1259
Elfo do Sol
Clérigo de Lathander
Neutro e Bom
Nível:13
For:14 Dex:18 Con:12 Int: 12 Wis:20 Cha:16
HP: 107
Terra Natal: Cormanthor
Ficha: Download
Nacimento: 1259 - Ano do Punho Vigilante
Tordalin Morther é um elfo que dês de pequeno não se encaixava em sua vila elfica, todos tinham muitos afazeres, mas ele achava aquilo tudo muito recheado de falta de objetivos, a única coisa que ele gostava de fazer era ficar andando pela floresta em busca de aventuras e coisas que ele pude-se realmente se interessar. Ele procurava por algo que realmente significaria para as pessoas, não só de sua vila, mas para todas as outras.
Chegando a sua adolescência ele foi, como todos de sua vila, conversar com o sábio. Este indicava qual caminho eles deveriam seguir. Neste momento, o sábio o mandou para a floresta aonde todos também iam para poder meditar e pensar mais um pouco em suas escolhas só voltando com a escolha feita.
Na floresta ele ficou cerca de três anos ate se deparar com um bando de homens vestidos com um manto preto que seguiram-no aparentemente com objetivos ruins. Ele já estava sem forças para correr quando caiu em um buraco e ficou preso. Neste buraco ele ficou por cerca de dois meses comendo coisas que caíram das arvores, entre elas frutas, pinhas e alguns insetos. Foram os dois meses mais tristes e desesperadores que Tordalin Morther havia vivido, a partir daí ele jurou que preferiria à morte que ficar preso em um buraco, então ele começou bolar um jeito de acabar com sua vida e sair daquela agonia que lhe matava o corpo a mente e a alma pouco a pouco.
Para sua sorte, um viajante avistou o buraco em que ele estava, tirando Tordalin do buraco e ao velo sujo e muito magro, o viajante deu-lhe comida e então curou suas feridas, doenças e sua fraqueza com apenas um toque. Foi então que Tordalin se sentiu muito interessado por aquilo que lhe curou e lhe livrou da morte que o consumia. Tordalin Morther seguiu o homem, ajudando-o a carregar suas coisa por sua jornada através da floresta. Durante a semana que se seguiu, eles iam conversando e cada um falava de sua pessoa, o homem falava bonito como Tordalin Morther nunca tinha escutado antes, nem mesmo o sábio da cidade falava coisas tão bonitas, sensatas e cheias de propósitos.
O viajante lhe falou de muitas coisa como a cidade, aventuras, monstros, amigos e inimigos. Mas uma coisa que chamou muito a atenção de Tordalin Morther foi quando ele falou sobre um tal Lathander, este realmente podia tudo, fazia tudo, e sabia tudo. Então Tordalin Morther quis saber como poderia se tornar um discípulo deste tal Lathander que parecia tão sábio e cheio de propósitos. Então o viajante riu e disse que ele poderia ir para cidade que o apresentaria para Lahander. Este veria se o ajudaria com sua busca e sua vontade de ajudar todas as pessoas deste mundo.
Saindo da floresta Tordalin Morther resolveu perguntar ao viajante, que viajava com ele ha mais de uma semana, seu nome. Então o viajante pensou e pediu que ele o chamasse de 'Bla', assim como todos seus amigos o faziam.
No final deste dia, o ultimo que seguiriam juntos, 'Bla' deu-lhe uma carta escrita em elfico, a qual ele pedia aos pais de Tordalin para que ele pudesse ir para cidade estudar e se tornar um discípulo de Lathander.
Tordalin Morther ficou muito feliz porque 'Bla', tinha lhe dito que Lathander o aceitaria como discípulo e agora ele já tinha uma escolha para comunicar ao sábio. Ele procurou o caminho para sua vila por cerca de um ano entre aquela floresta densa e desafiadora, até avistar entre as arvores uma fumaça negra que saia do meio da floresta, ele a seguiu e avistou seu vilarejo em chamas.
Havia homens de manto preto com um desenho que parecia uma tocha de chamas prateadas, e outros homens com espadas e tochas nas mãos ateando fogo em tudo que viam. Quando Tordalin Morther se preparava para atacar aqueles que queimavam sua vila, ele se sentiu pisando em uma coisa que fazia um som crocante, então ele se viu pisando em um corpo já carbonizado. Neste momento ele sentiu sua mente rodando e tudo ficou escuro.
