em um estante por cinco dos orcs e em poucos segundos foi ao chão gravemente ferido. Como se não bastasse dois ogros saem por de trás dos orcs protegendo um terceiro. Este é nada mais nada menos que Grund, o Ogro Mago.

Kage e Helge lutam juntos tentando se defender como podem dos ataques dos orcs os cercando por todos os lados, enquanto Tauros e Tord, assustados com os ogros correram para trás para tomar distância e poder se defender. Lembrando das palavras de Sir. Willian, Tauros lança uma enorme chama de seus braços para o alto como um sinal de alerta e reza para que os cavaleiros Dragão Púrpura vejam.

Grund, com sua magia cega Tord e Tauros e lança um cone de frio sob eles os deixando feridos. Kage bravamente segura um numero considerável de orcs e se defende dos ogros sozinhos. Sua habilidade de combate é impressionante. Mesmo não usando toda sua armadura, Kage pode suportar um grande número de golpes e se manter de pé. Seu machado mantém alguns orcs afastados e com Helge o seu lado, se manteve sem ser flanqueado.

Helge, vendo Drift esvaindo-se em sangue, teme que seu amigo morre e desesperadamente corre entre os orcs para o curar. Muitos aproveitam a oportunidade para desferir golpes em Helge enquanto ele corre, mas Helge ignora os ferimentos e chega a Drift a tempo para estancá-lo com sua magia.

Quando parecia não haver mais esperanças, surgem os Cavaleiros Dragão Púrpura liderados por Sir. Willian atacando os orcs e ogros. Grund tomba sob os golpes dos cavaleiros e os orcs fogem desesperados temendo a morte. Com tudo em paz novamente, os aventureiros seguem junto aos cavaleiros em direção a Arabel.

29 setembro 2006

11 - Por baixo da Torre

Data: 08/08/1379 (O Alto Verão – Ano do Castelo Perdido) Dia: 29/09/2006

De volta ao Vale das Sombras, foram obrigados a fugir novamente por um túnel subterrâneo por baixo da torre retorcida, mas desta vez em busca de um Bracelete do Gelo Eterno. Enfrentam o poderoso 'Aurin Manto Roxo' que parece estar sob efeito da Esfera de Magia.


Drift o guerreiro ( NG hm Ftr5 ) Tiago
Helge Wesley ( LN hm Clr4 ) Topo
Kage Fan' Guard ( CN drf Ftr4 ) Túlio
Taurus Lorien ( LN elf Wiz4 ) Palinha
Tord Mor ( LG elf Clr4 ) Tito

Drift passa o dia fazendo compras por toda a cidade do Vale das Sombras. Duas armaduras para humano e uma para anão, diversos pergaminhos de mago, grimório para necromancer, símbolos sagrados de Kevevorn e Lathander, vinte e um dias de refeição, seis tendas e muitas outras coisas pedidas pelos demais companheiros de grupo que não podiam sair do esconderijo arranjado por Blander sob a Torre Retorcida.

Por todo lado que Drift andava ele via o pequeno anúncio de procurados de seus amigos pelas mortes na Colina Distante. Mesmo seu nome e rosto não estando lá, muitas pessoas o conheciam e conheciam principalmente Tord Mor e Helge Wesley, expostos como procurados. Drift não é um grande observador e não notou comentários que algumas pessoas estavam fazendo a respeito de suas compras e de seus amigos desaparecidos. Não demorou muito, algumas pessoas suspeitaram dos atos de Drift e deduziram que suas compras, carregadas direto para o porão da torre retorcida era para seus amigos e assim alertaram os guardas dos acontecimentos. Não demorou, Blander notou a movimentação e correu para alertar Tord Mor, os mostrando um caminho de fuga por baixo da torre retorcida por onde deveriam fugir.

'- Tord Mor, Tord Mor. Vocês foram descobertos. Fuja com seus amigos por este túnel que segue por baixo do Vale das Sombras e sai além da cidade. Precisa ir agora, os guardas estão vindo. Não se esqueça. Traga os Braceletes do Gelo Eterno. Só ele poderá salvar Aurim Manto Roxo.
Entregue esta carta à regente de Cormyr, ela irá atendê-los. Sua família protege o Bracelete à séculos.
Agora vá antes que seja tarde. Que Lathander ilumine sua jornada.'


