Data: 12/09/1379 (O Devanescer – Ano do Castelo Perdido) Dia: 15/11/2006
Em Suzail, os aventureiros tentam obter seus documentos e acabam presos. Livres da pena de morte, se juntam ao exército e participam dos jogos da arena para classificação. A princesa Alusair é morta e Pedro, seu futuro herdeiro é preso acusado de sua morte. Os aventureiros se juntam para liberta-lo e Pedro os ajuda a obter a chave para chegar ao Bracelete do Gelo eterno. Juntos fogem para Melinir guiados por Lothar e por pouco escapam da fúria do Cavaleiro Negro montado em seu negro Dragão.
Drift o guerreiro ( NG hm Ftr5 ) Tiago
Helge Wesley ( LN hm Clr5 ) Topo
Kage Fan' Guard ( CN drf Ftr5 ) Túlio
Taurus Lorien ( LN elf Wiz5 ) Palinha
Tord Mor ( LG elf Clr6 ) Tito
Após partirem de Nimroc guiados por Sir William, os aventureiros seguem para Suzail. O Cavaleiro explica que as fronteiras do Reino estão todas em guerra. Muitos ataques estão acontecendo em todos os lugares e em nome de uma antiga aliança, cavaleiros foram a Terra dos Vales pedir ajuda.
Com três dias de viagem chegaram a Suzail. A cidade com suas altas muralhas cercadas por tropas de todos os lado. Muitas e muitas barracas brancas e púrpura, cores do exército de Cormyr. O acampamento se estende a perder de vista. Milhares e Milhares de soltados se reunindo na capital de Cormyr vindo de todos os lados para começar a guerrra contra as invasões bárbaras além das grandes cordilheiras.
Sir William guia os aventureiros por entre as muralhas até o interior da cidade onde arranja com os magos para obterem documentos necessários para portar suas armas. Tauros vai à torre de magia atrás de seu mestre Mithrir. Ele o recebe e estranha as marcas em seu rosto:
- Mithrir: 'Tauros? Que houve com seu rosto? Que marcas são estas? Você voutou em um momendo de grande necessidade, entre, vamos conversar. Conte o que tem feito nas terras bárbaras dos Vales.'
- Tauros: 'Mestre. Vim com amigos. São valorosos guerreiros e estamos aqui em missão importante. Tenho mesmo que conversar com você e também com a Princesa Alusair.'
- Mithrir: 'A Regente? O que está acontecendo? Chame seu amigos, vamos converser aqui dentro. Seu pai está aí entrem, vamos!'
No interior da torre todos almoçam e contam sobre sua missão e Mithir, uma mago de guerra e mestre de Tauros conta sobre as terríveis guerras sendo travadas em todas as fronteiras de Cormyr. Lyricus, pai de Tauros e arqueiro da guarda real fala sobre a doença da regente, como ela se tornou debilitada no último mês. Eles prometem ajudar a marcar um encontro com a regente. Depois de comerem, Lyricus e Mithrir querem saber como está Taurus. Sobre Jessail e quem são os companheiros novos. Eles contam sobre as batalhas que estão sendo travadas nas terras dos vales e que poucos virão para ajudar, pois a Aliança da Mão Negra está massacrando muitos por lá.
- Lyricus: 'Nossos homens trouxeram notícias do paladino Kiamus. Soube que organizou um considerável número de homens e está combatendo a aliança. Ele realmente é um homem nobre e justo e soube que é um grande estratégista militar. Kiamus está expulsando a aliança para o deserto de Anauroch, onde os Orks, Goblins e Hobgoblins não terão a menor chance. Ele pretente vir a Cormyr nos ajudar nas guerras assim que expulsar a aliança negra.'
- Mithrir: 'Tauros, gostaria de examinar as estranhas marcas e descobrir o que são. Peço que passe uns dias comigo em seus laboratórios.'
- Lyricus: 'Estive com muitos homens recentemente no Vale das Sombras e que conhecei Blander. Ele pediu para procurar Tordalin Morther e passar esta carta, acredito que seja realmente você Tord.'