Quando acordou olhando para cima, ele pensava ter sonhado um sonho ruim, mas isso logo saiu de sua cabeça quando ele viu fumaça no céu e sentiu um cheiro repugnante de corpos carbonizados no ar, então se levantando rapidamente, olhou para aquilo que antes era sua vila e que agora era somente uma mancha escura no chão de sua amada floresta.
O único pensamento que ele tinha e que mais o incomodava naquele momento era que não tinha chegado a tempo para ajudar a combater os invasores, e de declarar ao sábio sua escolha, isto que era um fato vital na vida das pessoas do vilarejo. Andando pela vila e procurado a antiga casa e seus pais, ou o que teria sobrado dela e deles, ele viu entre a fuligem um medalhão que marcava os compromissos do sábio. Recitando as palavras que estavam incrustadas no medalhão ele viu este dizendo:
_Mais uma primavera que Tordalin Morther esta longe da vila e todos estão preocupados com ele, já mandamos patrulhas através da floresta e nada encontramos, estamos certos de que ele não mais esta conosco.
_Nesta primavera irei viajar para encontrar um novo sentido para minha vida, eu levarei a família Morther que já não mais aquenta ficar aqui e ver as lembranças de seu filho que foi engolido pela floresta. Neste momento o peito de Tordalin Morther se encheu de esperança e de felicidade o que durou apenas um único momento. De relance ele viu uma sombra passar por através de umas arvores, ele observou e viu ali um homem falando palavras estranhas em uma língua que ele desconhecia, foi então que ele sentiu sua mente confusa e seu corpo parou. Ele observou o homem sorrindo e se aproximando lentamente, ele então avistou um rosto de pele negra com uma cicatriz de corte em um lado da bochecha, agora ele ficou realmente aterrorizado.
Quando o homem o tocou, o terror fez com que sua mente restabeleceu o controle de seu corpo, e com o medalhão que ele tinha em mãos, ele bateu no homem e viu sangue jorrando e suas pernas saírem em disparada pela mata afora. Ele correu por cerca de quatro horas sem parar ouvindo barulho de apitos atrás dele, até que ele se viu na estrada. Ali ele se lembrou de 'Bla' que tinha seguido na direção norte da estrada. Então começou a correr pela estrada e o fez por cerda de quatro dias, até encontrar uma fazenda onde ele pediu informações a um fazendeiro que parecia não saber falar sua língua. O fazendeiro desistiu de conversa com o elfo e com gesto lhe disse para comer e esperar. Sentindo-se seguro naquele lugar Tordalin Morther esperou, se lavou e se alimentou.
O fazendeiro era de aparecia imponente e chamava-se 'Turder Cerveja de Ouro', ele era casado com Xênia, que também era muito bonita, e tinha duas filhas pequenas Lincite e Laila. Estas ficaram acanhadas com o novato, mas logo depois começaram a mexer e zombar dele, ele fazia o possível para manter o rosto serio apesar das brincadeiras. Na fazenda ele ficou ajudando o fazendeiro, o trabalho era pesado, mas ele se via feliz por ver que o trabalho lhe dava a oportunidade de esquecer o que havia ocorrido.
A fazenda era bonita e ficava em uma descida de pequena inclinação, esta levava ate um pequeno riacho que acabava em um lago. Turder dizia que tinha construído a casa no ponto mais alto para poder vigiar todas suas terras da varanda de casa, a visão era magnífica alem de se poder ver todas as terras dali mesmo, assim como o Turder havia planejado.
Os afazeres de Tordalin eram muito fáceis e pesados, uma hora ele se via cortando trigo, outra fermentando uma mistura esquisita, Turder não gostava que ninguém alem dele e Xênia visse como era feito aquele processo e então ele viu no elfo que não fala sua língua uma pessoa confiável para o ajudar. Outro afazer era cuidar das filhas de Turder, esse trabalho era muito mais pesado que os outros, apesar de novas elas eram muito inquietas e constantemente corriam para fora da propriedade fazendo com que ele sai-se em um busca desesperada por entre as outras fazendas. Os vizinhos no começo acharam estranho um elfo ajudar Turder, este que muitos anos atrás havia matado centenas destes humanóides em uma guerra pela defesas das terras de seu pai, mas logo se acostumaram e também começaram a pedir Tordalin para ajuda-os em alguns afazeres em suas fazendas. Motir Cerveja Quente, Alem Cerveja Escura e Gorte Cerveja Branca se sentiam felizes por ver que o elfo trabalhava sem reclamar, como ele podia se nem sua língua ele falava.