Assim que os aventureiros atravessaram a porta que leva ao túnel, puderam ouvir passos dos guardas vindo atrás. À Frente, outra porta bloqueava o caminho e pela inexperiência do grupo ante armadilhas e artimanhas do gênero, acabaram disparando um sistema que lacraria a passagem pelo túnel. Uma grande rocha começou a descer e iria esmagar os cinco, mas com seus fortes ombros, Kage derrubou a porta à frente e todos passaram deixando o acesso do túnel à torre fechado. O único caminho a seguir agora será pelo túnel desconhecido.

O túnel seguiu por caminhos tortuosos feitos de caverna naturais com algumas partes cortadas para permitir uma passagem mais ampla. Kage observando estes cortes não pode definir quem o fez, mas com certeza não é obra de anão. Em algumas partes do túnel puderam ser encontradas algumas celas feitas de prisões vazias. Seguiram até chegar ao fim do corredor que terminava em uma sala fechada. Esta possui três buracos no teto com uma corda permitindo alcançar os buracos e aparentemente é este o único caminho possível. Tauros, ao tentar pegar pedras em uma das paredes aparentemente desmoronada, descobre que ela não passa de uma ilusão e encontra uma porta atrás. Esta leva a uma escadaria até um andar superior onde podem ser vistos os mesmos três buracos no chão. Um dos buracos possuía uma moeda de platina pendurada em cima, outra um papel cobrindo com um estranho líquido fosforescente e a terceira uma grande pedra do tamanho do buraco amarrado por uma corda velha.

Seguindo pelos além, os heróis chegam a estranhos corredores onde encontram alguns hobgoblins fáceis de matar e mais à frente um pequeno anão assustado. O anão está com medo de todos e aparentemente foi pego como escravo pelos hobgoblins e conseguiu fugir, mas não está conseguindo achar a saída. Seu nome é Dwartek e ele é do Poço da Montanha.

Dwartek mostra aos aventureiros o caminho por onde passou para chegar à esta sala e diz que teve que mergulhar por baixo de um lago subterrâneo para chegar à sala. Perto do lago, uma poça de lama se levanta subtamente e se revela um monstro de lama que os ataca. Facilmente os aventureiros o derrotam deixando o caminho livre até o lago. Tord é o primeiro a pular e é atacado pela própria água pelo que parece. Dwartek tenta empurrar os demais para dentro d’água e foge pelos túneis. Drift, com sua espada, ataca a criatura invisível que tenta afogar Tord, mas teme atingi-lo também e não sabe o que fazer. Tord reage como pode, mas acaba indo cada vez mais para o fundo do lago enquanto os demais observam os acontecimentos de fora da água. Drift então desesperado tenta atingir a criatura arriscando atingir também tord e finalmente o liberta. Tord inconsciente quase morre afogado, mas recupera-se.

Kage que já teve uma experiência de quase afogamento antes não quis atravessar por baixo do lago, mas tendo sido abandonado na sala escura prefere atravessar e ver no que vai dar.

Do outro lado do lago seguindo os corredores, os aventureiros chegam a uma parte mais alta do corredor onde corre um fraco vento. Tauros escuta algumas vozes dizendo:

'voz 1: - Observe. Nossos amigos passaram pelo lago e vêem direto para cá. Hummm foram mais espertos que previ.
voz 2: - Verdade mestre mas não acredito que consigam chegar aqui.
voz 1: - Eu espero que eles cheguem. Tenho algumas surpresas para eles.
voz 2: - E quanto a Kiamus mestre?
voz 1: - Aquele idiota está combatendo os nossa querida Aliança Negra. HAHAHAHA Somente um mestre como eu para unir aqueles inúteis e faze-los úteis. Ninguém pode com o Cavaleiro Negro.
voz 2: - Mestre, parece que eles estão nos ouvindo olhe...'


Drift também ouviu e percebeu que uma das vozes se parecia com seu velho amigo Aurim Manto Roxo. Aparentemente este estaria por traz da formação da Aliança Negra e da destruição da Arvore Élfica.