'Tordalin,
Espero que tenha conseguido a informação necessária para recuperar o Bracelete. Imagino que nossa querida Alusair não lhe informará onde está. Pedi a Lord Moungry que nos ajude com sua influência. Ele disse que enviaria uma carta a Regente pedindo esta informação. É muito importante que consiga este Bracelete. Ele parece ser mais importante do que parece. Não só para ajudar Aurin, mas para outras questões.Estas não ouso escrever, mas este nobre mensageiro a carrega em seu coração.
Com muito carinho e com as bençãos de Lathander.
Blander'
- Lyricus: 'A outra questão, é que há um traidor em Cormyr. Lord Mougrym capturou um mensageiro real levando informações para tropas da aliança negra e indicando pontos fracos dos exércitos. Não sabemos quem é pois o mensageiro foi assassinado.'
No fim da tarde a regente concede uma audiência com os aventureiros. No castelo, seguem para um grande salão onde encontra-se a própria princesa de ferro amparada por seu mago real Vangerdahast. Ela parece doente e fraca. Ela levanta-se cambaleante e tenta falar, mas o mago a segura e ele mesmo diz aos viajantes:
- Vangerdahast 'Caros guerreiros das Terras dos Vales. Perdoem nossa nobre regente. Ela encontra-se um pouco doente. Pedi a ela que permanecesse em descanso mas ela insistiu em vos falar pessoalmente. '
Assim segue Alusair, a regente de ferro, segurando-se no braço do mago, mas vestindo parte de sua armadura e com suas armas na cintura:
- Alusair: 'Meus.. coff.. coff.. Meus valorosos amigos das.. coff.. terras do norte. coff.. agradeço que tenham honrrado o coff.. coff.. coff.. acordo de ajuda que temos coff.. coff.. coff.. a anos. Estamos hoje coff.. coff.. sobre novas coff.. coff.. guerras e mais que nunca precisamos coff.. coff.. coff.. de coff.. coff.. coff.. coff.. coff..'
Com uma forte crise de tosse, a princesa cambaleia e é amparada pelo seu filho Pedro, que a ajuda a assentar e se dirige aos viajantes:
'Mais uma vês peço desculpas pelo mal estar de minha mãe. Logo ela estará melhor. Mas em nome dela agradeço a todos pela grande ajuda na hora que mais precisamos. É nesta hora que sabemos quem são nossos verdadeiros aliados. Hoje e sempre prometo a vocês que estaremos aqui quando precisarem de nós. Alguns alojamentos estão sendo preparados para vocês e poderão comer por esta noite com tranqüilidade. Que Helm proteja nossas tropas e nosso reino.'
- Tauros: 'Minha nobre senhora, viemos não só para ajudar, mas para lhe pedir algo de extrema importância. Aurim Manto Roxo, um renomado mago membro do grupo Circulo Redondo do Vale das Sombras está com sérios problemas. Aparentemente ele está sendo dominado por uma força maligna e de acordo com os conselhos do próprio Elminster, precisamos dos Braceletes do Gelo Eterno para ajudá-lo'
- Olhando com surpresa Vangerdahast diz: 'Não sabemos sobre tal bracelete, onde souberam sobre isso exatamente'
Tord extende a carta enviada por seu mestre Blander e Tauros a carta escrita por Lord Mougrym Vangerdahast e Alussair lêem as cartas e o Mago exclama: 'Infelizmente não temos tal bracelete sob nosso poder e mesmo que tivéssemos não poderíamos dá-lo a vocês. Pelo que diz as cartas ele parece muito importante e estava sob cuidados da família Obarskyr. Como sabem, o Rei Azoun V morreu a algum tempo e ele nunca disse nada sobre bracelete algum. Agora gostaria que vocês saíssem pois a Regente precisa descansar'
Assim Pedro reverencia a todos e se volta para sua mãe amparando-a ao sair da sala.
Tauros conversa com Vangerdahast, ele deseja saber mais sobre sua marca, mas Vangerdahast diz que pode olhar muito, pois está sem tempo, mas marcará um outro dia para conversar com Tauros.