Com o passar do tempo Turder via em Tordalin um amigo de longa data e não mais abusava de sua ajuda, assim como os outros também não mais o faziam. Turder e sua família começaram a ensina-lo sua língua e alguns costumes de seu povo. Turder um dia teve a idéia de ensinar a arte da luta para Tordalin, neste momento Turder se revelou um grande lutador, mas Tordalin o surpreendeu empunhando uma vassoura com se fosse uma espada longa e o desarmou facilmente. Turder ficou muito irritado e disse a Tordalin que aquele tipo de arma não era para homens e sim para nobres metido, assim zangado, ele começou a ensinar como se manuseava sua maça de guerra e um pedaço de madeira que ele dizia ser seu escudo.
Em uma manha o fazendeiro teve a idéia de levar o elfo até o Clérigo da cidade, e porque não aproveitar para rezar e fazer umas compras. De carroça os dois foram até a cidade, e lá o elfo se viu deslumbrado com tantas pessoas e belas construções. Ao parar ele se deparou com a mais bela das construções, lá havia uma construção que era sustentada por um pássaro belíssimo e enorme, ele segurava a construção com suas assas e corpo. Seguindo o fazendeiro por dentro da construção ele se viu tomado em lagrimas quando avistou 'Bla', com um manto e olhando para ele com um ar de vitória, então ele se aproximou e lhe falou:
_ Lathander o espera. Siga-me.
Seguindo 'Bla' ele se viu entrando em uma sala bem bonita, em frente dele havia um disco rosado cortado em quartzo que emitia um brilho ofuscante também rosado. Lá 'Bla' sussurrou palavras estranhas e o elfo se sentiu varrido de toda sua dor e sofrimento, então ele olhou para 'Bla' sorrindo e disse:
_Agora eu conheço Lathander.
'Bla' pegou um manto que estava debruçado em um baú nesta mesma sala, e então entregou pra Tordalin, ele o vestiu e se sentiu parte de uma coisa maior do que ele mesmo um dia esperava se sentir. 'Bla' lhe disse coisas a respeito do templo, Lathander e das provações que Lathander havia feio a Tordalin ate que ele chega-se a aquele lugar, então com se tudo aquilo que ele tive-se passado fizesse sentido ele suplicou para 'bla' para que ele ficasse e aprendesse mais sobre aquele Lathander. 'Bla' gesticulou em sentido de desaprovação das suplicas e levantou o elfo do chão dizendo: _Lathander o quer aqui e você só não ficara se assim você não o quiser. O elfo sorriu e aprovou com a cabeça. Então após mais duas horas de conversa eles foram para o salão principal da construção.
Neste salão 'Turder Cerveja de Ouro' o esperava com ansiedade, então ao ver o elfo com uma veste de Latander ele se aproximou e disse para Tordalin: _ Amigo, os deuses te chamaram para uma tarefa maior que aquela de fermentar minha cerveja, esta era realmente uma tarefa muito importante pra Turder, me faça orgulhoso de seu trabalho assim como você tem me feito por todo esse tempo de amizade. Então os dois se despediram com lagrimas nos olhos e se abraçaram por um longo e comovente momento. Ao sair Turder gritou : _ Vá me visitar elfo sujo!!! Então ele ouviu pela primeira vez uma resposta: _ Irei sim e diga a Xênia e as garrotas que as amo, e voltarei para vê-las.