Mais à frente no corredor os Kage encontra uma passagem secreta na rocha e seguem por lá. Alguns mortos vivos, aparentemente guardas da torre atacam os aventureiros causando um pequeno desmoronamento que quase esmaga Tord Mor e Drift. O caminho segue até um grande desfiladeiro no fim do túnel. Do outro lado, um forte debaixo da montanha com uma ponte levadiça. Do lado onde eles se encontram, uma corneta.

Tord Mor tenta tocar a corneta, mas o resultado são diversas flechas vindo do forte em direção a eles. Escondidos numa ante sala, Kage tenta tocar a corneta de uma forma diferente e então a ponte levadiça desce.

Os aventureiros correm para subir na ponte mas seja quem for que estava do outro lado começa a levanta-la novamente e mais flechas vêem, do alto do forte. Drift amarra uma corda nas correntes da ponte e Tord Mor e Helge correm em direção ao forte por sobre a ponte. Ambos entram correndo e a ponte levadiça está quase em pé, fazendo com que caiam dentro do forte. Drift, Kage e Tauros ficam pendurados na corda no alto da ponte, que agora se transformou em um grande portão. Helge e Tord são obrigados a enfrentar alguns zumbis no chão. Tauros desce a corda chegando ao chão e ajuda aos odois a enfrentar os zumbis. Drift desce com alguma dificuldade e acaba caindo no chão. Kage, bastante desconfortável com a altitude literalmente pula lá de cima de cara no chão se machucando muito.

Seguindo mais adiante no túnel, os aventureiros chegam à um grande salão. No centro no salão existe um pequeno patamar com muitos livros ao seu redor e no centro um pedestal com a bola de cristal. Do lado da bola, algo oval coberto por um pano e emitindo uma fraca luz púrpura. Do lado direito do patamar um homem usando uma armadura toda negra e uma espada longa como um cavaleiro se mantém em pé fitando os aventureiros e a frente do patamar um homem com um manto roxo observa sorridente os aventureiros. Este um dia foi conhecido como Aurim Manto Roxo e agora seus olhos estão fundos e sua pele ressecada. Sua mão finas e um ar de loucura expande-se ao seu redor.

Vendo os aventureiros chegar Aurim exclama:
'- Meus queridos aventureiros que tanto fizeram por mim! Que bom que aqui chegaram. Eu os aguardava ansiosamente. Tenho muitas missões para vocês. Sim, sim! Muitas. Homens para matar. Dinheiro para pilhar. Ficaremos Ricos e poderosos eu e vocês. Dominaremos estes reinos e todos se curvarão aos nossos pés. Começaremos pelo chato do Lord Mongry e depois podemos matar Kyamus e Elminster! Hahahahah sim sim!!!!'

Ouvindo isso Drift retruca:
'- Está louco? Nunca mataremos Lord Mongry, ele é um homem bom e honrado. Não trabalharemos mais para você.'

Aurim: 'O que? Vocês se recusam a trabalhar para mim? Mas vocês sempre foram bons aventureiros e sempre fizeram o que eu mandei. Ah.. isso deve ser coisa daquele Kyamus, influenciando meus melhores homens contra mim! Maldito seja. Vou matar todos vocês. Venha meu cavaleiro negro! Vamos nos divertir com estes inúteis.'

Assim Aurim invoca uma poderosa magia que aprisiona todos os aventureiros com prisões de energia deixando todos sem ação. Assim ele segue por entre os aventureiros e vai até Helge. Agarra seu rosto provocando uma queimadura que este carregará para o resto da vida. E Diz: 'Helge dos Mortos. Você será como eu um dia. Hahahah'.

Kage exclama: 'Deixe-o em paz Aurim. Ou matarei você seu covarde!'

Aurim: 'Kage, Kage. Seu passado o condena. Seu futuro o aguarda e eu estou ansioso para vê-lo. Estes são seu amigos queridos? Você os quer bem?' Aurim se aproxima de Drift e saca seu punhal 'Hum, humano. Sua carne é tão macia.' E espeta o punhal em Drift.

Kage: 'Nããão, covarde. Tire estas grades e me enfrente!'.

Aurim segue até Tord Mor e o paralisa com um movimento fazendo com que suas grades sumam. 'Elfo. Apesar de sua vida longa, ainda é uma vida frágil. Como pode um anão se amigo de um elfo?'.