Depois da conversa os aventureiros vão obter suas documentações. Para o processo, devem passar por uma entrevista rápida em uma sala mágica. Ela é encantada torna difícil mentir quando se está em seu interior. Aí começam os problemas.
- Mago: 'Você já cometeu algum crime ou é procurado?'
- Drift: 'Sim... ahh sim'
- Mago: 'Qual?'
- Drift: 'Bem. Morte de uns oitenta homens na arena da Colina Distante, destruição da Árvore Élfica e o assassinato do paladino Sir. Grinhilt Espada de Fogo.'
O mesmo se ocorre com Tauros, Kage, Tord e Helge.
Com isso todos foram presos e acabaram indo para um julgamento no dia seguinte.
Durante o julgamento, tudo parecia perdido, principalmente pela morte do paladino. Os outros dois crimes não tinham tanta importância. O caso da Colina Distante não era um problema de Cormyr e as mortes ocorreram causadas principalmente pelas atitudes dos governantes da Colina e do Mar da Lua. A destruição da Árvore Élfica foi conseqüência de serem aprisionados na arena e não totalmente deles. Porém o assassinato do paladino foi injustificável, cruel e pões em questionamento a suposta inocência em todos os demais casos. Principalmente por depois de assassinado, o paladino ter sido saqueado, pois sua espada e seu elmo se encontravam em posse dos aventureiros.
Sir. William interveio a favor dos aventureiros, pois eles tinham salvo sua família contra a terrível criatura vermelha. Seus argumentos foram ouvidos, mas a decisão final ficou por conta do pequeno príncipe Pedro, pois a Regente se encontrava indisposta.
- Pedro: 'Todos são inegavelmente culpados de seus atos e a prova, além de suas confissões, são os equipamentos do paladino morto. A penalidade para o que fizeram é irrefutavelmente a morte. Mas estão aqui hoje neste tribunal dispostos a pagar pelos seus atos e iniciar nova vida. Sir. William se dispôs a os defender com base em suas boas ações em Nimroc. Graças a ele e a situação que nosso reino se encontra hoje. Proponho que provem seu valor na batalha e lutem por nosso reino na guerra que está por vir. Se assim o fizerem, poderão receber o perdão. Estão dispostos a ir à guerra por Cormyr e por sua liberdade?'
- Aventureiros: 'Sim'
- Pedro: 'Sir. William ficará responsável por vocês enquanto estiverem livres. Fujam da cidade e serão caçados. Fujam e Sir Willian ficará em seus lugares na prisão. Você aceita os termos Sir William?'
- Sir William: 'Sim. Vossa Majestade'
- Pedro: 'Então vão e lutem por Cormyr'
Assim, com os aventureiros liberados, Sir William os conduz até a saída do castelo e pede para que tenham cuidado. Todos devem se inscrever para os torneios da que iniciarão no dia seguinte.
Depois de inscritos na arena cada um enfrenta suas provas. Cada prova possui quatro etapas onde quem superar todas se torna o campeão e obtendo como prêmio um item mágico.
Prova de Força
Drift consegue chegar na terceira etapa, perdendo para Alanir, o Azul.
Kage perde na segunda etapa.
Prova de Armas
Drift chega na terceira etapa mas Kage consegue atingir a quarta etapa, perdendo nas provas de arco.
Prova de Conhecimento
Tauros é quem vai mais longe, chegando na segunda etapa. Tord e Helge nem passam da primeira.
Prova de Magia
Tauros tentou participar da prova de magia e chegou a segunda etapa e passou um grande aperto com o efeito selvagem de sua marca.
Ninguém se dispôs a participar das provas de combate na arena.
No dia seguinte, após o almoço, quatro clérigos de Lathander aparecem na taverna onde os aventureiros estão hospedados e chamam por Tord Mor. Eles querem que ele os acompanhe até o templo de Lathander no distrito nobre da cidade.
Chegando no templo, o Acebispo de Lathander Mandel Lorne o recebeu de cara fechada e já foi dizendo imediatamente.