Com o passar do tempo estudando Lathander, Tordalin Morther se viu sendo chamado de Tord Mor, pelos seus amigos Clérigos e então ninguém mais o chamou por seu nome elfico. Três anos depois, ele teve noticias de Turder, que lhe convidava para uma festa em sua casa. Ele foi e ali viu o nascer de um garroto grande, forte com os olhos e imponência do pai, a festa foi uma coisa inesquecível para 'Tord', uma vez que ele reviu sua segunda família e mais uma vez se sentiu em casa. As meninas haviam crescido e agora estavam uma com 5 e 8 anos de idade, elas haviam ficado bonitas como a mãe, ele pensou, Laila a mas nova não tirou os olhos dele durante toda a noite. Turder e Xênia não tinham ficado mais velhos, eles pareciam estar do mesmo jeito que ele os tinha deixado. Após conversar e beber muita cerveja fabricada por Turder, Motir Alem e Gorte eles se viram felizes falando sobre o futuro de suas famílias. Foi então que Tord sentiu uma flecha em seu coração e se sentiu perdido no mundo outra vez. Naquela noite ele mais uma vez se viu fazendo um juramento, o de que acharia sua família custe o que custar.
A partir daí o elfo se viu estudando no templo por doze primaveras, aprendendo sobre Lathander, e os demais ensinamentos que o templo passava. Então ele foi proclamado Clérigo de Lathander, no mesmo dia em que foi feita a cerimônia de casamento Lincite, filha mais velha de Turder. Na cerimônia ele teve a chance mais uma vez de rever seus antigos amigos, Laila que agora com seus dezessete anos estava realmente reluzente e encantadora, todos do recinto a olhavam como que por necessidade, mas ela se via concentrada na cerimônia que Tord ajudava a conduzir.
Ao termino da cerimônia, 'Turder Cerveja de Ouro, outra vez deu uma gigantesca festa em sua fazenda para mais de duzentos convidados. Com muita cerveja, é claro, e muita musica, a festa se seguiu animada pela noite toda, Tord se manteve quieto ate ser chamado para dançar pela dona da festa, Lincite, os dois dançaram muito e ela disse em seus ouvidos: _Alguém o espera lá fora. Tord esperou a dança acabar e saiu para o lado de fora da casa. Lá ele viu Laila que o olhava vermelha e andava em sua direção. Neste momento ele se sentiu queimar por dentro, mas duas coisas passavam em sua cabeça, Laila era filha de Turder e ela era realmente bonita. Então como que se envolvido outra vez pelas palavras do homem que queimava sua vila, ele ficou imóvel e se sentiu beijar por Laila. Neste momento ele a olhou nos olhos e sentiu uma coisa brotar em seu peito. Vendo a sena por uma janela, estava 'Bla', ele não indeferiu e cuidou para que ninguém visse o que estava acontecendo lá fora. Eles conversaram muito e Tord chegou a conclusão que embora quisesse ficar com aquela que parecia uma deusa na terra, aquilo não daria certo uma vez que ele era um elfo e como clérigo de Lathander ele teria muitas coisas para resolver antes de poder viver sua própria vida. Os dois se despediram com um sentimento de separação e Tord voltou para dentro, rapidamente ele se despediu de todos e se retirou da festa.
Ao chegar no templo, ele não conseguia dormir rolando de um lado para outro na cama. Amanhecendo ele começou como todos os dias a tratar de seus afazeres no templo quando um Clérigo veio a seu encontro lhe dizendo que 'Bla' queria falar com ele. Ao chegar na sala de 'Bla' ele viu que seu amigo e mestre estava pensativo. 'Bla' que também não dormiu a noite, tentava encontrar um jeito de afastar os dois pombinhos e evitar que ocorresse alguma coisa mais seria entre eles, então ele se viu esperançoso quando recebeu um comunicado de seu amigo 'Aurim Manto Roxo' pedido a ele que o enviasse um clérigo para acompanha um grupo jovem de aventureiros, 'Bla' sorriu e se sentiu matando dois coelhos com uma cajadada só. Tord perguntou a 'Bla' qual o propósito da conversa temendo que seu mestre e os outros tivessem visto o ocorrido na noite passada. Então 'Bla' começou a fala:
_Bem Tord, você me disse que gostaria de encontrar sua família certo?
_Sim 'Bla', mas eu gostaria de ficar aqui mais um tempo estudando.
'Bla' sorriu irônico e disse:
_Estudando, ou conversando com uma garrota, filha de camponeses?