Tord: 'Aurim maldito, a fúria de Lathander irá cair sobre você.'

Kage: 'Se você o ferir arrancarei seus braços Aurim. Desfaça minha grade seu covarde. Venha!'

Aurim: 'Não é a fúria de seu Deus patético que eu quero ver elfo estúpido, é outra. Hahaha.' Aurim passa seu punhal levemente pelo pescoço de Tord Mor 'Não quer que eu fira um elfo anão? Seu amiguinho elfo? E que tal isso?' Com uma força incrível Aurim corta o pescoço de Tord quase arrancando sua cabeça e derramando uma enorme quantidade de sangue.

Kage: 'Nããããããããããão!' Com os olhos brilhando como fogo, Kage se enche de uma enorme fúria.

Aurim então vai até o pedestal e descobre uma enorme esfera púrpura que brilha pulsante. Ele sorri e abre um portal para um bosque e diz a seu companheiro de armadura negra: 'Vamos cavaleiro negro. Deixe estes idiotas aqui para morrer. Não me importo mais com eles.'

Assim aurim invoca um enorme animal negro parecido com uma pantera, mas com dos tentáculos saindo de suas costas e foge pelo portal que se fecha atrás. Assim que Aurim some, as grades desaparecem deixando os aventureiros livres, mas a mercê do animal. Kage, com uma fúria insana parte para cima da criatura e com penas alguns golpes o derruba. Sua fúria é tão incontrolável que ele parte para cima do próximo ser em movimento que encontra não podendo diferenciar amigos de inimigos e atinge Drift quase o partindo no meio. Após este golpe Kage se acalma mas o dano já está feito. Se não fosse por uma ação rápida de Helge, Drift estaria morto. Kage ajoelha-se diante de Drift e grita. 'Perdão Drift. Não sei o que aconteceu. Me desculpe. Não vi que era você.'

Enquanto isso Tauros, fascinado pela esfera púrpura, se aproxima e toca sua superfície e subitamente ela começa a conversar com Tauros em sua mente. 'O que você quer mortal? É mais um atrás de meus poderees?' E Tauros ouvindo isso, visualiza Tord Mor dentro da esfera, como se sua alma tivesse sido absorvida. 'Não sei de poder algum esfera, mas estou atrás de meu amigo que morreu a pouco. Eu o vi dentro de você.'

Esfera: 'Você parece dizer a verdade mortal, mas saiba que a alma de seu amigo agora faz parte de mim e para devolve-la precisarei preencher o espaço ocupado por outra alma. Você deixaria a sua no lugar da dele?'

Tauros: 'Você quer me matar para ressuscitar meu amigo?'

Esfera: 'Você não estaria morto ainda mortal, mas deixaria sua alma comigo. Eu deixarei minha magia em seu lugar para que você caminhe sobe seu mundo durante o pouco que resta de sua mortal vida.'

Tauros: 'Deixar sua magia? Que magia você tem? O que é você?'

Esfera: 'Sou uma concentração de magia pura. A energia concentrada é tão grande que isto me torna sólida e inteligente. Minha magia é magia pura e muitos de sua profissão a desejam. O tempo é pouco mortal. Deixará ou não a sua alma no lugar da de seu amigo? Que o poder que posso lhe oferecer?'

Tauros: 'Sim. Deixarei minha alma pela de meu amigo e sim, aceito o poder que tem a oferecer.'

Esfera: 'Que assim seja'

Kage vendo Tauros tocando a esfera não entende e pensa que ele está preso. Vendo isso sobe correndo e atinge a esfera com força com seu machado. Ao fazer isso, grandes fagulhas saem o jogando longe. Uma destas fagulhas voa no olho esquerdo de Tauros causando um grande corte em forma de raio vertical.

Tauros levanta-se e corre em direção de Tord Mor que agora está sem nenhum corte em seu pescoço. Os braços de Tauros estão cobertos por desenhos de cor púrpura e seu olho esquerdo, ainda sangrando, exibe um raio púrpura que também brilha. A magia na sala se tornou tão forte que o portal que havia se fechado volta a abrir, permitindo que os aventureiros posam sair deste lugar para o céu aberto no meio de uma floresta desconhecida.