- Lorne: 'Tordalin Mother é seu nome Elfo?'
- Tord: 'Sim'
- Lorne: 'Então considere-se expulso da ordem de Lathander pelos atos por você cometidos nas terras dos Vales. Não me importo se Blander, seu mestre o perdoou ou se o Príncipe Pedro poupou sua vida. Mas a Ordem de Lathander não possui representantes envolvidos direta ou indiretamente com assassinatos ou massacres. Ponha-se daqui para fora e nunca mais ouse dizer o nome do Deus do amanhecer.'
Expulso da ordem, Tord volta para a taverna de cabeça baixa, bem na hora de ouvir as trombetas tas tropas que chegavam das Terras dos Vales lideradas por Kiamus. Quase trezentos homens a cavalo marchando para dentro de Suzail.
Um grande palco armado no centro da cidade recebeu o nobre Paladino e Vangerdahast em pessoa aguardava a chegada da tropa. Kiamus subiu ao palco e falou a todos.
- Kiamus: 'Estou aqui para cumprir a antiga aliança entre Cormyr e a Terra dos Vales. Estou aqui para lutar por Cormyr.'
- Vangerdahast: 'Homens. Aclamem Kiamus que vive a mais de mil anos e foi o fundador da ordem dos Dragões Púrpuras de Cormyr e por direito Comandante de todas as tropas. O posto é seu se ainda o quiser Kiamus'
- Kiamus: 'Não Vangerdahast. A muito tempo estou longe desta nobre terra. Você é muito mais capaz que eu para comandar as tropas. Eu estou aqui para servi-lo. Como símbolo disto trago o Orb Dourado recuperado nas Terras dos Vales por Jhessail Silvertree'
Assim Kiamus coloca o medalhão dourado no pescoço de Vangerdahast e o povo grita em êxtase. Voltando a atenção para o povo, Kiamus vê Torde e os demais aventureiros e os chama para cima do palco dizendo.
- Kiamus: 'Subam homens. Estas são os homens que me salvaram e me trouxeram para perto de vocês! Peço que os saúdem'
Kiamus pede ao captão da guarda que libere as armas dos aventureiros permitindo que se armem novamente e segue para o palácio com Vangerdahast deixando os aventureiros junto ao povo.
Lothar Mordretch ( LG hmn Pal5 ) Jú
Lothar Mordretch segue pelas ruas de Suzail em busca de um grupo específico de aventureiros os quais ele nunca viu. Quando vê os Tord e seus amigos subindo no palco ele para para observar e escuta dois homens conversando ao seu lado.
- Homem 1: 'Heróis? Não são eles os caras que mataram um paladino lá nas Terras dos Vales?'
- Homem 2: 'Se o tal do Kiamus falou que eles são bons então devem ser, mas acho eles muito esquisitos. Soube que aquele clérigo foi expulso da ordem de Lathander'
- Homem 1: 'É não gosto deles mesmo. Ouvi dizer que estavam com medo de ir lutar na arena do torneio. Ah, e você viu o mago com aquelas marcas roxas?'
- Homem 2: 'Muito estranhas as magias dele, quase matou um cara no torneio'
Com a conversa, Lothar convense-se de que são eles os aventureiros que está procurando, mas os perde na multidão depois que descem do palco. Assim é obrigado a buscar uma taverna.
No dia seguinte os aventureiros acordam e escutam um grande murmúrio nas pessoas do bar comentando do desaparecimento dos clérigos de Suzail. Aparentemente todos os clérigos e paladinos sumiram de seus lares e templos sem deixar vestígios.
Tauros fez uma pesquisa pela cidade e descobriu que aparentemente todos sumiram deixando para traz as roupas que estavam vestindo. E ainda mais estranho, parece que todos estavam ajoelhados rezando quando desapareceram, deixando até mesmo seus símbolos sagrados, portas de seus quartos trancados e nem mesmo um bilhete de aviso.
Helge enquanto andava pela rua foi abordado por cinco guardas de Cormyr que pediram para ele o acompanhar com urgência. Duas horas depois o grande sino do castelo de Cormyr tocou e as bandeiras foram hasteadas a meio mastro indicando a morte da Regente.