Foi então que Tord sentiu se ficando vermelho e sem jeito. 'Bla' completou, Tord meu amigo de tanto tempo, você no momento é o clérigo com mais experiência que tenho sobre meus cuidados, hoje de manha me chegou através de um mensageiro um pedido de meu amigo 'Aurim', você deve se lembrar dele, ele sempre usa uma roupa de cor roxa.
_Sim me lembro mestre. Falando com tom de desapontamento.
_ Pois então, ele me pediu que enviasse um de meus clérigos para acompanhar um grupo de aventureiros que estavam a seu serviço, e como você no momento esta me tirando o sono e é o melhor entre os de meus cuidados, decido envia-lo para 'Aurim'. Arrume suas coisas você partira amanha.
_Mas...
Então 'Bla' disse com uma cara de compreensão:
_ Você e eu sabemos que aquilo não daria certo, muito me impressiona você, o melhor entre os meu entrar em uma trama sem saída. Por ser seu tutor e amigo, tenho o dever de te livras de mais uma armadilha da vida. Pense pelo lado bom, você poderá encontrar com seus pais por entre as vilas que passar.
Isso não animou muito Tord, que se lembrou imediatamente dos homens de preto e da bela Laila, mas sem relutância ele se retirou para arrumar suas vestes de viajem e sua sacola de suprimentos. Após arrumadas as coisas, ele então foi conversas com 'Aurim', que pediu a ele que se apresentasse ao grupo de aventureiros, que estavam sentados em uma mesa na taverna do velho crânio. Ele desanimado desceu para a taverna e avistou um grupo de Bárbaros em uma mesa. Entre eles havia um homem alto de ombros largos que bebia e falava de sua espada, que realmente era grande e bonita, seu nome era Drift, ao lado dele havia uma criatura pequena e bastante larga com um machado e uma barba que quase tocava o chão, seu nome era Kage, e também um homem magro de aparência ladina, seu nome era Eldor Lonnor. Apresentando-se ao grupo, parece que com relutância eles o aceitaram. Mais tarde ele veio a conhecer um outro membro dos bárbaros, um tal de Helge que ele já conhecia de vista, ele ficava perambulando pelos templos a procura de afazerem relacionados a mortos, ele também, pelo que se lembrava Tord, morava no cemitério da cidade. Isso sim causou em Tord uma idéia de busca insensata, se não fosse por seu mestre e por 'Aurim' ele nunca teria acatado a idéia de partir na manha seguinte.
O dia partida começou muito triste para Tord, ele foi ate o templo, onde há essa hora havia começado o culto para Lathander, para pedir proteção e então ele se viu frente a frente com Laila que também entrava no templo, ele olho para ela e disse:
_Laila, estou partindo para uma missão sem precedentes, e gostaria de pedir para que você me tira-se da cabeça, assim como tentarei fazer a seu respeito.
_ Mas você... Então ela se calou e entrou no templo chorando em silencio.
Tord entrou e ficou olhando para ela se perguntando se aquilo tudo mesmo valia a pena. Então como que se interrompendo seu pensamento, 'Bla' tocou seu ombro e lhe disse:
_ Sei o que esta passando, mas será melhor assim. Você ainda confia em min não e?
_ Claro 'Bla', eu só não entendo minha vida, a única coisa que sempre acaba me restando é Lathander. Então ele começou a chorar, e saiu pela porta dos fundos do templo.
Naquela manha em diante ninguém mais viu Tord.
Entrou no grupo durante a aventura da busca pelo Templo Oculto, a pedido de seu mestre Blander Olhos de Fênix 'Bla'.
Durante a missão, resgatou Kyamus, Paladino de Torm de sua prisão imposta por seu terrível irmão Elestir, morto a mais de mil anos.
Muito eficiente e de grande bondade, Tord Mor, como é conhecido, se integrou no grupo mostrando grandes habilidades.
Voltou mais tarde ao templo para recuperar as Duas Espadas de Kyamus e Elestir.
Partiu para a Árvore Élfica levando escondido um amuleto de Lord Mongry para Jessail, Cabelos de Fogo.
Ajudou a proteger a cidade contra os goblins da Mão Vermelha que invadiam os depósitos e tumbas subterrâneos.
Logo depois seguiu para o norte, onde ocorreria um acordo de união de forças entre os goblins, hobgoblins e orks.