O palco foi novamente utilizado, mas desta vez por um mensageiro real que subiu no palco e leu um pergaminho anunciando a morte da Princesa Alusair e que na manhã seguinte, seu filho Pedro iria assumir Cormyr.
O murmúrio foi ainda maior e muitas pessoas choraram a morte da Princesa adorada por todos. As ruas ficaram todas vazias e as pessoas mais que antes ansiavam em ir a algum templo, mas nenhum estava aberto, pois não havia clérigos.
O dia passou e finalmente Lothar encontrou-se com os aventureiros e se ofereceu para ajudá-los a buscar o Bracelete. Lothar explicou ser de uma cidade oculta e que está em uma missão importante para recuperar o Bracelete, pois ele deve ficar protegido. Sua localização atual está comprometida e não deve mais ficar com a família Obaskyr, ele deve ser levado de volta a cidade de Melinir.
Ao meio dia um novo anúncio foi feito. O príncipe Pedro Obaskyr se tornará o novo regente de Cormyr e o povo se exaltou em alegria, pois todos amavam Pedro e sabiam que seu coração era bom e justo. Pedro será o maior e mais justo de todos os Reis. Isso todos estavam certos.
O dia passou com tranqüilidade. Tranqüilo até demais. Na manhã seguinte, o palco estava sendo armado para a coroação de Pedro, quando um novo anúncio veio.
'Povo de Suzail. É com grande pesar que venho anunciar que Pedro não mais será coroado Rei, pois foi acusado e sentenciado à reclusão na torre do castelo pelo assassinato da Regente Alussair. Após o meio dia teremos a coroação de Tomaz como rei de Cormyr. Vangerdahast será o regente enquanto Tomaz não atingir a idade suficiente para tomar decisões. Que as celebrações do novo rei comecem.'
Ao invés de alegria e celebrações o povo foi tomado por grande surpresa e tristeza, pois era Pedro que todos amavam e ninguém pode acreditar no que ouvia. Não se escutava nenhum viva ou início de festa, mas apenas murmúrios e choro.
Com os anúncios Tord e Kage chegaram a conclusão de que agora, o único que poderia ajudar a encontrar o Bracelete seria Pedro, agora recluso na torre. Seriam assim forçados a chegar até ele. Tauros pediu auxilio a seu pai Lyricus e seu mestre Mithrir para que os ajudasse e chegar à torre. Kiamus também ofereceu ajuda assim que soube da empreitada dos aventureiros e ajudou para que alguns guardas não estivessem presentes no momento da investida.
Quando anoiteceu os aventureiros foram até a torre do castelo e encontraram o caminho livre de qualquer guarda. A porta para a torre estava destrancada e o acesso foi realmente fácil. Lá chegando encontraram Pedro trancado dentro da torre e prontamente abriram a porta do quarto onde o menino se encontrava preso.
- Pedro: 'Quem são vocês que me libertam? Vieram me matar?'
- Drift: 'Não Pedro, viemos conversar com você. Estamos atrás do Bracelete do Gelo Eterno. Ele é muito importante e precisamos protegê-lo. Ele não mais está seguro nas mãos da família Obaskyr'.
- Pedro: 'Sim, me lembro de vocês do tribunal. Vieram antes de serem acusados conversar com minha mãe sobre o Bracelete, mas quem é esse que vem com vocês' diz indicando Lothar.
- Lothar: 'Eu sou Lothar, paladino de Helm da ordem de Melinir, guardião do Portal. Estou aqui para ajudar a proteger o Bracelete. Ele não mais está protegido não mão da família Obaskyr. Preciso o levar de volta a Melinir com urgência'.
- Pedro: 'Reconheço o símbolo de sua cidade e compreendo suas palavras Lothar. Sei onde está o Bracelete, mas precisam me tirar daqui. Sei que de um jeito ou de outro vão me matar pois represento um perigo para o trono. Sou inocente da morte da minha mãe e sou herdeiro por direito. Tirem-me daqui. Levem-me com o Bracelete'.