Deixando pra trás desprotegidos os habitantes da região, vítimas de ataques dos goblins das Minas de Prata, acreditando que John, o amigo dos elfos, seria avisado a tempo.
Atacado pelos Mercenários das Garras de Ferro, acabou capturado e vendido como escravo na arena da Colina Distante.
Na Arena recebeu a marca de um triangulo em seu braço direito, marca de gladiador.
O processo de fuga da arena deixou muitos, muitos mortos na cidade e sua cabeça foi posta a prêmio. 100 leões de ouro. Por sorte, Tord Mor usou um nome diferente quando escravizado e agora é procurado sobre o nome de Zamur, o Gladiador da Colina Distante.
Falhou na tentativa de impedir a Aliança Negra e por isso, a cidade élfica foi destruída com seus 500 habitante. John, o amigo dos elfos, sobrevivente do massacre, o acusou, amaldiçoou seu nome e o expulsou de Cormanthor, o abandonando no meio da floresta.
Teve de ir de volta a Ashabenfort escoltando sua amiga Bertra para que pudesse entregar um bilhete de Jessail, Árvore Prateada à senhora da Abadia do Fardo Dourado.
A viagem foi longa e tortuosa, pois o caminho teve de ser desviado passando por Harrowdale e Scardale.
Na viagem, um cavaleiro chamado Sir. Greenhilt, Espada de Fogo tentou prende-los pelas mortes na Colina Distante e foi brutalmente assassinado pelo grupo, piorando ainda mais sua fama.
Descobriu através de Alena, senhora da Abadia do Fardo Dourado, que é um dos Mensageiros do Caos, um mero instrumento do poderoso e misterioso Cavaleiro Negro em seu jogo de destruição e conquista.
Sendo assim, por onde passa, Tord Mor leva consigo a Destruição e o Caos, a Morte e o Sofrimento.
De volta ao Vale das Sombras, tentando pedir ajuda ao inacessível Elminter, o Sábio, foi obrigado a fugir novamente, mas desta vez em busca de um Bracelete do Gelo Eterno, único item capaz de salvar Aurim Manto Roxo que se encontra sobre efeito de uma aparente terrível magia causada provavelmente por sua bola de cristal.
Segue com o grupo para Cormyr, mas acabam tendo de enfrentar os Homens da Colina Gritante causando a morte de seu clérigo de Tyr Eric e enfrenta também Grund, o Ogro Mago antes de chegar a Arabel.
A pedido de Sir William segue até Nimroc mas cansado por causa de suas transformações dorme na tavenra enquanto os amigos resgatam trinta e cinco prisioneiros das mãos de um monstro chamado Xrirtraks. Uma grande festa em Nimroc comemora o resgate.
Em Suzail, tenta obter seus documentos e acaba preso. Livre da pena de morte, se junta ao exército e participa dos jogos da arena para classificação.
Tendo em vista os crimes cometidos, é expulso da Ordem de Lathander perdendo assim todos os seus dons divinos.
A princesa Alusair é morta e Pedro, seu futuro herdeiro é preso acusado de sua morte. Junto ao aventureiros liberta Pedro e ele o ajuda a obter a chave para chegar ao Bracelete do Gelo Eterno. Juntos fogem para Melinir guiados por Lothar e por pouco escapam da fúria do Cavaleiro Negro montado em seu negro Dragão.
De Melinir é levado ao Vale do Vento Gélido onde precisa enfrentar um gigantesco Verme do Gelo que engoliu um dos Braceletes. Infelizmente este bracelete acabou destruído, sobrando apenas um pequeno pedaço.
De volta a Melinir, os guardiões dos portais os envia a uma missão sem volta ao Sul Brilhante para esconder os braceletes. De lá não podem voltar sem o bracelete reforjado. O Portal foi selado atrás deles e só será novamente aberto por um dia em dez anos, isto é em 01-10-1389.
Em Haluahh buscam uma fazenda para comprar e estabelecer, mas em uma confusão, Kage entra em sua fúria e mata Lothar. Com o coração apertado de remorso, joga fora seu machado personalizado e abandona o grupo com objetivo de minerar ouro e ressuscitar o paladino.
O restante do grupo segue para o nordeste do reino em busca dos templos e encontram o último sacerdote de Lathander. Ele acolhe os aventureiros e ressucita Lothar em troca do cumprimento de uma missão. Precisam recuperar os livros perdidos no Castelo do Equinox. Este aparece apenas durante o dia do meio do ano e do fim do ano.
Ali os aventureiros se aventuram e atravessam seis meses como se houvesse passado um dia. Com os livros em mãos, o Clérigo treina Tord Mor sobre as artes da vida e este recupera seu posto junto a Lathander se tornando um Discípulo Divino. Tendo sua missão cumprida, o Clérigo desaparece como ocorreu com todos os demais clérigos do mundo, dizendo que irá se juntar a Lathander em uma importante missão.
Recuperado volta a Halarahh, onde reencontra Kage. Juntos acabam enfrentando bandidos que estavam fugindo do presídio e passam a trabalhar para a Casa Medani. Entre as missões que realizou para eles inclue-se, recuperar a estátua do Ídolo Radiante, salvamento de Zelina Medani dos bandidos, sumiço do Basilisco de Prata, Tentativa de assassinato do Barão.
Contratado para proteger o grande navio Dragão Dourado em sua viagem, se vêem vítima de seqüestro e Kage acaba morto por um golem de ferro. Neste dia Tord Mor faz um grande feito para um clérigo de sua experiência, ressuscita Kage. Com o fracasso da missão, a viagem é adiada.
Algum tempo depois, como efeito colateral do retorno do Ídolo Radiante completo para a casa dos Medani, o mesmo voltou a vida e atacou a cidade, mas os aventureiros o derrotaram e por isso, a casa dos Medani os concedeu o título de heróis 'Mãos de Halarahh'. Segundo maior título que pode ser conferido a um aventureiro.
Retornando a viagem no Dragão Dourado, para a distante Selva de Chulk. Muitas intrigas na viagem culminaram na morte de Kelivorn Garra de Prata líder da Casa Vadalis.
Seguindo adentro nas selvas de Chult, Lhorr Bronze partido o guia até os picos de fogo onde Tordalin tomba morto ante os golpes poderosos do gigante da tempestade duardião dos portões dos Templos dos Dragões. Ali, seus amigos moldam em rocha sua tumba.
Anos depois, Tord é recussitado pelo avatar de Helm a pedido de seu amigo Lothar, com a missão de proteger o Bracelete do Gelo Eterno a qualquer custo e forjar o novo bracelete. Drift desaparece ao pular em um portal para o Inferno. O portal é fechado por Tord e o Bracelete do Gelo Eterno é perdido.
Obrigado a Fugir de Halarahh devido a invasões e ataques para proteger o bracelete, se esconde nas montanhas dos anões ainda em Halruaa. Durante o processo trancende e atinge o mais alto nível entre os discipulos divinos de Lathander.
01 janeiro 2005
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5 comentários:
O ultimo Clérigo de Faerun, Tord Mor, vulgo: Mother Fucker.
Ele era bom nas curas mas não muito esperto em combate.
Confira: http://www.vorpal.com.br/wp-content/uploads/2009/08/81347-285x300.jpg
PS: Isso não é uma missa celebrada por Tord Mor, e sim um Hold Person!!!
Hahaha HOLD PERSON MASS!!!!
Esse clérigo ficou bom, mas o Tord Mor era mais sombrio que isso. Nego era sangue no olho. Agora faltou a do Drift.
Hahah Hold Person Mass! isso mesmo.
Pow Tord Mor me lembrava um humano orelhudo!
Depois vou achar a dele.
Temos a Segunda ficha em Excel.
Parece que até agora está sendo bastante útil a planilha.
Consegui colocar todas as prestige classes e equipamentos.
Conforme sugestão do Tito, gravei os arquivos compactados porque a planilha Excel é muito grande.
http://dl.dropbox.com/u/634005/RPG/Tordalin%20Morther.rar
A ficha do Tord também está boa.
Somente alguns ajustes.
- Falta escolher Lingua, coloquei Sylvanos.
- Postos de Skill
- pré-requisitos para a nova Prestige Class.
No mais as coisas parecem estar bem. Vamos continuar validando a planilha e ver se nos atendem.
Lembrando que a não se deve alterar as informações dos campos na tela da ficha, mas nas outras abas nos campos verdes.
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