- Lothar: 'Você sabe onde está o bracelete? Está neste castelo?'
- Pedro: 'Claro que não, temos aqui apenas uma chave que nos levará a ele. Para isso precisamos ir a sua cidade, se quisermos chegar ao bracelete. Vamos logo.'
Saindo da torre, cruzaram o pátio e logo no fim se depararam com 3 guardas saindo do castelo. O líder deles era um capitão e assustou-se ao ver Pedro e sacando sua espada gritou:
- Capitão: 'Pedro fugiu! Renda-se ou serei forçado a lhe matar!'
- Pedro: 'Acalme-se Capitão. Sou Pedro. Você sabe que sou inocente da morte de minha mãe. Naquela torre só verei a morte. Deixe-me ir e provarei minha inocência.'
Pedro assim estica a mão mas o Capitão lhe fere com a espada. Imediatamente Drift e Lothar preparam-se para o combate quando Pedro diz:
- Pedro: 'Parem. Esta tudo bem. Ninguém vai lutar aqui. O Capitão vai nos deixar passar'.
Ainda assustado o capitão recua e deixa com que todos fujam. Seguindo para dentro do castelo Pedro abre uma passagem secreta que leva por diversos túneis até uma sala muito funda e escura. Bem no centro da sala existe um pedestal muito velho e empoeirado. No seu centro encontra-se uma chave. Pedro a pega e diz:
- Pedro: 'Esta é a chave do portal que nos levará ao bracelete. Ele foi confiado a um homem de inha família que o guarda em segurança em uma terra muito distante. Vamos embora enquanto há tempo. Logo virão atrás de mim'.
Pedro os guia por muitos outros corredores e passagens até chegar a uma saída do outro lado do castelo, nas docas. Não há como seguirem sem ser vistos por tantos guardas que estão acampados em volta do castelo, então Tord e Tauros seguem sozinhos e vão buscar a carruagem onde podem esconder Pedro.
Com uma certa facilidade os dois pegam sua carruagem e vão até as docas. Pedro escondido sobe na carruagem e se deita em baixo de uma lona em meio às armas. Os aventureiros então seguem para sair da cidade pelo portão principal em um ato que ninguém esperava. Quando finalmente estão fora da cidade. Trombetas começam a tocar e homens gritam 'Pedro fugiu! Pedro Fugiu! Fechem o portão. Ninguém sai!', mas os aventureiros já estavam fora e começam a correr com Lothar guiando a carruagem direto para Melinir.
Dois dias eles seguiram sem parar para descansar ou comer. Os cavalos não agüentavam mais e tiveram de abandonar a carruagem e correr para a floresta. Lothar os guiou desviando dos perigos pela trilha conhecida até a cidade. Chegaram a um circulo muito grande de pequenas pedras. Quando passaram, avistaram um grande dragão negro montado por um cavaleiro igualmente negro. Eles passaram com um vôo rasante sobre suas cabeças mas Lothar os avisou antes que corressem.
- Lothar: 'Não corram, já estamos dentro de Melinir. Aqui ele não pode nos ver nem nos ferir. Acalmem-se e vamos seguir'.
Kage assustado correu mas Drift o impediu de passar pelas pedras que o levariam para fora da proteção da cidade.
O dragão passou cuspindo um enorme jato de ácido sobre a floresta e pousou perto de onde os aventureiros estavam. O cavaleiro desceu e olhou para as pedras e deu um urro de raiva, aparentemente compreendendo a localização dos aventureiros. Assim ele olhou ao redor. Seus olhos não podiam ser vistos, mas sua mascara refletia sua enorme raiva. O dragão se curvou ante o cavaleiro como um animalzinho de estimação e permitiu que o cavaleiro monta-se novamente levantando vôo.
Com tudo um pouco mais calmo, os aventureiros seguem em direção à cidade guiados por Lothar. Ao fundo ainda se ouvia muitos barulhos de fogo e dos gritos do dragão destruindo a floresta por onde passaram.
15 novembro 2006
14 - A Vida em Suzail
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